O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Conselho de administração da Natura autoriza diretoria a ‘explorar alternativas estratégicas’ para a The Body Shop, inclusive a venda
Foi em 2017 que a Natura (NTCO3) pagou 1 bilhão de euros à L’Oreal pela The Body Shop com a ambição de ampliar sua presença na América Latina. Apenas seis anos depois, porém, a multinacional brasileira de cosméticos colocou a marca na prateleira.
O conselho de administração da Natura autorizou a diretoria da companhia a “explorar alternativas estratégicas” para a The Body Shop (TBS). A possibilidade de venda do negócio figura entre as alternativas em estudo — e talvez seja a principal delas.
A informação consta de fato relevante divulgado pela Natura na manhã desta segunda-feira (28).
No documento, a Natura antecipa que não pretende tecer comentários nem fornecer atualizações sobre o assunto. A não ser, é claro, que algum desdobramento mais concreto a obrigue a se pronunciar.
Em reação, NTCO3 abriu em forte alta no Ibovespa.
A possibilidade de venda da The Body Shop ganha força apenas alguns meses depois da troca no comando da unidade de negócio.
Leia Também
Bickley assumiu o posto interinamente com a missão de "refinar o plano de negócios atual e a agenda de transformação da unidade, bem como acelerar a estratégia que busca recuperação de rentabilidade e conversão de caixa, assim como o retorno de uma receita sustentável".
Em relatório divulgado na semana passada, o banco BTG Pactual chamou a atenção para as dificuldades enfrentadas pela marca The Body Shop com a reabertura econômica no pós-pandemia.
“O comércio eletrônico da TBS apresenta baixo desempenho e precisa ser melhorado”, pontua o BTG. Na avaliação do banco, a The Body Shop deveria priorizar a melhora da rentabilidade antes de avançar com o desenvolvimento da marca.
Para o Itaú BBA, o crescimento da TBS no curto prazo é limitado pelo ambiente macroeconômico e por níveis de estoque abaixo do ideal.
“No entanto, uma gestão rigorosa dos custos proporcionou margens mais elevadas, quando excluídos os custos de reestruturação”, prossegue o banco, que espera uma manutenção dessa tendência.
Segundo o JP Morgan, a TBS pode ser avaliada em aproximadamente R$ 2,5 bilhões. O montante equivale a cerca de 12% do valor de mercado da Natura.
"Uma potencial venda permitiria à Natura concentrar-se em seu negócio principal de venda direta e na integração da Avon", diz o banco norte-americano.
Ainda de acordo com o JP Morgan, a queima de caixa na The Body Shop tem funcionado como uma distração para a gestão da empresa.
A exploração de “alternativas estratégicas” em relação à The Body Shop ocorre em um momento no qual a Natura luta para recuperar a confiança dos investidores.
Desde julho de 2021, quando atingiu sua máxima histórica no Ibovespa, NTCO3 acumula queda de quase 75%. Na última sexta-feira, a ação fechou a R$ 15,28.
Também em abril, apenas alguns dias antes da troca de comando na The Body Shop, a Natura vendeu a marca de luxo Aesop para a L’Oreal por US$ 2,525 bilhões.
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%