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Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

DESTAQUES DA BOLSA

MRV (MRVE3) fica entre as maiores quedas do Ibovespa após prévia; confira a opinião dos analistas e a recomendação para as ações

O que mais desapontou os investidores e acendeu o alerta para os analistas foi a queima de caixa de R$ 539,5 milhões nos últimos três meses do ano

Logo da MRV (MRVE3) nas cores verde e amarelo
MRV - Imagem: Divulgação

Em meio à série de construtoras e incorporadoras que divulgaram as prévias operacionais do quarto trimestre nos últimos dias, uma delas chama a atenção dos investidores: a MRV (MRVE3)

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Um dos motivos para o destaque é o tamanho do negócio — trata-se da maior incorporadora do programa Casa Verde e Amarela. O outro é que, novamente, o desempenho operacional da empresa desapontou analistas e investidores.

Esse último grupo reage à prévia na bolsa de valores e coloca as ações da MRV entre as maiores quedas do Ibovespa hoje. Por volta das 13h20, os papéis MRVE3 recuavam 5,32%, cotados em R$ 6,76.

Apesar de mais fracos do que o esperado, os dois primeiros indicadores da companhia não foram uma decepção total para os especialistas. 

O Valor Geral de Vendas lançado — uma estimativa da receita a ser obtida com os empreendimentos — cresceu 7,3% ante o quarto trimestre de 2021 e chegou a R$ 3,48 bilhões. No consolidado anual o resultado foi uma leve queda de 3,15%, totalizando R$ 9,14 bilhões.

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Já as vendas recuaram nas duas bases. A variação negativa foi maior na comparação trimestral, de 14,2%, com R$ 2,06 bilhões vendidos no 4T22. Já a queda anual foi de apenas 2,8%, com o indicador fechando o ano em R$ 7,87 bilhões.

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Mas o que mais desapontou os investidores e acendeu o alerta para os analistas foi a queima de caixa de R$ 539,5 milhões nos últimos três meses do ano.

A maior parte da cifra, cerca de R$ 286,3 milhões, foi gasta na operação principal da MRV. A recuperação das margens da unidade de incorporação focada nos segmentos de baixa renda segue sendo um dos maiores desafios para a companhia.

Os destaques operacionais da construtora

Uma das soluções da construtora para mitigar a pressão sobre as margens é o aumento dos preços dos empreendimentos — o ticket médio cresceu 22,7% no quarto trimestre.

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Para o Bradesco, a estratégia é acertada e deve aliviar a queima de caixa e, eventualmente, equilibrar as contas. O banco estima que isso poderá ocorrer no segundo semestre deste ano.

Outro destaque positivo das prévias foi a performance da Resia. Depois de dar um susto nos acionistas com sua ausência nos números do trimestre passado, a incorporadora norte-americana lançou R$ 421 milhões e vendeu R$ 551 milhões no 4T22.

A subsidiária gringa da MRV também é uma fonte de otimismo para os analistas. Para boa parte deles, a Resia ainda não está precificada nas ações da companhia e pode ser um gatilho de alta para os papéis em caso de retomada dos planos de capitalização.

É hora de comprar MRV (MRVE3)?

Pesando os pontos negativos e positivos das prévias e da operação da companhia no geral, a maioria dos analistas consultados pelo Seu Dinheiro ainda recomenda compra para as ações da MRV.

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Para o BTG, um dos maiores chamarizes dos papéis MRVE3 é a cotação. “Acreditamos que o valuation está excessivamente descontado, o que significa que os investidores estão precificando o momento mais fraco e ignorando as recentes mudanças positivas no CVA.”

O Santander também acredita que o preço da ação está atrativo na comparação histórica. O banco justifica ainda a manutenção da recomendação de compra pelo sólido potencial de crescimento dos ganhos por meio da subsidiária nos EUA.

Já o Itaú BBA preferiu uma abordagem mais cautelosa com a companhia e manteve a indicação neutra. Os analistas optaram por “aguardar mais sinais de melhora na operação Brasil e maior visibilidade no mercado americano” antes de atualizar a recomendação.

Confira abaixo o preço-alvo e potencial de alta calculado por cada uma das casas:

CasaRecomendaçãoPreço-alvoUpside
BradescoCompraR$ 16136,7%
BTGCompraR$ 15121,9%
Itaú BBANeutraR$ 1277,5%
SantanderCompra$ 15,50129,3%
Fonte: bancos e B3

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