O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco norte-americano reafirmou a recomendação de compra para o papel e elevou o preço-alvo de R$ 31 para R$ 40 para 2024, o que representa um potencial de valorização de cerca de 20% em relação ao fechamento de segunda-feira (24)
As units do BTG Pactual (BPAC11) já subiram 43% este ano, enquanto, no mesmo período, o Ibovespa acumula ganho de 10% — e, segundo o Bank of America (BofA) há espaço para mais.
O banco norte-americano reafirmou a recomendação de compra para BPAC11 e elevou o preço-alvo de R$ 31 para R$ 40 para 2024, o que representa um potencial de valorização de cerca de 20% em relação ao fechamento de segunda-feira (24).
O BofA vê o banco de investimento bem posicionado para entregar um aumento forte de lucros, impulsionado por:
O Bank of America projeta lucro líquido de R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões em 2023 e 2024 — alta de 6% e 14%, respectivamente, em relação às estimativas antigas — refletindo a receita mais forte, principalmente do banco de investimento, de empréstimos corporativos e das vendas e negociação.
Além disso, calcula que o BTG está sendo negociado a 10,7 vezes o preço sobre o lucro (P/L) para 2024, abaixo da média dos últimos três anos, de 12,5x.
Por todos esses fatores, o BofA vê espaço para que o valuation de BPAC11 vá para níveis mais altos, dada a sólida execução estratégica do BTG e o próximo ciclo de flexibilização nos juros.
Leia Também
Embora o BTG tenha provado a capacidade de gerar ganhos sólidos durante o atual ambiente de juros altos, o Bank of America acredita em um desempenho ainda melhor em um ciclo de flexibilização — que pode começar na reunião do Copom da próxima semana.
“Esperamos uma melhora significativa na atividade do mercado de capitais no segundo semestre de 2023, uma vez que o primeiro semestre foi impactado pelo evento Americanas e pela alta da taxa Selic”, diz o BofA em relatório.
O Bank of America espera ainda que o índice de eficiência do BTG melhore para 37% em 2024, dos atuais 39%, pois acredita que a infraestrutura atual é capaz de suportar uma maior atividade comercial.
O BofA ainda chama atenção para os riscos de execução mais baixos do BTG em relação aos pares, dado o histórico e a posição de liderança no segmento de banco de investimento.
Embora as previsões do Bank Of America sejam super otimistas para o BTG, um elemento pode atrapalhar a festa: o fim dos juros sobre capital próprio (JCP).
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a afirmar que o governo vai propor o fim do JCP para grandes empresas. A proposta é mais uma das medidas de arrecadação do ajuste fiscal, que devem ser enviadas em agosto, durante o encaminhamento do Orçamento de 2024 ao Congresso Nacional.
A grande questão é que o JCP é uma remuneração que empresas de capital aberto distribuem aos acionistas, cotistas e sócios, e que não entra no cálculo do Imposto de Renda (IR).
As units do BTG sentiram o golpe e, embora tenham começado a terça-feira (25) em alta, embaladas pela avaliação do Bank of America, voltaram a cair, pressionadas pela possibilidade do fim do JCP.
Por volta de 13h, as units BPAC11 caíam 0,62%, cotadas a R$ 33,49.
VEJA TAMBÉM — Vale, Itaú, Petrobras e outras: o que esperar da temporada de resultados das gigantes da bolsa
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar