O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O resultado estava programado para ser divulgado nesta quinta-feira, mas foi adiado após um pedido de esclarecimento da SEC sobre os relatórios financeiros de 2019 e 2020
Dois velhos conhecidos do Credit Suisse voltaram a atormentar o banco nesta quinta-feira (09). Após a empresa atrasar a divulgação do balanço de 2022, o fantasma do risco de falência e o temor com a saúde financeira da instituição assombraram a noite dos investidores.
O relatório anual estava programado para ser divulgado na manhã desta quinta-feira. Porém, na noite de ontem, a companhia anunciou que adiaria a publicação devido a um pedido de esclarecimento feito pela xerife do mercado de capitais norte-americano (SEC, a CVM dos EUA).
De acordo com comunicado do banco, em uma “ligação de última hora”, o regulador levantou questões sobre suas demonstrações financeiras anteriores e solicitou mais informações sobre os relatórios financeiros de 2019 e 2020.
"A administração acredita que é prudente adiar brevemente a publicação de suas contas para entender melhor os comentários recebidos", disse o Credit Suisse.
A intervenção da autarquia foi apenas o problema mais recente para o Credit Suisse, que se recupera de uma série de polêmicas que fizeram o preço das ações despencar na bolsa e levaram clientes a sacar bilhões do credor.
O atraso prejudicou o apetite ao risco do mercado e colocou as ações do banco suíço em maus lençóis. Os papéis CS chegaram a desabar mais de 5% na bolsa de valores de Nova York (NYSE) antes da abertura dos negócios em Wall Street.
Leia Também
Por volta das 11h07, as ações negociadas na NYSE caíam 2,76%, cotadas a US$ 2,82. Enquanto isso, em Zurique, os papéis listados na bolsa de valores suíça recuavam 3,55%.
A instituição financeira afirmou que os resultados financeiros de 2022 “não serão afetados”. Vale destacar que, apesar de a divulgação oficial do balanço ter sido adiada, os números já são conhecidos por parte dos investidores.
Isso porque o Credit Suisse já havia divulgado resultados preliminares em 9 de fevereiro, quando reportou o segundo prejuízo anual consecutivo e projetou a continuidade das perdas neste ano.
Em 2022, a perda líquida para o ano de 2022 foi de aproximadamente 7,3 bilhões de francos suíços (equivalente a US$ 7,8 bilhões). O número corresponde a cerca de quatro vezes o prejuízo registrado no ano anterior.
Ao longo dos últimos meses, os clientes retiraram mais de 100 bilhões de francos suíços (cerca de US$ 106 bilhões) em ativos do banco.
Ao mesmo tempo, investidores da instituição financeira desfizeram suas participações na empresa — incluindo o ex-principal acionista, Harris Associates, que vendeu a fatia remanescente na companhia nesta semana.
A Harris Associates foi o maior acionista do Credit Suisse durante muitos anos, mas, no fim do ano passado, diminuiu a participação para 5%.
Segundo o comunicado do Credit Suisse, a ligação da SEC estava relacionada a "certos comentários abertos da SEC sobre a avaliação técnica de revisões divulgadas anteriormente nas demonstrações consolidadas de fluxo de caixa nos anos encerrados em 31 de dezembro de 2020 e 2019".
Os comentários da CVM norte-americana se referem a questões contábeis identificadas no relatório anual do Credit Suisse de 2021 em relação à compensação de algumas atividades de empréstimos e empréstimos de títulos.
Isso teria resultado na subavaliação das posições do balanço e do fluxo de caixa. O banco revisou seus ativos e passivos totais em cerca de 1,7% de seus ativos totais para 2020, ajustando a demonstração do fluxo de caixa em 70 milhões de francos suíços.
O banco afirmou que os comentários da SEC também questionavam os controles do banco sobre as demonstrações de fluxo de caixa.
Isso porque o Credit Suisse também alterou a demonstração do fluxo de caixa para remuneração baseada em ações, movimentos cambiais não monetários e alguns hedges de fluxo de caixa.
*Com informações de Financial Times e Reuters
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro