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MERCADOS HOJE

Bolsa agora: Cautela pré-feriado pesa e Ibovespa fecha em queda; dólar recua 0,21% na semana

Seu Dinheiro
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6 de abril de 2023
7:11 - atualizado às 15:01

RESUMO DO DIA:  Conforme já era esperado, a sessão desta quinta-feira (6) foi marcada por um menor volume de negócios, considerando que as principais bolsas do Ocidente estarão fechadas amanhã por causa do feriado da Páscoa. 

Nos EUA, o tom foi de moderação. Temores quanto a uma recessão econômica ainda mexem com o sentimento dos investidores e novos dados do mercado de trabalho mostraram que os pedidos de auxílio-desemprego voltaram a ganhar força acima do esperado. 

Por aqui, o cenário político seguiu em destaque, com entrevistas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas sem novidades suficientes para impactar o ritmo dos negócios. 

O Ibovespa chegou a flertar com o campo positivo em alguns momentos, mas acabou fechando em queda. 

Confira os principais destaques do dia:

Leia Também

MARKET MAKERS #39

A conturbada relação entre o Banco Central e o governo brasileiro esteve no topo dos assuntos nos noticiários recentemente, especialmente nos últimos episódios do Market Makers

Muito se falou sobre o cabo de guerra travado entre o presidente Lula e o chefe do BC, Roberto Campos Neto, em relação à política monetária brasileira. Mas há uma outra interação que esteve fora dos holofotes.

Convidados ao episódio #39, os irmãos Marcelo e Pedro Luiz Cerize, sócios da Lev, uma distribuidora de títulos e valores mobiliários, dão luz ao relacionamento entre o próprio BC e o mercado financeiro.

“Eu acho que ele [BC] tem outros interesses, existe uma contaminação muito grande entre Banco Central e mercado”, afirma Pedro Cerize, em conversa com os apresentadores Thiago Salomão e Renato Santiago — ele também é sócio da Skopos Investimentos.

Leia mais.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
ALPA4Alpargatas PNR$ 7,505,04%
LREN3Lojas Renner ONR$ 15,714,94%
RRRP33R Petroleum ONR$ 29,024,84%
BBSE3BB Seguridade ONR$ 34,054,29%
PRIO3PRIO ONR$ 34,864,06%

Confira também as maiores quedas da sessão:

CÓDIGONOMEULTVAR
NTCO3Natura ONR$ 11,20-5,49%
TOTS3Totvs ONR$ 27,24-4,08%
CASH3Meliuz ONR$ 0,89-3,26%
JBSS3JBS ONR$ 16,79-2,50%
ASAI3Assaí ONR$ 13,63-2,43%
FECHAMENTO

O Ibovespa encerrou a sessão em queda de 0,15%, aos 100.821 pontos. Na semana, o recuo foi de 0,93%

FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou o dia em alta de 0,16%, a R$ 5,0581

FECHAMENTO EM NOVA YORK

Apesar de mais uma bateria de indicadores econômicos preocuparem os investidores, com os números de pedidos de auxílio-desemprego mostrando uma aceleração acima da projetada, os principais índices em Wall Street conseguiram encerrar o dia longe das mínimas. Amanhã (06), as bolsas estarão fechadas por conta do feriado de Sexta-feira Santa.

Confira o fechamento dos principais índices:

  • Dow Jones: -0,02%
  • Nasdaq: +0,76%
  • S&P 500: +0,35%
LAYOFF EM FOCO

As demissões tornaram-se pauta recorrente nos noticiários ao redor do mundo. De janeiro até agora, o número de layoffs superou a marca de 270 mil, equivalente a um disparo de 396% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo relatório Challenger, da companhia de recolocação Challenger, Gray & Christmas.

Só em março, as empresas demitiram 89.703 funcionários, o que corresponde a um aumento de 15% em relação a fevereiro. 

“Com os aumentos das taxas continuando e os custos das empresas reinando, as demissões em larga escala que estamos vendo provavelmente continuarão”, disse Andrew Challenger, vice-presidente sênior da Challenger, Gray & Christmas.

De acordo com a companhia, o principal motivo citado pelas empresas sobre as demissões foram as condições econômicas e de mercado. O segundo fator mais apontado foi o corte de custos.

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FECHAMENTO

O Brent encerrou o dia em alta de 0,15%, a US$ 85,12.

3R PETROLEUM: COM MENOS RESERVAS, É HORA DE VENDER RRRP3?

As reservas provadas (1P) da 3R Petroleum caíram 2,5% em um ano, passando para 367,2 milhões de barris de óleo equivalente (boe) em 2023. Se olharmos as reservas provadas e prováveis (2P) também houve queda: de 523,7 milhões de boe para 516 milhões de barris. Diante desse desempenho, é hora de vender as ações RRRP3?

A resposta do BTG Pactual é não. Segundo o banco, os números apresentados são melhores do que o mercado previa — os investidores acreditavam que os investimentos iriam aumentar significativamente e que os volumes despencariam. 

Por isso, o BTG manteve a recomendação de compra para a 3R, com preço-alvo de R$ 85 para 12 meses, o que representa um potencial de valorização de 207% em relação ao fechamento de quarta-feira (05). 

Nesta quinta-feira (06), os papéis RRP3 operam em alta, mas em um ano acumulam baixa de 35%. 

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RECUPERAÇÃO BREVE

Apesar de ter iniciado o dia em queda, repercutindo um aumento maior do que o esperado nos pedidos de auxílio-desemprego na última semana, as bolsas em Wall Street operam no campo positivo no início desta tarde. Amanhã (07), a bolsa estará fechada devido ao feriado de Páscoa.

PARA HADDAD, O ARCABOUÇO EXIGE A QUEDA NOS JUROS

O novo arcabouço fiscal irá exigir, mais do que permitir, a queda da taxa de juros, afirmou nesta quinta-feira (6) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em entrevista à BandNews.

"Se as contas estiverem em ordem não tem porque existir juros tão altos", disse o ministro, emendando que, em sua opinião, há uma convergência entre as políticas fiscal e monetária. "Se o Congresso e o Judiciário derem sustentação para esse plano, não tenho dúvida que o Brasil entrará em 2024 com rota de crescimento sustentável e justiça social."

Haddad acrescentou que, com o patamar atual da taxa de juros, em 13,75% ao ano, os investimentos tendem a cair muito. Por outro lado, se a taxa começar a cair, a tendência é haver uma retomada desse processo. "Naturalmente o mercado de capitais terá recursos para fazer negócios, ampliar. Ele terá demanda, vai produzir mais."

Ele afirmou também que o novo arcabouço garante que o aumento de despesas sempre será inferior ao das receitas. "Estamos recompondo a base fiscal do Estado. O Estado precisa ter Orçamento suficiente para honrar compromissos legais e manter o compromisso de responsabilidade com as contas públicas."

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NADA DE MUDANÇAS

Nesta manhã, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez questão de desmentir que uma alteração da mudança da política de preços da Petrobras (PETR4) já está sendo discutida pelo governo federal.

Em café da manhã com jornalistas, Lula ressaltou que a pauta só será discutida quando ele pedir. Isso, no entanto, não significa que mudanças não virão no futuro. Desde a campanha, o presidente é crítico ao modelo adotado pela estatal, condenando a gorda fatia de dividendos distribuidos nos últimos anos.

FECHAMENTO NA EUROPA
  • Frankfurt: +0,50%
  • Londres: +1,00%
  • Paris: +0,12%
  • Madri: +0,64%
  • Stoxx 600: +0,49%
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas da primeira hora de negociação:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 6,432,55%
PRIO3PRIO ONR$ 34,282,33%
RRRP33R Petroleum ONR$ 28,252,06%
ENGI11Engie unitsR$ 41,851,90%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,341,83%

Confira também as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
TOTS3Totvs ONR$ 27,49-3,20%
AZUL4Azul PNR$ 10,50-2,78%
BPAN4Banco Pan PNR$ 4,82-2,43%
CASH3Meliuz ONR$ 0,90-2,17%
EMBR3Embraer ONR$ 19,35-1,88%
NOVA YORK EM QUEDA

Mais dados decepcionantes nos Estados Unidos: o número de pedidos de auxílio-desemprego cresceram mais do que o esperado na semana, mais uma vez confirmando os temores de que a alta dos juros está provocando uma forte desaceleração da economia.

Com isso, os investidores optam pela cautela.

A queda em Nova York tambem pesa sobre o Ibovespa.

FALA, HADDAD

Em entrevista ao canal BandNews TV, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o arcabouço fiscal tem como objetivo dar sustentação aos programas sociais e garantir. Ele ainda afirmou que, com o substituto do teto de gastos, a queda de juros é uma necessidade — nas palavras dele, a Selic tão elevada quanto a atual inviabiliza investimentos.

O ministro também voltou a ressaltar que o governo federal não vai criar novos tributos e aumentar as taxas já existentes, e que o plano pretende atacar quem, hoje, não paga impostos para gerar a arrecadação extra.

IBOVESPA SOBE E RETOMA OS 101 MIL PONTOS

O Ibovespa abriu a sessão desta quinta-feira (6) em alta e, por volta de 10h15, avançava 0,50%, aos 101.546 pontos. O índice acompanha a tendência vista nas bolsas da Europa, que também exibem ganhos moderados nesta véspera de feriado; nos EUA, os futuros dos índices em Wall Street oscilam perto da estabilidade.

No radar, destaque para a entrevista do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, à BandNews TV, que está sendo exibida neste momento — sinais quanto à trajetória fiscal e novos detalhes a respeito do novo arcabouço que substitui o teto de gastos são acompanhados de perto pelos investidores.

No câmbio, o dólar à vista sobe 0,43%, a R$ 5,0720

SANTANDER REVISA PROJEÇÕES MACRO

O Santander Brasil atualizou algumas de suas projeções macroeconômicas para o país num horizonte de três anos. Destaque para a revisão das estimativas para o IPCA: o banco agora trabalha com uma inflação de 6,1% neste ano — anteriormente, a previsão era de 5,9%.

Para 2024, a estimativa de inflação acumulada em 12 meses subiu de 3,7% para 3,9% e, para 2025, de 4% para 4,5%.

Outros dados permaneceram inalterados. É o caso do crescimento do PIB, que segue em 0,8% para este ano, 0,5% para 2024 e 1,5% para 2025. As estimativas para a taxa Selic também continuam as mesmas: o Santander prevê 13% ao fim de 2023, recuando para 11% no ano seguinte e 8% no próximo.

Veja outros destaques das projeções macroeconômicas do Santander Brasil:

  • Taxa de câmbio: R$ 5,40 em 2023, R$ 5,50 em 2024 e R$ 5,55 em 2025 (todos estáveis em relação às estimativas anteriores)
  • Saldo em conta corrente (%PIB): -3,1% em 2023, -3,4% em 2024 e -3,1% em 2025 (sem alterações)
  • Superávit primário consolidado (%PIB): de -1,4% para -1,2% em 2023, de -1,2% para -1,1% em 2024 e de -0,8% para -0,9% em 2025
  • Dívida bruta do governo geral (%PIB): de 78,8% para 77,4% em 2023, de 83,4% para 81,7% em 2024 e de 86,7% para 84,8% em 2025.
COM AMBIÇÃO DE DOBRAR DE TAMANHO, VAMOS (VAMO3) COMPRA A TIETÊ VEÍCULOS POR R$ 331,4 MILHÕES

A Vamos (VAMO3) tem um objetivo claro e ambicioso de dobrar de tamanho no país, especialmente com a popularização da locação de caminhões no Brasil. Como parte desse plano, a empresa acaba de anunciar a compra da Tietê Veículos por R$ 331,4 milhões.

Com a compra, a Vamos vai ser dona de 63 concessionárias de caminhões em pelo menos 12 estados brasileiros e deve adicionar R$ 542 milhões de faturamento à sua receita bruta de locação de veículos e equipamentos.

A meta da Vamos é ter 100 mil ativos sob gestão até 2025.

Segundo o documento arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Tietê possui três lojas nas cidades de São Paulo, Campinas e Guarulhos (SP), o que deve aumentar a presença da Vamos no estado.

Leia mais.

DÓLAR E JUROS PERTO DA ESTABILIDADE

No mercado de câmbio, o dólar à vista até abriu o dia no campo negativo e chegou a recuar 0,12%, a R$ 5,0440. Mas, passados alguns minutos, a moeda americana já estava girando ao redor da estabilidade, sendo negociada a R$ 5,0505, em ligeira alta de 0,01%.

É um comportamento que fica bastante em linha com a tendência vista no exterior: o índice DXY, que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de divisas fortes — como o euro, a libra e o iene — subia 0,1% há pouco. Ou seja: a moeda dos EUA opera em leve tendência de alta em escala global.

No mercado de juros, tanto os vencimentos mais curtos quanto os mais longos operam em leve alta, sem grandes movimentos; os investidores aguardam pelas falas de Fernando Haddad e de James Bullard ao longo do dia antes de se posicionarem de maneira mais efetiva.

Veja abaixo como estão os principais DIs:

  • Janeiro/24: estável em 13,22%
  • Janeiro/25: de 11,96% para 11,97%
  • Janeiro/27: de 11,90% para 11,92%
  • Janeiro/29: de 12,29% para 12,30%
IBOVESPA FUTURO EM LEVE ALTA

O Ibovespa futuro abriu em ligeira alta de 0,03%, aos 100.935 pontos, num desempenho em linha com o visto em Wall Street. Por aqui, os mercados tem um dia relativamente vazio em termos de agenda econômica; os investidores, assim, aguardam a entrevista do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao canal BandNews TV, às 10h.

Eventuais novas sinalizações quanto ao arcabouço fiscal e à relação com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, podem mexer com o humor da bolsa e dos demais ativos domésticos.

SEMANA MAIS CURTA

Quer você seja religioso, chocólatra confesso ou apenas esteja ansiando por uma pausa nas tarefas rotineiras: a Semana Santa e a Páscoa chegaram. Além das festividades individuais, o calendário marca uma semana mais curta que o normal, com um feriado agendado para a próxima sexta-feira (7).

Como de costume, datas comemorativas tendem a virar o funcionamento — das pessoas, das instituições e até mesmo dos negócios — de cabeça para baixo.

Quer saber como o feriado afetará a bolsa de valores, os bancos, os Correios e o transporte em São Paulo? 

O Seu Dinheiro foi atrás de todas as informações que você precisa para organizar a agenda e se preparar para se encher de peixe e chocolate no fim de semana. Confira a seguir.

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EUA NO ZERO A ZERO

Nos Estados Unidos, os futuros dos índices acionários operam sem direção definida, oscilando ao redor da estabilidade. Por lá, os temores quanto a uma possível recessão econômica, em meio à alta dos juros e ao enfraquecimento dos dados de atividade, seguem em primeiro plano.

Considerando esse pano de fundo, o discurso de James Bullard, presidente do Fed St. Louis, às 11h, pode mexer com os mercados ao longo do dia; vale lembrar que, amanhã (7), serão divulgados os dados do relatório de trabalho (payroll) de março, e seus números podem ratificar — ou afastar — a percepção de desaceleração no país.

Veja abaixo como estão os futuros em Wall Street nesta manhã:

  • Dow Jones: +0,11%
  • S&P 500: +0,06%
  • Nasdaq: -0,14%
ENQUANTO ISSO, NAS COMMODITIES

O petróleo opera em ligeira baixa nesta manhã de quinta-feira, num movimento de acomodação após o rali provocado pelo corte surpresa na produção anunciado no começo da semana pela Opep.

Há pouco, o contrato do WTI para maio recuava 0,29%, a US$ 80,38 o barril; o Brent para junho tinha baixa de 0,22%, a US$ 84,81 o barril.

Entre as commodities metálicas, o tom é majoritariamente positivo: a prata, o cobre e a platina exibem ganhos modestos, enquanto o ouro fica estável.

Por fim, os futuros do minério de ferro negociados em Dalian, na China, operam em leve alta de 0,25% nesta manhã.

CAÇADOR DE TENDÊNCIAS

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Braskem (BRKM5).

BRKM5: [Entrada] R$ 19.59; [Alvo parcial] R$ 20.18; [Alvo] R$ 21.07; [Stop] R$ 18.59

Recomendo a entrada na operação em R$ 19.59, um alvo parcial em R$ 20.18 e o alvo principal em R$ 21.07, objetivando ganhos de 7.5%.

O stop deve ser colocado em R$ 18.59 evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

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EUROPA SOBE COM IMPULSO ALEMÃO

A surpresa com o bom resultado da produção industrial da Alemanha dá forças às bolsas da Europa como um todo, colocando os principais índices acionários do velho continente em terreno positivo nesta manhã.

Veja abaixo como estão os mercados mais relevantes no momento:

  • DAX (Alemanha): +0,21%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,57%
  • CAC 40 (França): +0,13%
  • AEX (Holanda): +0,40%
  • IBEX (Espanha): +0,22%
  • FTSE MIB (Itália): +0,64%
  • STOXX Europe 600: +0,37%
SURPRESA NA ALEMANHA

A indústria alemã teve um desempenho bem acima do projetado pelos economistas em fevereiro, subindo 2% em relação ao resultado de janeiro — a expectativa era de estabilidade no período.

Os dados foram divulgados nesta madrugada pela Destatis, a agência oficial de estatísticas da Alemanha. Na comparação com fevereiro de 2022, a indústria do país cresceu 0,6%, no cálculo sem ajustes.

ÁSIA NO VERMELHO

Quase todas as principais bolsas da Ásia fecharam a quinta-feira (6) em baixa, pressionadas pelos temores quanto a uma possível recessão econômica nos EUA — dados de atividade mais fracos que o esperado, somados aos juros elevados no país, dão força a essa leitura.

Veja abaixo como ficaram as principais praças asiáticas:

  • Nikkei (Japão): -1,22%
  • KOSPI (Coreia do Sul): -1,44%
  • Taiex (Taiwan): -0,36%
  • Shanghai Composto (China): estável
  • Shenzhen Composto (China): -0,04%
  • Hang Seng (Hong Kong): +0,28%

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