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MERCADOS HOJE

Bolsa agora: Puxado pelas commodities metálicas, Ibovespa fecha o dia em queda; dólar cai após fala de Padilha

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24 de abril de 2023
7:14 - atualizado às 17:53

RESUMO DO DIA:

O Ibovespa voltou do feriado exatamente do ponto que havia parado na semana passada — com grande preocupação sobre o quanto uma eventual Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar os atos extremistas de 8 de janeiro podem atrapalhar a agenda econômica. 

Para o mercado, o prazo para a tramitação do novo arcabouço fiscal já está apertado e pode ficar ainda mais caso os congressistas fiquem com suas atenções divididas entre as investigações e as discussões sobre o novo dispositivo de controle das contas públicas. 

Esse temor, no entanto, foi amenizado no meio desta tarde (24) pelo ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha. 

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 16,114,61%
SMTO3São MartinhoR$ 28,613,14%
PRIO3PRIO ONR$ 35,033,03%
YDUQ3Yduqs ONR$ 7,863,01%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,392,73%

Confira também as maiores quedas da sessão:

CÓDIGONOMEULTVAR
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,41-5,36%
BRKM5Braskem PNAR$ 18,51-4,34%
BRAP4Bradespar PNR$ 24,50-4,18%
BEEF3Minerva ONR$ 8,56-3,93%
VALE3Vale ONR$ 71,96-3,62%
FECHAMENTO

O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,40%, aos 103.946 pontos.

FECHAMENTO EM NOVA YORK

Sem grandes divulgações econômicos no início da semana, as bolsas em Nova York tiveram um comportamento tímido, no aguardo dos balanços corporativos das grandes empresas de tecnologia.

  • Nasdaq: -0,29%
  • S&P 500: +0,09%
  • Dow Jones: +0,20%
FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,35%, a R$ 5,0409

FECHAMENTO

O petróleo do tipo Brent encerrou o dia em alta de 1,31%, a US$ 82,73

HAPVIDA (HAPV3) DEVOLVE GANHOS

Após liderar as altas do Ibovespa, as ações da Hapvida inverteram o sinal e agora recuam. O movimento veio após um leilão por oscilação máxima permitida. Mais cedo, o BTG Pactual retomou a cobertura dos papéis com indicação de compra.

JUROS NAS MÍNIMAS

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, deu um pouco mais de otimismo para o mercado, o que levou os juros futuros a encostarem na mínima do dia.

Segundo ele, uma eventual Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os atos de 8 de janeiro não deve atrapalhar a tramitação de pautas importantes para o mercado, como o arcabouço fiscal e a reforma tributária.

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,21%13,22%
DI1F25DI Jan/2511,89%11,96%
DI1F26DI Jan/2611,71%11,78%
DI1F27DI Jan/2711,87%11,94%
DI1F28DI Jan/2812,06%12,13%
DI1F29DI Jan/2912,27%12,33%
CEO DA HURB RENUNCIA APÓS VAZAMENTO DE DADOS DOS CLIENTES

O Hurb (antigo Hotel Urbano) terá um novo CEO a partir de amanhã (25). João Ricardo Mendes, fundador da startup de serviços de viagem, anunciou hoje que deixará a empresa em meio à explosão de denúncias da empresa ao Procon-SP. 

Em nota enviada pelo Hurb, Mendes afirma que “dizer que estou envergonhado é um eufemismo extremo”, cita a morte da própria mãe há cerca de um ano e meio e encerra a carta com um trecho da música Till I Collapse, do cantor Eminem. 

Quem assumirá a cadeira será o General Council, Otávio Brissant, que está na companhia há mais de sete anos.

“A equipe de liderança votará em um nome para assumir a posição de COO e todos do Hurb Leadership Team (HLT) estarão administrando a Companhia como acionistas que são, temos nossos objetivos totalmente alinhados”, escreve a nota.

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FELIZES PARA SEMPRE… SÓ QUE NÃO

Quem cresceu escutando contos de fadas ao dormir está acostumado com um final marcado pelo “felizes para sempre”. Acontece que, nos livros da Disney, a narrativa está longe de acabar bem — e esta segunda-feira (24) marca o início de um capítulo sombrio na terra do Mickey Mouse.

A Walt Disney Company anunciou o início da segunda e mais intensa rodada de demissões, que elevará o número de funcionários desempregados a 4 mil pessoas — mas a gigante norte-americana não deve parar por aí.

No total, a empresa de entretenimento pretende demitir 7 mil trabalhadores até o fim de junho.

“Há algumas semanas a empresa começou a notificar os funcionários cujas funções são afetadas como parte de nossos esforços gerais de realinhamento de negócios e redução de custos. Queríamos compartilhar que as notificações continuarão em muitas áreas da empresa nos próximos dias. Além disso, a reestruturação em vários negócios continuará nos próximos meses”, afirmaram os co-presidentes da Disney Entertainment, Alan Bergman e Dana Walden, em nota à equipe acessada pela Variety.

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O PESADELO ACABOU? HAPVIDA (HAPV3) LIDERA GANHOS DO IBOVESPA E PARECE ESTAR RECONQUISTANDO A CONFIANÇA DOS ANALISTAS

A decepção do mercado financeiro com o balanço do quarto trimestre de 2022 da Hapvida (HAPV3) fez com que a companhia entrasse em um novo momento de vida — mas hoje (24) as ações da empresa lideram as altas do Ibovespa, após o BTG Pactual elevar a sua recomendação dos papéis para compra, revertendo o pesadelo das últimas semanas e a queda de mais de 40% no ano. 

A forte queda no valor das ações nos últimos meses escancarou a desconfiança dos investidores com os planos da operadora de saúde — principalmente com relação à capacidade de sinergias com a NotreDame Intermédica e o real diagnóstico do caixa da companhia. Não é à toa que boa parte dos bancos de investimento e casas de análise rebaixaram os papéis ou suspenderam a cobertura. 

Com uma crise de confiança entre a gestão da Hapvida e o mercado, os executivos correram para tentar resolver a situação da melhor forma possível sem que fosse necessário esperar por uma melhora operacional se refletir no balanço dos três primeiros meses de 2023 — e a solução encontrada foi uma oferta de ações e a venda de ativos na modalidade sale and leaseback

A oferta secundária de ações levantou cerca de R$ 1,06 bilhão, enquanto a venda dos ativos adicionou mais R$ 1,25 bilhão. Além disso, a segunda operação foi feita de forma bem vantajosa para a Hapvida — a família fundadora garantiu a compra e voltou a locar os mesmos ativos para a própria Hapvida. 

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MOVIMENTAÇÃO LIMITADA

Sem grandes gatilhos para o dia, o Ibovespa tem uma movimentação limitada nest segunda-feira (24). A atenção dos investidores segue voltada para a evolução da tramitação do arcabouço fiscal e o peso das commodities no índice.

SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa cai 0,25%, aos 104.108 pontos e acompanha o tom negativo do exterior.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 2,704,25%
ELET6Eletrobras PNBR$ 38,943,67%
PCAR3GPA ONR$ 15,883,12%
PRIO3PRIO ONR$ 35,012,97%
ELET3Eletrobras ONR$ 34,722,84%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,42-5,15%
BRAP4Bradespar PNR$ 24,49-4,22%
MRVE3MRV ONR$ 6,56-3,95%
VALE3Vale ONR$ 71,97-3,60%
CASH3Meliuz ONR$ 0,87-3,33%

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias fecharam em

  • Frankfurt: -0,12%;
  • Londres: -0,02%;
  • Paris: -0,04%.
DESEMPENHO DE WALL STREET

Na expectativa dos balanços das empresas de tecnologia ao longo da semana e a divulgação do PCE, dado de inflação preferido do Fed, os mercados americanos operam cautelosos nesta segunda-feira (24):

  • S&P 500: -0,29%;
  • Dow Jones: -0,16%;
  • Nasdaq: -0,81%.
COMO ANDAM OS MERCADOS

Em pouco minutos da primeira parte da sessão, o Ibovespa tentou mirar o tom positivo, mas não sustentou o fôlego. A bolsa brasileira opera em queda de 0,19% , aos 104.149 pontos, com o recuo das companhias ligadas a commodities metálicas.

Soma-se a isso, a cautela do exterior com investidores de olho em dados de inflação nos EUA, antes da decisão do Federal Reserve (Fed) sobre a trajetória dos juros americanos. Até o momento, a aposta é de que o BC americano eleve os juros em 25 pontos-base, ou seja, ao intervalo de 5,00% e 5,25% ao ano.

Com a agenda esvaziada, os destaques do Ibovespa fazem parte de movimentações corporativas. Na ponta positiva, Hapvida (HAPV3) lidera os ganhos com as recomendações de compra dos papéis pelo BTG Pactual, após outros bancos também elevarem a recomendação dos ativos. O setor de varejo também sobe com alívio nos DIs.

Na ponta negativa, CSN Mineração (CMIN3) lidera as perdas do dia, em movimento de queda em bloco do setor.

O dólar à vista sobe a R$ 5,0610, com alta de 0,24%.

AÇÕES DA COTEMINAS DISPARAM 60% APÓS ACORDO COM SHEIN

A queda de braços entre o governo e as varejistas asiáticas acabou em negócios — principalmente, para a Shein e a Coteminas (CTMN4)

Depois do acordo com o governo com a criação de empregos e investimentos no Brasil, a gigante do e-commerce firmou parceria com a Companhia de Tecidos Norte de Minas (Coteminas) na última sexta-feira (21), e o mercado brasileiro parece ter aprovado. 

Hoje, as ações da Coteminas (CTMN4) operam em forte alta na B3. Por volta de 12h (horário de Brasília), os papéis da empresa disparavam 63,64% a R$ 1,98. 

Em geral, o acordo prevê que 2 mil dos clientes confeccionistas da empresa passem a ser fornecedores da Shein para atender os mercados doméstico e da América Latina. A parceria também abrange o financiamento para capital de trabalho e contratos de exportação de produtos para o lar.

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GIRO DO MERCADO EMPIRICUS

No Giro dos Mercados de hoje (24) o analista Fernando Ferrer fala sobre o processo de reestruturação societária da Rumo (RAIL3), aprovado na última quinta-feira.

Ele explica como a medida terá impacto não só na companhia, como também em sua holding, a Cosan (CSAN3).

Ainda nesta edição do Giro dos Mercados, o analista Matheus Spiess comenta sobre o cenário macroeconômico interno com os desdobramentos do arcabouço fiscal e o resultado do IPCA-15.

O especialista vai explicar qual o impacto desses fatores no desempenho dos ativos brasileiros.

Aperte o play e acompanhe:

IRB (IRBR3) REVERTE PREJUÍZO E REGISTRA LUCRO LÍQUIDO DE R$ 14,3 MILHÕES EM FEVEREIRO

A IRB Brasil Resseguros (IRBR3) é sempre uma caixinha de surpresas para os investidores — e não foi diferente na hora de informar seus resultados referentes ao mês de fevereiro. Desta vez, a companhia informou um lucro líquido de R$ 14,3 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 50,9 milhões visto no mesmo mês do ano passado.

Segundo os dados do Formulário de Informações Periódicas (FIP) enviado à Superintendência de Seguros Privados (Susep), o IRB também informou um total de R$ 537,2 milhões de prêmios emitidos em fevereiro, o que representa uma alta de 12,3% na comparação com igual período de 2022, quando a soma era de R$ 478,5 milhões.

A IRB também registrou um índice de sinistralidade de 81,7%, com despesas de R$ 344,1 milhões no segundo mês deste ano, um avanço de 82,2%.

Já o resultado financeiro e patrimonial da IRB chegou a R$ 71,5 milhões em fevereiro. Um ano antes, esse valor era de R$ 16,8 milhões.

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SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa voltou ao tom negativo, pressionado pelo desempenho das companhias ligadas a commodities metálicas.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
LWSA3Locaweb ONR$ 5,473,40%
PRIO3PRIO ONR$ 35,133,32%
PETZ3Petz ONR$ 6,393,23%
HAPV3Hapvida ONR$ 2,673,09%
SOMA3Grupo SomaR$ 8,312,47%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,44-4,72%
MRVE3MRV ONR$ 6,54-4,25%
BRKM5Braskem PNAR$ 18,57-4,03%
BRAP4Bradespar PNR$ 24,66-3,56%
VALE3Vale ONR$ 72,31-3,15%

Com a melhora das bolsas americanas e avanço do petróleo, o Ibovespa zerou as perdas da sessão e sobe 0,12%, aos 104.489 pontos.

PETROBRAS (PETR4) SOBE E ALIVIA QUEDA DO IBOVESPA

As ações da Petrobras (PETR4) operam em alta de 1,01%, a R$ 26,98. Os papéis repercutem a melhora nas negociações do petróleo no mercado internacional.

Há pouco, a commodity zerou as perdas e sobe 0,43%, a US$ 81,83 o barril.

O dólar à vista opera a R$ 5,0671, em alta de 0,36%.

COMMODITIES METÁLICAS CAEM BLOCO

Com a queda de mais de 3% do minério de ferro, as companhias ligadas a commodities metálicas operam em tom negativo e pesam sobre o Ibovespa.

CÓDIGONOMEULTVAR
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,46-4,29%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 11,48-3,45%
GGBR4Gerdau PNR$ 25,00-3,44%
CSNA3CSN ONR$ 14,04-3,37%
VALE3Vale ONR$ 72,30-3,16%
USIM5Usiminas PNAR$ 7,11 -0,97%

SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa opera em queda próxima de 1%, aos 103.344 pontos, pressionado pela cautela do exterior antes de dados econômicos nos EUA e commodities.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 3,074,42%
SOMA3Grupo SomaR$ 8,413,70%
LWSA3Locaweb ONR$ 5,432,65%
PRIO3PRIO ONR$ 34,762,24%
PETZ3Petz ONR$ 6,311,94%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRVE3MRV ONR$ 6,53-4,39%
GGBR4Gerdau PNR$ 24,82-4,13%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,47-4,08%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 11,43-3,87%
BRAP4Bradespar PNR$ 24,62-3,72%
LOUIS VUITTON É A PRIMEIRA EMPRESA EUROPEIA A ATINGIR US$ 500 BILHÕES EM VALOR DE MERCADO

O multibilionário francês Bernard Arnault anda com motivos de sobra para manter um sorriso de orelha a orelha. Conhecido como o Lobo de Cashmere, Arnault deixou Elon Musk comendo poeira no início do ano, quando consolidou-se como o único trilionário do mundo. Em reais, é verdade. Agora, como de costume, a boa nova vem da LVMH, a gigante de artigos de luxo da qual o francês é proprietário.

A controladora da Louis Vuitton, Moët & Chandon e Hennessy tornou-se nesta segunda-feira a primeira empresa europeia a bater a marca de US$ 500 bilhões em valor de mercado.

O movimento ocorre na esteira da forte apreciação das ações da LVMH, que também é dona de marcas como Givenchy, Bulgari, Tiffany e Sephora.

A valorização teve como gatilho um aumento de 17% nas vendas do conglomerado no primeiro trimestre de 2023, batendo com sobra as expectativas dos analistas.

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ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas americanas abriram sem direção definida nesta segunda-feira (24), na expectativa de dados sobre inflação e balanços das big techs ao longo da semana.

  • Dow Jones: +0,21%;
  • S&P 500: +0,06%;
  • Nasdaq: -0,19%

O Ibovespa acentuou a queda há pouco e cai 1,07%, aos 103.247 pontos. Além da cautela do exterior de olho na divulgação de dados de atividade econômica nos EUA ao longo da semana e a decisão do Federal Reserve no início de maio, o forte recuo das commodities pesa sobre os ativos brasileiros.

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, em baixa de 3,09%, com a tonelada a US$ 104,63. O petróleo tipo Brent recua 0,37%, a US$ 81,14 o barril.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu em queda de 0,70%, aos 103.635 pontos e acompanha a maior cautela do exterior, em dia de agenda doméstica esvaziada.

REGULAÇÃO ASSUSTA E BITCOIN CAI PARA US$ 27 MIL

“Onde está todo o otimismo da semana passada?”, perguntam-se os investidores em criptomoedas. O bitcoin (BTC) desceu para o nível de US$ 27 mil, com uma queda de 8% nos últimos sete dias. Verdade seja dita, o cenário internacional voltou a piorar para os ativos de risco — especialmente os digitais.

O medo de uma recessão nos Estados Unidos voltou a pressionar os mercados financeiros com mais intensidade nos últimos dias. Esse temor ficou mais evidente com o pedido de proteção contra falência — também conhecido como chapter 11da Bed Bath & Beyond.

Isso porque os juros norte-americanos estão em patamares elevados para os padrões dos EUA — e devem permanecer assim por mais tempo do que os investidores estão dispostos a esperar.

Outro fator que pesa no mercado de criptomoedas é a regulação. Nos Estados Unidos e Europa, os reguladores lançaram novas visões e pareceres sobre o setor — o que não agradou muito.

Leia mais.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em tom positivo no pré-mercado de NY, apesar da cautela dos índices futuros de olho na decisão do Federal Reserve (Fed) na próxima semana.

Confira a cotação dos ADRs:

  • Vale (VALE): +0,07%, a US$ 14,28
  • Petrobras (PBR): +0,59%, a US$ 11,67

Os juros futuros (DIs) mantêm-se estáveis em meio a alta do dólar à vista e o recuo dos retornos dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) mais longos.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Com a leve valorização do dólar, os juros futuros (DIs) abriram em linha da estabilidade, com viés de alta na curva mais curta. Os papéis repercutem o Boletim Focus desta segunda-feira (24), com a projeção de corte na Selic a partir do segundo semestre deste ano, a 12,50% ao ano.

Confira:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,24%13,22%
DI1F25DI Jan/2511,98%11,96%
DI1F26DI Jan/2611,79%11,78%
DI1F27DI Jan/2711,94%11,94%
DI1F28DI Jan/2812,12%12,13%
MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

COMO SERÁ A VOLTA DO FERIADO DE TIRADENTES?

Bom dia, pessoal.

Lá fora, os mercados asiáticos encerraram o dia sem uma única direção nesta segunda-feira (24), mas predominantemente em queda, na expectativa por dados econômicos dos EUA, os quais devem mostrar desaceleração do crescimento após aumentos nas taxas de juros com o objetivo de diminuir a inflação.

Em sendo o caso, o fato poderia encorajar o Federal Reserve a encerrar o ciclo de aperto monetário em maio, depois de mais um ajuste positivo de 25 pontos-base, claro.

A Europa também não começou a semana bem, com França e Alemanha relatando crescimento econômico na sexta-feira, após pesquisas recentes que mostraram um declínio na atividade fabril europeia — não há dúvida de que a economia global está enfraquecendo.

Complementarmente, no final desta semana, os EUA apresentarão as primeiras estimativas sobre o PIB do primeiro trimestre. Os futuros americanos amanhecem em queda. No Brasil, a volta do feriado pode ser difícil.

A ver…

00:47 — O que o IPCA-15 nos dirá?

Na semana passada, o Ibovespa entrou de cabeça no feriado de Tiradentes com uma tímida recuperação depois de uma semana conturbada, para dizer o mínimo.

Teremos nesta quarta-feira (26) a prévia da inflação oficial de abril, o IPCA-15, que poderá servir para tracionar os ativos de risco, assim como o IPCA de março fez.

Em paralelo, ainda precisamos acompanhar os próximos passos do arcabouço fiscal no Congresso.

O temor era que uma eventual Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar os atos de 8 de janeiro pudesse atrapalhar a tramitação do texto na casa, mas o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, tranquilizou a todos dizendo que o cronograma não deveria ser alterado.

Quanto antes resolvermos isso, melhor. A proposta parece ter agradado boa parte do Congresso, o que facilita o processo.

01:26 — O que está por vir?

Nos EUA, o calendário de dados é relativamente tranquilo hoje, com apenas algumas pesquisas regionais, como a de manufatura do Fed de Dallas.

A tranquilidade deverá se esvair nos próximos dias, principalmente por conta da temporada de resultados, com cerca de 35% das empresas do índice S&P 500 divulgarão números na semana.

Embora a temporada de resultados tenha tido um início até que robusto, as preocupações com o impacto da inflação, altas taxas de juros e uma possível recessão nos EUA ainda estão presentes.

Os principais nomes incluem as grandes empresas de tecnologia, representativas nos índices de ações americanos.

Além da temporada, poderemos nos debruçar sobre alguns dados econômicos, como a confiança do consumidor, as vendas de novas residências, os pedidos de bens duráveis e o índice de custo de emprego.

Tudo isso acontece nos próximos dias e poderá balizar ainda mais as expectativas para a reunião do FOMC de 2 a 3 de maio.

02:13 — Silêncio, as gigantes vão falar

Com a Microsoft, Alphabet, Amazon e Meta Platforms programadas para relatar seus resultados nos próximos dias, os investidores estão desviando sua atenção dos ganhos bancários da semana passada para as Big Techs.

Vale lembrar que, como já comentamos aqui, poucas ações de tecnologia de grande capitalização de mercado impulsionaram os ganhos do S&P 500 durante o primeiro trimestre, apesar da turbulência bancária, da incerteza sobre o plano do Federal Reserve de estabilizar os preços e dos temores de recessão.

Agora, porém, se eles relatarem resultados decepcionantes, alertarem sobre as perspectivas econômicas ou derem aos investidores qualquer outro motivo para vender, essas ações podem começar a cair, podendo levar o mercado de ações em geral.

Por isso, a orientação será de extrema importância para os investidores que estão atentos aos sinais de que a economia pode caminhar para uma recessão e quais empresas serão capazes de enfrentá-la.

Esse tem sido um tema importante desde o início da temporada de resultados, já que a incerteza sobre a inflação ainda existe.

03:08 — A guerra de preços da Tesla

Na semana passada, a Tesla divulgou um resultado trimestral bem decepcionante. Como alguns investidores têm notado, a companhia parece ser vítima da guerra de preços de veículos elétricos que ela mesma criou no passado.

Agora, esses preços mais baixos estão afetando as vendas e os lucros da empresa.

A montadora faturou cerca de 22% menos no primeiro trimestre do que no ano passado e seus lucros caíram ainda mais em relação ao segundo semestre de 2022. Isso ocorreu depois que a Tesla cortou seus preços quatro vezes neste trimestre e duas vezes apenas neste mês.

Mesmo com entregas recordes de carros, os preços mais baixos causaram uma queda de US$ 1,3 bilhão na receita em relação ao quarto trimestre. Ao mesmo tempo, em teleconferência com investidores, o CEO Elon Musk defendeu os cortes de preços, mesmo que isso signifique margens de lucro menores no curto prazo.

A ver…

04:01 — Mudança de liderança

O título de nação mais populosa do mundo está mudando de mãos, de acordo com novas estimativas da ONU, que fixou a população da Índia em 1,4286 bilhões em meados de 2023, em comparação com 1,4257 bilhões da China.

A história de crescimento na Índia, onde metade da população tem menos de 30 anos, já está no radar dos investidores de mercados emergentes.

O crescimento demográfico é um tema delicado para ambos os países, mas principalmente para os chineses, que estão preocupados com o recente declínio populacional e seu impacto na produtividade doméstica.

Ainda assim, apesar de toda a ênfase no tamanho da população, é apenas uma métrica que contribui para o desenvolvimento da força de trabalho de um país – e crescimento econômico.

No curto prazo, a Índia está se beneficiando do acesso ao petróleo russo com desconto, o que permitiu que a economia crescesse rapidamente com uma inflação relativamente menor do que outras.

No longo prazo, entende-se que a Índia se torne uma alternativa manufatureira à China.

Há grandes diferenças culturais, políticas e sociais entre os dois países, mas é um caminho com o qual flertamos, sem dúvida.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abriu a R$ 5,0721, em alta de 22% em relação ao fechamento anterior.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abriu em queda de 0,55%, aos 105.565 pontos, com a agenda local esvaziada e maior cautela no exterior.

'BANCÕES' LUCRAM 17% MAIS APESAR DA CRISE QUE LEVOU 3 INSTITUIÇÕES À FALÊNCIA

A crise nos bancos que assolou os Estados Unidos e a Europa deixou diversos corpos pelo caminho — Silicon Valley Bank (SVB), Signature Bank, Silvergate e First Republic Bank são alguns nomes que tomaram as manchetes pelos piores motivos. 

Três deles — a saber, o SVB, o Signature Bank e o Silvergate — sumiram efetivamente do mapa financeiro dos EUA.

Mas mesmo com o cenário totalmente desfavorável para o setor, inclusive com rumores de contágio para mais de 180 instituições financeiras, pesos-pesados de Wall Street conseguiram engordar os lucros no primeiro trimestre de 2023, turbinados por juros mais altos, uma vez que os negócios de mercado de capitais seguem em marcha lenta.

Ao contrário do que ocorreu na crise de 2009, desta vez os maiores bancos do país se viram como parte da solução da turbulência, que foi de um lado ao outro do Atlântico em março e colocou investidores à caça de novos alvos.

Leia mais.

COMMODITIES EM QUEDA

O minério de ferro, negociado em Dalian (China), registra queda de 3,09%, com a tonelada cotada a US$ 104,63.

O petróleo tipo Brent cai 0,33%, a US$ 81,20 o barril.

BOLETIM FOCUS

Confira o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24) com as projeções do mercado para indicadores da economia local:

Inflação

  • IPCA/23: de 6,01% para 6,04% (↑)
  • IPCA/24: permanece em 4,18% (=)
  • IPCA/25: permanece em 4,00% (=)

Atividade econômica

  • PIB/23: de 0,90% para 0,96% (↑)
  • PIB/24: de 1,40% para 1,41% (↑)
  • PIB/25: de 1,72% para 1,70% (↓)

Dólar

  • Câmbio/23: de R$ 5,24 para R$ 5,20 (↓)
  • Câmbio/24: de R$ 5,26 para R$ 5,25 (↓)
  • Câmbio/25: permanece em R$ 5,30 (=)

Juros

  • Selic/23: permanece em 12,50% ()
  • Selic/24: permanece em 10,00% (=)
  • Selic/25: permanece em 9,00% (=)

AGENDA DO DIA

Apesar da previsão de agenda cheia nos próximos dias, a semana começa sem grandes destaques.

Por aqui, as atenções dos investidores concentram-se nas primeiras negociações sobre o arcabouço fiscal no Congresso Nacional; o texto foi entregue ao Legislativo na semana passada.

HorárioPaís / RegiãoEvento
8h30BrasilBoletim Focus 
9h30BrasilInvestimentos estrangeiros diretos no país em março
9h30Estados UnidosÍndice de Atividade Econômica do Fed Chicago em março
Fonte: Investing.com

CAÇADOR DE TENDÊNCIAS

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Eneva (ENEV3).

ENEV3: [Entrada] R$ 11.32; [Alvo parcial] R$ 11.62; [Alvo] R$ 12.08; [Stop] R$ 10.81

Recomendo a entrada na operação em R$ 11.32, um alvo parcial em R$ 11.62 e o alvo principal em R$ 12.08, objetivando ganhos de 6.7%.

O stop deve ser colocado em R$ 10.81 evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

AGENDA DA SEMANA

A agenda vazia desta segunda-feira definitivamente não dá o tom dos próximos dias.

A última semana de abril será marcada por uma agenda cheia tanto no mundo corporativo quanto no que se refere a indicadores econômicos.

Os balanços das chamadas big techs são o destaque entre os resultados trimestrais.

Dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos, números do PIB na zona do euro nos EUA e o IBC-Br por aqui são os destaques entre os indicadores.

Confira a agenda!

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO VERMELHO

Os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram em queda nesta segunda-feira.

Na sexta-feira, com os mercados fechados por aqui, Wall Street registrou ganhos apenas marginais.

Para a semana que se inicia, os investidores se preparam para os balanços trimestrais de várias gigantes de tecnologia dos EUA, incluindo Alphabet (Google), Microsoft, Meta (Facebook), Amazon e Intel.

Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h20:

  • Dow Jones: -0,24%
  • S&P-500: -0,23%
  • Nasdaq: -0,17%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM BAIXA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em baixa nesta segunda-feira.

Os índices da região acompanham o tom negativo dos índices futuros de Nova York.

De qualquer modo, o movimento é atenuado pela agenda esvaziada de hoje.

Veja como estavam os principais índices de ações da Europa por volta das 7h15:

  • Londres: -0,04%
  • Frankfurt: -0,09%
  • Paris: -0,15%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM MAJORITARIAMENTE EM BAIXA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira.

Os investidores da região repercutem dúvidas quanto à saúde da economia global em uma semana que trará novos dados sobre crescimento dos EUA e da zona do euro.

Na China continental, o índice Xangai Composto recuou 0,78% hoje, pressionados por ações do setor imobiliário e ligadas a chips.

Já o Hang Seng teve queda de 0,58% em Hong Kong. O sul-coreano Kospi cedeu 0,82% em Seul, a 2.523,50 pontos.

Contrariando o tom negativo, o japonês Nikkei apresentou leve alta de 0,10% em Tóquio. O Taiex registrou ganho também modesto em Taiwan, de 0,15%.

Nos próximos dias, investidores da Ásia e de outras partes do mundo vão acompanhar leituras iniciais do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA e da zona do euro referentes ao primeiro trimestre para avaliar o impacto das agressivas elevações de juros implementadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e pelo Banco Central Europeu (BCE) desde o ano passado.

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