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Mesmo com um alívio anterior, os treasuries voltaram a chamar atenção dos investidores com série de altas históricas
Desde a semana passada o assunto treasuries vem monopolizando o noticiário no mercado financeiro em geral e aqui do Market Makers em particular.
Falamos disso no episódio com a Zeina Latif e o Fabio Kanczuk, na semana passada e no que vai ao ar hoje (spoiler).
Além disso, também abordamos o assunto em outras três newsletters: uma sobre o começo desse processo, outra sobre as dúvidas que pairam sobre ele e a última sobre a importância e a profunda mudança estrutural que estamos vivendo no mundo dos investimentos.
Hoje, infelizmente, não vamos conseguir mudar de assunto: os treasuries americanos continuam subindo e isso vai continuar trazendo consequências sobre os investimentos.
Mas antes, vamos a uma necessária recapitulação.
Os títulos do tesouro americano já vem chamando atenção desde o começo do segundo semestre.
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Primeiro quando as taxas de dois anos ficaram mais altas que as de dez anos, em um movimento que costuma significar, historicamente, que há uma crise à vista.
Depois, nas últimas semanas, essas taxas começaram a subir sem parar, passando dos 5% (no caso da taxa mais curta), coisa que não acontecia havia muito tempo.
O assunto mobiliza o mercado porque, como explicamos nas outras newsletters, o juro americano é o preço mais importante do mundo.
Mas, afinal, o que tem causado as elevações das taxas de juros dos treasuries? Confira na coluna do Market Makers.
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