🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

ÍNDICE SALTA 9%

Trégua nos calotes em fundos imobiliários, cotas com desconto e mais: as razões por trás da disparada recente do IFIX

A atual série positiva do índice é a maior desde o início de junho de 2020, quando ele subiu em 17 pregões consecutivos

Larissa Vitória
Larissa Vitória
19 de maio de 2023
6:31 - atualizado às 14:58
Miniaturas de casas sobre moedas representando os fundos imobiliários | fundo imobiliário DEVA11 dividendos
Fundos imobiliários - Imagem: Canva

O IFIX, índice que reúne os principais fundos imobiliários da B3, não é conhecido por apresentar grandes volatilidades diárias como o Ibovespa, a referência mais famosa do mercado de renda variável brasileiro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, como já dizia o ditado: de pregão em pregão, o IFIX enche o papo. O índice de fundos imobiliários está prestes a quebrar um recorde, engatando a maior sequência de fechamentos em alta dos últimos três anos. 

Pressionado pelo ambiente desfavorável para os ativos de risco no geral e os calotes nos portfólios de alguns dos maiores fundos da indústria, o índice sofreu no primeiro trimestre de 2023. 

Mas passou por uma virada recente e acumula ganhos de mais de 9% desde o final de março, quando chegou ao seu menor nível no ano.

A sessão de ontem trouxe um modesto avanço de 0,09%, mas a leve alta foi suficiente para garantir o 16º fechamento seguido no azul. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A série positiva é a maior desde o início de junho de 2020, quando o IFIX subiu em 17 pregões consecutivos. E esse recorde pode ser ultrapassado, de acordo com Caio Araújo, analista da Empiricus: “por ora, o movimento segue favorável.”

Leia Também

Mas o especialista em FIIs destaca que o curtíssimo prazo é imprevisível. “A implementação do arcabouço fiscal segue em andamento e o ambiente político no Brasil sempre traz surpresas que têm influência no mercado de capitais.”

O substituto do teto de gastos, aliás, é um dos elementos por trás do desempenho dos fundos imobiliários nos últimos dias. Veja abaixo as razões por trás da disparada recente do IFIX.

Calotes ainda preocupam, mas fundos imobiliários high yield recuperam parte das perdas do ano

O primeiro motivo para o salto do IFIX é o desempenho dos fundos de papel — ou seja, os que investem em títulos de crédito imobiliário — do tipo high yield. A categoria, que entrega remunerações maiores em troca de um risco de crédito elevado, sofreu com calotes nos portfólios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos últimos dias, porém, os FIIs alvos de inadimplência apresentaram uma forte recuperação que apaga parcialmente as perdas registradas do ano e leva esses ativos a anotarem as maiores altas do IFIX em maio. Veja abaixo:

FundoAlta no mês*
Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11)33,93%
Versalhes RI (VSLH11)29,55%
Hectare CE (HCTR11)25,28%
Banestes RI (BCRI11)18,15%
Tordesilhas EI (TORD11)14,53%
Iridium RI (IRDM11)12,59%
*Até o fechamento de 18/05/2023 | Fonte: B3

Nas primeiras posições da tabela aparecem membros de um grupo de fundos relacionados à Gramado Parks, conglomerado de turismo e multipropriedades em recuperação judicial.

Hectare CE (HCTR11), Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11), Versalhes RI (VSLH11), Banestes RI (BCRI11) e Iridium RI (IRDM11) foram alvos da inadimplência de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) da companhia em março.

Três das holdings do grupo estão em recuperação judicial, mas uma decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul autorizou a Forte Securitizadora, emissora dos CRIs, a executar as garantias dos títulos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Antecipando-se aos tribunais, uma assembleia de credores de outros certificados de recebíveis da Gramado Parks também aprovou o acionamento judicial das garantias dos ativos da holding que ainda não estão sob a proteção da RJ.

Os detentores dos títulos deram ainda o sinal verde para a exigência da recompra total dos créditos imobiliários e declaração de vencimento antecipado de debêntures, entre outras deliberações.

VEJA TAMBÉM — “A Bet365 travou meu dinheiro!”: este caso pode colocar o site de apostas na justiça; entenda o motivo

Os segmentos de fundos imobiliários mais descontados em 2023

Além dos calotes, outro fator que impulsiona a performance de alguns fundos em maio é o movimento de “caça às pechinchas” da indústria.

Na classe dos recebíveis imobiliários, por exemplo, até mesmo FIIs que não sofreram diretamente com calotes foram penalizados pelo aumento da percepção de risco dos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A categoria também já acumulava uma queda nas cotas desde o terceiro trimestre do ano passado, quando o IPCA — indicador oficial da inflação brasileira — variou negativamente por três meses consecutivos e afugentou investidores de ativos com carteiras atreladas ao índice.

Com isso, até abril, o segmento de recebíveis anotava a maior queda entre os fundos imobiliários no ano, de acordo com dados do Santander. A classe recuava 4,91% em quatro meses e apresentava descontos tentadores.

Outros segmentos, como o híbrido, o de escritórios e o logístico também recuavam em 2023 e geravam oportunidades para quem procurava FIIs com desconto. Veja abaixo: 

SegmentoRentabilidade até abril/2023
Shoppings+7,07%
Outros+1,18%
Fundos de fundos+0,58%
IFIX-0,31%
Logístico/Industrial-2,34%
Escritórios-2,70%
Híbridos-3,16%
Recebíveis Imobiliários-4,91%
Fonte: Santander e Broadcast

Cenário macroeconômico também afeta o IFIX

Até agora, falamos de eventos específicos do mercado de fundos imobiliários, mas o desempenho do IFIX também é afetado por fatores macroeconômicos que mexem com as perspectivas para toda a renda variável brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro deles é a melhora geral no apetite aos ativos de risco com o arrefecimento da curva de juros. Os contratos de DI negociados na B3 — referência para o futuro das taxas brasileiras — apresentam quedas em 2023 que vão de 1%, nos vencimentos mais curtos, até 11%, nos vértices  mais longos.

O movimento marca uma virada nas projeções do mercado, que vinham sendo pressionadas por fatores macroeconômicos desde o início do ano, e foi patrocinado pelo noticiário político e econômico recente.

Do lado de Brasília, a principal contribuição para o ambiente menos caótico é o arcabouço fiscal. A urgência para votação do substituto do teto de gastos foi aprovada na última quarta-feira pela Câmara dos Deputados.

Na prática, isso significa que a tramitação do texto será mais acelerada, pois ele pode pular a avaliação das comissões da Casa e passar diretamente para o debate no plenário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda que a proposta esteja longe de corresponder a todas as expectativas do mercado para o controle das contas públicas, sua aprovação é considerada importante para diminuir as incertezas para os investimentos no país.

A queda no volume dos ruídos fiscais também deve contribuir para a avaliação do Banco Central sobre o contexto inflacionário do país e remover um dos empecilhos para o início do ciclo de queda da taxa Selic — uma grande vilã para a cotação dos fundos imobiliários.

O BC já deixou claro que "não há relação mecânica entre a convergência de inflação e a aprovação do arcabouço fiscal". Mas vale destacar que o projeto foi bastante mencionado na última ata do Copom, especialmente por trazer previsibilidade à trajetória dos gastos do governo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar