O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além da mudança na política de dividendos, a troca na presidência da petroleira voltou à mesa
O temor de interferências do governo na Petrobras (PETR4) voltou à mesa nesta quinta-feira (27) e fez as ações da estatal caírem com força no Ibovespa, em dia de realização dos ganhos recentes em meio aos balanços corporativos.
E, mais uma vez, a questão é a troca do comando da companhia. Segundo o Estadão, a gestão de Jean Paul Prates é classificada por parte do alto escalão do Partido dos Trabalhadores (PT) como “capturada pelos interesses do mercado financeiro”, o que estaria desagradando o presidente Lula.
Entre os pontos de desacordo, o ex-senador não estaria em linha com a visão desenvolvimentista do governo Lula, além de dar pouco espaço para nomes da ala mais à esquerda do PT em cargos de relevância na companhia.
Com o risco de interferência na estatal, os papéis preferenciais da Petrobras (PETR4) — que dão preferência na distribuição de proventos — fecharam em baixa de 5,19%, a R$ 29,39. Já os papéis ordinários (PETR3) caíam 5,63%, a R$ 32,52. Confira o que movimentou os mercados hoje.
Mas não é só o comando da estatal que suscita cautela sobre os papéis da companhia no Ibovespa hoje. Alterações na política de dividendos também seguem no radar — principalmente, com a proximidade dos resultados do segundo trimestre. O balanço da companhia deve ser divulgado na próxima quinta-feira (3).
Vale lembrar que, no mês passado, o CEO Jean Paul Prates afirmou, em entrevista à Folha, que a política de distribuição de proventos deve sofrer uma mudança gradual, a exemplo da política de definição dos preços dos combustíveis, alterada em maio deste ano.
Leia Também
Há a expectativa de que a nova regra seja apresentada ainda neste mês de julho.
Segundo declarações recentes do diretor financeiro (CFO) da Petrobras (PETR4), Sergio Caetano Leite, a empresa deve anunciar os dividendos do segundo trimestre já com base na ‘nova’ política.
Por fim, a companhia também sofre pressão sobre o reajuste no preço da gasolina. Hoje, a 3R Petroleum (RRRP3) e a Acelen anunciaram aumentos nos preços do combustível.
A 3R subiu em R$ 0.12/L, com o preço em Guamaré a R$ 3.20/L. A Acelen subiu em R$ 0.22/L para entrega na Bahia (preço médio de R$ 3.05/L) e R$ 0,29/L nos demais estados do Nordeste e nos estados em que entrega no Norte (preço médio de R$ 2.99/L).
Segundo relatório da XP, “a diferença entre o preço por litro começa a se aproximar de patamares que levaram a reajustes por parte da Petrobras no passado”.
Além das questões políticas, os papéis da companhia também foram pressionados pelos números apresentados na prévia operacional do segundo trimestre, divulgada na última quarta-feira (26).
O documento mostra que a companhia produziu 2,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboed) entre abril e junho deste ano, uma leve queda de 0,5% na comparação com mesmo período de de 2022.
Mais especificamente, a produção comercial também recuou. A Petrobras produziu 2,312 milhões de barris por dia, o que representa uma queda de 0,9% na comparação anual e uma baixa de 1,7% ante o primeiro trimestre.
Já a produção do pré-sal bateu um novo recorde trimestral com 2,06 MMboed, o que equivale a 78% do total entregue pela petroleira. O recorde anterior, de 2,05 MMboed, havia sido registrado no 1T23.
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior