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MERCADOS HOJE

Bolsa agora: Powell tira corte de juros da mesa e bolsa reage em queda; dólar cai a R$ 4,99

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3 de maio de 2023
7:38 - atualizado às 19:18

RESUMO DO DIA: A decisão de juros do Federal Reserve pode ter agradado o mercado em um primeiro momento — com a sinalização de uma pausa no aperto monetário —, mas não se manteve até o fim da sessão. 

Isso porque o presidente do Fed, Jerome Powell, fez questão de tirar um eventual e desejado corte de juros da mesa. Diante de uma crise bancária incerta, a reação foi negativa. 

Enquanto aguarda a decisão do Copom, após o fechamento do mercado, os investidores brasileiros acompanharam o humor americano, também repercutindo a nova forte queda do petróleo. 

Confira os principais destaques do dia:

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas da sessão:

CÓDIGONOMEULTVAR
GOLL4Gol PNR$ 6,925,97%
DXCO3Dexco ONR$ 6,045,04%
AZUL4Azul PNR$ 11,304,92%
YDUQ3Yduqs ONR$ 8,174,61%
LWSA3Locaweb ONR$ 5,404,45%

Confira também as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 9,46-9,39%
ASAI3Assaí ONR$ 11,47-3,13%
PCAR3GPA ONR$ 14,09-2,69%
COGN3Cogna ONR$ 1,91-2,55%
EMBR3Embraer ONR$ 18,74-2,50%
FECHAMENTO

O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,13%, aos 10.797 pontos.

AZEDOU: WALL STREET NÃO GOSTA DO QUE POWELL DIZ E TERMINA O DIA NO VERMELHO

Tudo estava indo bem em Wall Street: o Federal Reserve (Fed) entregou o aumento de juro amplamente esperado de 0,25 ponto percentual. Mas bastou o presidente Jerome Powell começar a falar na coletiva que seguiu a decisão que as bolsas de Nova York iniciaram um sobe e desce que acabou com o S&P 500, o Dow Jones e o Nasdaq no vermelho no fim do dia. 

O humor do investidor começou a azedar lá fora quando Powell disse que, embora a inflação tenha melhorado no ano passado, a luta para domar as pressões sobre os preços está longe de terminar.

“A inflação permanece bem acima de nossa meta de longo prazo de 2%”, disse Powell. “A inflação moderou um pouco desde meados do ano passado, no entanto, as pressões inflacionárias continuam elevadas e o processo para reduzir a inflação para 2% ainda tem um longo caminho a percorrer.”

O presidente do Fed ainda tentou acalmar os ânimos em Wall Street ao dizer que as expectativas de inflação de longo prazo permanecem “bem ancoradas” e que o BC dos EUA segue focado em promover o máximo de empregos e fortalecer o poder de compra.

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FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou o dia em queda de 1,09%, a R$ 4,9919

FECHAMENTO EM NOVA YORK

O mercado financeiro não gostou de ouvir que o Federal Reserve ainda acha precipitado um corte de juros, o que acabou levando os principais índices americanos a fecharem próximos das mínimas.

  • Nasdaq: -0,46%
  • S&P 500: -0,70%
  • Dow Jones: -0,82%
CORTA OU NÃO CORTA? PAUSA OU NÃO PAUSA?

O bom humor do mercado financeiro em Nova York após a divulgação da decisão do Federal Reserve não durou até o fim da coletiva de imprensa do presidente do Fed, Jerome Powell.

No comunicado da instituição, o BC americano deixou espaço para que se tenha uma pausa no aperto monetário, levando os investidores a já sonharem com um corte na taxa de juros - principalmente com o estresse recente no setor bancário.

Mas, segundo Powell, um corte seria inadequado, uma vez que a inflação ainda se mostra persistente e uma desaceleração ainda deve levar mais tempo.

Todos os principais índices em Wall Street passaram a operar em leve queda.

CARREFOUR TEM "BIG" PREJUÍZO E AÇÕES TOMBAM

Quando o Carrefour Brasil anunciou que iria comprar o Grupo BIG, no ano passado, houve entusiasmo da parte dos investidores devido ao potencial ganho de mercado que a rede francesa obteria. Mas os desafios eram tão grandes quanto o nome da adquirida e isso está se revelando nos resultados do Carrefour.

A rede de supermercados reportou números aquém do esperado para o primeiro trimestre deste ano, o que levou a ação na B3 a anotar a maior queda do Ibovespa nesta quarta-feira (3), acima de 9%.

O grupo registrou seu primeiro prejuízo líquido, de R$ 113 milhões, desde que abriu capital na bolsa brasileira. No cálculo ajustado, que deduz receitas e despesas não recorrentes, o prejuízo foi ainda maior, de R$ 375 milhões. 

Além disso, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), uma medida relevante para verificar a saúde da operação, caiu 16,8% na comparação anual, somando R$ 1,04 bilhão. Porém, removendo o BIG, o Ebitda ajustado foi de R$ 1,25 bilhão, o que representa alta de 0,6% em relação ao ano anterior.

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Crise bancária bate à porta, Fed não abre e sobe juro em 0,25 pp — será o último aperto do ciclo?

A crise bancária dos EUA é aquela visita chata que insiste em bater à porta sem ser convidada — e, assim como fez em março, o Federal Reserve (Fed) não abriu. O banco central norte-americano entregou nesta quarta-feira (03) um novo aumento de juro de 0,25 ponto percentual, colocando a taxa referencial na faixa entre 5,00% e 5,25% ao ano. 

A inflação continua a ter lugar cativo na sala de estar do Fed. Por isso, a autoridade monetária não hesitou em entregar de bandeja um novo aperto — que já era amplamente esperado. 

O que muitos investidores se perguntam é se esse será o último aperto de um ciclo que começou em março do ano passado. O comunicado do comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) trouxe algumas pistas de que uma possível pausa está no horizonte.

"Ao determinar até que ponto o endurecimento adicional da política monetária pode ser apropriado para retornar a inflação a 2% ao longo do tempo, o Comitê levará em conta o aperto cumulativo da política monetária, os atrasos com que a política monetária afeta a atividade econômica e a inflação, e os fatores econômicos e financeiros. desenvolvimentos", diz o comunicado.

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DECISÃO DO FED

O banco central americano, o Federal Reserve, anunciou uma elevação de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros, elevando para a faixa de 5,0% a 5,25% ao ano.

Inicialmente, as bolsas americanas reagem em alta. A percepção é de que esse foi o último aumento a ser realizado, além de trazer maior segurança sobre a resiliência do setor bancário.

INSTABILIDADE

Minutos antes da divulgação da decisão da última reunião de política monetária do Federal Reserve, o Ibovespa cruzou para o campo positivo, acompanhando Nova York. Apesar disso, o índice tem dificuldade para se manter em ritmo de ganhos, repercutindo a cautela com o petróleo.

TEMOR DE RECESSÃO

Pelo terceiro dia consecutivo, o petróleo opera em forte queda, pressionando as empresas petroleiras da bolsa. A razão para o mau humor dos investidores está no temor de que os Estados Unidos enfrentem uma recessão ainda em 2023 e que o acirramento da guerra na Ucrânia prejudique ainda mais a exploração e exportação da commodity.

Há pouco, o barril do tipo Brent exibia um recuo superior a 3%.

SEM SURPRESAS, MAS COM ALÍVIO

Para a reunião de política monetária do Banco Central brasileiro, que se encerra após o fechamento do mercado, o mercado financeiro não espera surpresas, com grande expectativa de manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano. Ainda assim, os juros futuros brasileiros operam em queda, principalmente na ponta mais curta, acompanhando o alívio visto no dólar.

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,23%13,27%
DI1F25DI Jan/2511,90%11,99%
DI1F26DI Jan/2611,63%11,72%
DI1F27DI Jan/2711,71%11,81%
DI1F28DI Jan/2811,93%11,93%
DI1F29DI Jan/2912,11%12,11%
REDUZINDO A QUEDA

Nos últimos minutos, a bolsa brasileira vem reduzindo o ritmo de queda, acompanhando uma melhora pontual vista nos índices americanos. Apesar dos ganhos, lá fora os movimentos também são limitados, com os investidores aguardando a reunião de política monetária do Federal Reserve. A expectativa é de que o banco central americano realize o seu último ajuste nos juros.

SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa recua 0,11%, aos 101.811 pontos, acompanhando as bolsas americanas sem direção única e a queda acentuada do petróleo no mercado internacional, antes das decisões sobre juros nos EUA e no Brasil.

Nos EUA, o Fed deve anunciar a nova faixa de juros às 15h (horário de Brasília). Por aqui, a decisão do BC é divulgada somente após o fechamento dos mercados, por volta das 18h (horário de Brasília).

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
KLBN11Klabin unitsR$ 20,165,11%
BRFS3BRF ONR$ 6,374,77%
VIIA3Via ONR$ 1,854,52%
BEEF3Minerva ONR$ 8,574,26%
YDUQ3Yduqs ONR$ 8,113,84%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 9,55-8,52%
ASAI3Assaí ONR$ 11,14-5,91%
LREN3Lojas Renner ONR$ 14,50-2,82%
COGN3Cogna ONR$ 1,92-2,04%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 21,89-2,01%

BOLSAS EM NY

As bolsas americanas seguem sem direção única antes da decisão sobre os juros pelo Federal Reserve (Fed). A expectativa é de alta de 25 pontos-base, à faixa de 5,00% a 5,25% ao ano.

  • Dow Jones: -0,12%;
  • S&P 500: +0,05%;
  • Nasdaq: +0,26%.
FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias fecharam, majoritariamente, em tom positivo na expectativa da decisão sobre os juros na zona do euro, em reunião do Banco Central Europeu (BCE) prevista para amanhã (4).

  • Frankfurt: +0,54%;
  • Londres: +0,20%;
  • Paris: +0,21%.
REAÇÃO AO BALANÇO: RAIA DROGASIL (RADL3) CAI

As ações da Raia Drogasil (RADL3) registram queda de 1,05%, a R$ 26,32, com os investidores repercutem o Ebitda negativo das duas empresas investidas pela companhia, divulgado em reporte do primeiro trimestre ontem (2) depois do fechamento dos mercados.

A Raia Drogasil teve lucro líquido ajustado de R$ 204 milhões, alta de 40,4% sobre o mesmo trimestre de 2022, quando registrou R$ 145 milhões. Sem ajustes, o resultado foi de R$ 206 milhões, avanço de 34,5%.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos depreciação e amortização) ajustado do período foi de R$ 563 milhões, aumento de 45% na mesma base de comparação. Já a margem Ebitda ajustado ficou em 6,6%, 1,0 ponto porcentual acima de um ano antes.

A companhia destacou, em seu release de resultados, que a operação de varejo teve margem Ebitda de 6,9% no trimestre, um incremento de 1,4 pontos porcentuais. Porém, a RD passou a consolidar no período duas empresas investidas: SafePill e Manipulaê, que geraram um Ebitda negativo de R$ 1,1 bilhão.

Já a receita líquida somou R$ 7,931 bilhões entre janeiro e março, alta de 21% na comparação anual.

*Com informações Broadcast

COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa tentou ensaiar alta, mas predomina sobre os ativos o tom negativo, com o petróleo caindo mais de 4% no mercado internacional. Soma-se a isso, as bolsas americanas, que operam sem direção única; a repercussão dos balanços trimestrais das companhias brasileiras; e a expectativa das decisões sobre os juros nesta 'Super Quarta'.

Por aqui, os mercados aguardam a manutenção da Selic em 13,75% ao ano, com algum indicativo de quando o Banco Central deve iniciar cortes na taxa básica de juros. Nos EUA, espera-se um aumento de 25 pontos-base, elevando o juros a faixa de 5,00% a 5,25% ao ano, maior patamar desde 2007. Por lá, a preocupação é o reflexo sobre a crise nos bancos regionais.

O Ibovespa cai 0,15%, aos 101.772 pontos.

Entre os destaques da bolsa estão Light (LIGT3), cuja ações são negociadas fora do Ibovespa, com alta de mais de 8% após Nelson Tanure — um dos acionistas da Gafisa, que travou 'uma disputa acionária' na incorporadora — aumentar a participação na empresa energética para até 5%, segundo fonte ao Broadcast.

A ponta positiva é liderada pelos papéis de Via (VIIA3), após o banco Safra reiterar compra dos ativos, e Klabin (KLBN11), com investidores repercutindo o balanço divulgado hoje antes da abertura dos mercados.

Na ponta negativa, Carrefour (CRFB3) lidera as perdas depois do balanço reportar números mais fracos e IRB (IRBR3) cai em movimento de correção dos ganhos recentes.

Os juros futuros (DIs) operam em queda em toda a curva, com o recuo do dólar e dos retornos dos Treasuries antes da decisão do Fed.

IGUATEMI (IGTI11) RECUPERA PERDAS

As ações da rede de shoppings viraram para o tom positivo há pouco e sobem 2,67%, a R$ 20,79. Mais cedo, os papéis operam em queda na casa de 1% com investidores repercutindo o balanço, mas recuperaram as perdas após a teleconferência de resultados realizada pela companhia.

REAÇÃO AO BALANÇO: ISA CTEEP (TRPL3) SOBE

As ações da ISA CTEEP (TRLP3) operam em leve alta de 0,52%, a R$ 29,02, com investidores repercutindo o balanço.

A transmissora de energia ISA CTEEP teve lucro líquido regulatório de R$ 306 milhões no primeiro trimestre de 2023, alta de 171,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o lucro líquido IFRS somou R$ 755,2 milhões, alta de 36,5%, na mesma base de comparação.

De janeiro a março, a receita líquida da empresa ficou em R$ 891,6 milhões, avanço de 24,6%, explicado pelo reajuste da Receita Anual Permitida (RAP), para o ciclo tarifário 2022/2023, e pela recomposição parcial da receita de Rede Básica do Serviço Existente (RBSE), após o reperfilamento do componente financeiro, além da entrada em operação dos projetos greenfield Três Lagoas, Biguaçu e Itaúnas - e, também, pela energização de 78 projetos de Reforços e Melhorias ocorrida entre o segundo trimestre de 2022 até o final do primeiro trimestre de 2023.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou R$ 739 milhões, crescimento de 38,9%. A margem Ebitda foi de 82,9%, aumento anual de 8,5 pontos porcentuais (p.p.).

*Com informações de Broadcast

RESULTADO FINANCEIRO

Com lucro acima do esperado pelos analistas no primeiro trimestre e uma distribuição bilionária de dividendos, a Gerdau (GGBR4) tinha tudo para cair nas graças do mercado. Mas nem os números positivos do balanço nem o agrado aos acionistas foram suficientes para a siderúrgica cair nas graças do mercado nesta manhã.

Por volta das 11h50, as ações preferenciais da Gerdau subiam 0,21% na B3, negociadas a R$ 24,48. Já os papéis da Metalúrgica Gerdau recuavam 0,36% no mesmo horário, cotadas a R$ 11,23.

A reação dos investidores na bolsa vai na contramão do que era esperado pelo Santander, que esperava uma reação positiva do mercado aos “resultados sólidos em todas as frentes” da companhia.

A Gerdau registrou lucro líquido de R$ 2,38 bilhões no primeiro trimestre deste ano. Apesar do recuo de 18,8% em relação ao mesmo período de 2022, o resultado veio acima da projeção de R$ 2,096 bilhões do Santander.

Leia mais.

GIRO DO MERCADO EMPIRICUS

Quarta-feira agitada no mercado: FED e COPOM decidirão a taxa de juros dos Estados Unidos e do Brasil, respectivamente.

A expectativa dos juros nos EUA é um aumento de 25 pontos-base, enquanto o cenário doméstico continua com a Selic inalterada em 13,75% ao ano.

O que muda para os investimentos nesse contexto? No Giro do Mercado de hoje (3), o analista Matheus Spiess comenta o que pode estar por vir e como agir com o seu dinheiro.

Além disso, a Arezzo (ARZZ3) divulgou seu resultado do 1T23 na última terça-feira (2). Será que a ação está em um bom ponto de entrada? Os números foram positivos? A analista Larissa Quaresma explica o balanço da varejista e diz o que fazer com a ação.

Aperte o play e acompanhe:

O Ibovespa reduziu a queda há pouco e opera em baixa de 0,17%, aos 101.750 pontos, com as bolsas de NY em tom positivo antes da decisão do Fed.

O dólar à vista voltou a renovar mínimas nesta manhã. A moeda americana cai 0,76%, a R$ 5,0060.

REAÇÃO AO BALANÇO: IGUATEMI (IGTI3) RECUA

As ações da Iguatemi (IGTI3) recuam 1,98%, a R$ 2,47.

A rede de shoppings Iguatemi fechou o primeiro trimestre de 2023 com lucro líquido de R$ 47,8 milhões no primeiro trimestre de 2023, revertendo o prejuízo de R$ 17,3 milhões registrado no mesmo período do ano passado. A melhora no resultado foi puxada pelo crescimento das receitas de locação e estacionamento, com diluição de despesas e melhora das margens.

O lucro líquido ajustado totalizou R$ 66,5 milhões, aumento de 72,7% na mesma base de comparação anual. O critério "ajustado" exclui da conta elementos sem efeito direto no caixa. Entram aí: a participação da Iguatemi na Infracommerce, a linearização dos aluguéis e o swap de ações.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 20,8%, para R$ 178,5 milhões. O Ebitda ajustado subiu 31,1%, para R$ 198,9 milhões, com margem de 69,5%.

*Com informações de Broadcast

REAÇÃO AO BALANÇO: AREZZO (ARZZ3) CAI

As ações da Arezzo (ARZZ3) caem 3,71%, a R$ 61,56, com investidores repercutindo o balanço trimestral divulgado ontem (2) depois do fechamento dos mercados, com números mais fracos do que o esperado.

A Arezzo &Co registrou lucro líquido ajustado de R$ 73 milhões no primeiro trimestre, alta de 27% em relação a igual intervalo de 2022. O Ebitda ajustado somou R$ 164,2 milhões, uma alta de 22,8%.

A companhia informou também que a aprovação de um programa de recompra de até 6.230.588 ações ON, o que representa aproximadamente 10% das ações em circulação. O programa vai de 14 de junho de 2023 a 13 de janeiro de 2025.

SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa opera em queda de 0,35%, aos 101.570 pontos, reduzindo o tom negativo com a melhora das bolsas em NY. Pesam sobre o índice, a queda de mais de 3% do petróleo no mercado internacional e a expectativa das decisões sobre os juros nos EUA e no Brasil.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
KLBN11Klabin unitsR$ 19,863,55%
VIIA3Via ONR$ 1,822,82%
ALPA4Alpargatas PNR$ 7,442,06%
BRFS3BRF ONR$ 6,201,97%
LWSA3Locaweb ONR$ 5,271,93%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
ASAI3Assaí ONR$ 11,23-5,15%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 9,98-4,41%
RRRP33R Petroleum ONR$ 29,33-1,94%
BRKM5Braskem PNAR$ 18,49-1,70%
LREN3Lojas Renner ONR$ 14,71-1,41%
QUEM É MAURO CID, PRESO HOJE EM OPERAÇÃO QUE INVESTIGA BOLSONARO

Com acesso livre ao Planalto nos últimos quatro anos, Mauro Cesar Barbosa Cid, o Mauro Cid ou "coronel Cid", se consolidou como ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Mas no nome de Cid é envolto em diversos casos emblemáticos do governo passado e atual.

Para citar alguns: o militar participou de polêmicas com o youtuber Allan dos Santos, com o caso das joias da Arábia Saudita e até mesmo suposto pivô da demissão de um general do presidente Luiz Inácio Lula da Silva

O tenente-coronel do Exército foi preso na manhã de hoje na Operação Venire, que investiga a inserção de dados falsos de vacinação da covid-19 no sistema do Ministério da Saúde.

Leia mais.

REAÇÃO AO BALANÇO: CARREFOUR (CRFB3) CAI

Os papéis do Carrefour operam entre as maiores quedas do Ibovespa, com recuo de 4,50%, a R$ 9,97. O desempenho negativo deve-se a reversão de lucro para prejuízo no primeiro trimestre deste ano.

O Carrefour Brasil reportou prejuízo líquido ajustado ao controlador de R$ 375 milhões no primeiro trimestre de 2023. Com isso, reverteu a cifra positiva em R$ 421 milhões apresentada um ano antes. Trata-se do primeiro prejuízo registrado pela companhia desde o IPO, em 2017.

Já o Ebitda ajustado consolidado caiu 16,8% em relação a igual intervalo de 2022, para R$ 1,038 bilhão. Excluindo o Grupo BIG, a cifra ficou em R$ 1,254 bilhão, avanço anual de 0,6%.

A margem Ebitda ajustada foi de 4,3%, diminuição de 2,3 pontos porcentuais que reflete o impacto da integração do Grupo BIG, as despesas de conversão e o ramp-up de vendas das lojas convertidas, segundo o release de resultados.

As vendas líquidas somaram R$ 24,385 bilhões, o que significou um avanço de 29,4% ante o mesmo período do ano passado, enquanto as vendas brutas atingiram R$ 27,1 bilhões, 30,7% acima.

*Com informações de Broadcast

LIGHT (LIGT3) DISPARA

Os papéis da Light (LIGT3), negociados fora do Ibovespa, sobem 10,29%, a R$ 3,89. Os investidores repercutem positivamente a compra de ativos da companhia por Nelson Tanure, acionista da Gafisa (GFSA3).

Segundo fontes ao Broadcast, o empresário comprou cerca de 5% dos papéis da companhia.

O empresário tem histórico de investir em empresas em dificuldade financeira e operacional, e segundo fontes a par do assunto, sua atuação nesta empreitada será parecida com a feita na Oi, em 2016, e mais recentemente no laboratório Alliar, em que Tanure fez um primeiro investimento por oportunidade e buscou aumentar a participação.

*Com informações de Broadcast

IRB (IRBR3) CAI 4%

Em movimento de correção, as ações da resseguradora IRB Brasil (IRBR3) operam entre as maiores quedas do dia, com recuo de 4,25%, a R$ 32,72.

No início das negociações, os papéis caíram mais de 6%. Ontem, o IRB Brasil fechou como a maior alta do dia, com a volta ao Ibovespa. Na semana, a companhia acumula avanço de 15,69% e, no mês, registra alta acumulada de 52,04%.

Com a abertura de NY em tom misto, o Ibovespa perdeu o fôlego e voltou ao tom negativo do início da sessão. O principal índice da bolsa brasileira opera em queda de 0,27%, aos 101.656 pontos.

ABERTURA DE NY

As bolsas americanas abriram sem direção única antes da decisão do Federal Reserve (Fed).

  • Dow Jones: -0,05%;
  • S&P 500: +0,14%;
  • Nasdaq: +0,26%.
REAÇÃO AO BALANÇO: KLABIN (KLBN11) SOBE

As ações da Klabin (KLBN11) figuram entre as maiores altas do dia, com avanço de 2,50%, a R$ 19,67. Os investidores reagem ao balanço da companhia, divulgado hoje antes da abertura dos mercados.

A Klabin teve lucro líquido de 1,262 bilhão no primeiro trimestre de 2023, alta de 44% na comparação com o mesmo período de 2022. Em relação ao quarto trimestre de 2022, o lucro foi 60% maior, segundo balanço divulgado pela companhia nesta quarta-feira.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi 13% maior que o do primeiro trimestre do ano passado, indo a R$ 1,942 bilhão, e cresceu 2% em relação ao quarto trimestre de 2022.

A receita líquida da Klabin atingiu R$ 4,831 bilhões no período, tendo expandido 9% em relação ao mesmo período de 2022 e recuado 5% sobre o trimestre anterior. Segundo a Klabin, o número foi resultado dos reajustes de preços realizados ao longo dos últimos trimestres.

*Com informações de Broadcast

DIS AMPLIAM ALÍVIO

Com a desvalorização do dólar ante o real, os juros futuros ampliam o alívio em toda a curva:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,24%13,27%
DI1F25DI Jan/2511,92%11,99%
DI1F26DI Jan/2611,66%11,72%
DI1F27DI Jan/2711,74%11,81%
DI1F28DI Jan/2811,93%11,93%

Com a melhora dos índices futuros em NY no pré-mercado, o Ibovespa testa manter-se em tom positivo com alta de 0,13%, aos 102.063 pontos, em recuperação das perdas da abertura.

O dólar à vista voltou ao território negativo, a R$ 5,0371.

MARISA (AMAR3) ANUNCIA REORGANIZAÇÃO E QUER ECONOMIZAR R$ 50 MILHÕES POR ANO

Em situação financeira delicada, a rede de lojas de vestuário Marisa (AMAR3) anunciou uma ampla reorganização interna, incluindo um novo programa de corte de custos. Mais precisamente, a varejista projeta uma economia de R$ 50 milhões anuais com as mudanças.

A economia potencial vem em boa hora, já que a Marisa encerrou o ano passado com um endividamento líquido de R$ 560 milhões. O prejuízo líquido da companhia em 2022 foi de R$ 391 milhões.

Em meio à crise, a Marisa anunciou em fevereiro a contratação da BR Partners para assessorar a companhia na renegociação da dívida. A empresa também conta com a Galeazzi Associados para apoiá-la no aperfeiçoamento da estrutura de custos.

Enquanto isso, as ações da Marisa (AMAR3) acumulam uma perda da ordem de 50% na B3 neste ano e de mais de 70% nos últimos 12 meses.

Leia mais.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu em queda de 0,19%, aos 101.737 pontos, enquanto os índices futuros de NY operam sem direção única antes da decisão do Federal Reserve sobre os juros.

Por lá, a expectativa é de alta de 25 pontos-base, com a taxa a 5,00% a 5,25% ao ano.

No Brasil, hoje também é dia de decisão sobre a Selic. Os investidores esperam, porém, que a taxa básica seja mantida em 13,75% ao ano, além de uma indicação de quando o Banco Central deve iniciar o alívio no aperto monetário.

Soma-se a isso, a repercussão dos balanços corporativos. Entre eles, Klabin, Carrefour, Iguatemi, Arezzo e Isa Cteep.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam sem direção única no pré-mercado em NY. Enquanto Vale sobe acompanhando os índices futuros americanos, a forte queda do petróleo pesa sobre os ativos da Petrobras no exterior.

  • Petrobras (PBR): -0,40%, a US$ 10,08;
  • Vale (VALE): +0,25, a US$ 13,81

O dólar à vista mira o tom positivo, com leve alta de 0,07%, a R$ 5,0503.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

DIA DE “COPÃO”

Lá fora, os mercados da Ásia e do Pacífico caíram nesta quarta-feira (3), com os investidores aguardando a decisão política do Federal Reserve dos EUA — a maioria dos economistas disse esperar que o Fed suba os juros em 25 pontos-base, com o restante prevendo uma pausa.

Entendo que o mais provável seja um último ajuste antes do fim do ciclo de aperto monetário, o mais agressivo em décadas. Além disso, a falta de liquidez por conta de feriados na China e no Japão ampliou a aversão ao risco.

Os mercados europeus e os futuros americanos sobem modestamente nesta manhã, depois da queda de ontem. O comunicado do Fed será fundamental para nortear os investidores ao longo do pregão.

Entendo como provável uma postura em linha com a do presidente do Banco da Coreia, Rhee Chang-yong, que afirmou ser prematuro começar a falar sobre o corte das taxas de juros. Em outras palavras, ainda que cheguemos hoje ao último ajuste da taxa, os juros permanecerão elevados.

A ver…

00:49 — E o "Copão"?

No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) deverá manter a taxa Selic inalterada em 13,75% ao ano. A mudança poderá vir do comunicado que acompanha a decisão, podendo iniciar o processo de flexibilização do tom da autoridade monetária, ainda que marginalmente (poderá remover a menção à possibilidade de voltar a subir os juros, por exemplo).

Desde a última reunião, várias iniciativas da Fazenda para equacionar as contas públicas foram apresentadas, além da formalização do arcabouço fiscal. Todas foram elogiadas pelo BC. Ainda assim, é cedo para esperar uma queda nos juros agora — imagino que ela só venha no terceiro trimestre.

Em primeiro lugar, não sabemos como o arcabouço será aprovado no Congresso, nem se o governo conseguirá cumprir as metas contratadas.

Em segundo lugar, mesmo que a inflação tenha caído mais do que o esperado em 2023, os índices deverão voltar a acelerar no segundo semestre, sem falar no fato de que os núcleos, que excluem os itens mais voláteis, permanecem bem elevados e os preços dos serviços chamam a atenção.

Muitas coisas estão incertas sobre o futuro: a possibilidade de mudança das metas de inflação, a desaceleração econômica, a questão do crédito e os nomes dos novos diretores do BC. A decisão da autoridade monetária está longe de ser trivial.

01:53 — Investimentos e refinanciamento

Ainda em território nacional, chamaram a atenção os últimos dados divulgados pelo BC de Investimentos Diretos no País (IDP). O número atingiu a marca de US$ 7,7 bilhões em março, dando continuidade à tendência positiva dos últimos 12 meses — no acumulado do período até março, o saldo ficou em US$ 89,7 bilhões, o equivalente a 4,6% do PIB.

Para o ano, devemos ter algo como US$ 75 bilhões. Isso é positivo porque ajuda a financiar o déficit em transações correntes e, consequentemente, dá mais força ao real frente ao dólar, dando mais previsibilidade aos investimentos.

Ao mesmo tempo, nem tudo são rosas. Em relatório recente da Moody's, o mercado foi alertado de que as empresas latino-americanas, inclusive as brasileiras, vão encontrar crescentes dificuldades para refinanciar suas dívidas, principalmente para aquelas com piores ratings.

Os juros mais elevados começam a fazer efeito sobre o mercado de crédito, criando um ambiente volátil de liquidez restritas e menor crescimento. Um aumento de defaults corporativos na região é provável, podendo afetar os bancos já neste ano (o caso da Americanas é caricato, mas serve bem de ilustração).

02:48 — Sentiu o calor

Nos EUA, as ações caíram fortemente ontem, com os investidores se preparando para outra decisão de alta taxa de juros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês). As ações de outros bancos regionais sentiram o calor do fim do First Republic Bank.

Há uma preocupação implícita com os custos de financiamento diante da possibilidade de um aprofundamento da crise bancária — os custos provavelmente aumentarão como resultado das perdas que a Federal Deposit Insurance Corp. (FDIC) sofreu ao lidar com a recente série de falências de bancos regionais.

Por isso, a decisão sobre a taxa de juros de hoje é importante para os mercados. Ainda há um debate sobre se a crise bancária regional deve ser suficiente para o Fed fazer uma pausa nos aumentos das taxas de juros.

A economia está claramente desacelerando, mas não sabemos se é o suficiente para o Fed fazer uma pausa no ciclo de aperto monetária.

A autoridade monetária deverá elevar em 25 pontos-base a sua taxa de juros de referência, colocando-a acima de 5% pela primeira vez desde 2007. O índice de gerentes de compras de serviços também é aguardado.

03:44 — Quando veremos um mea culpa?

Sem dúvida, este foi um dos ciclos de aperto monetário mais mal administrados desde a década de 1970. Sim, a política monetária precisou ser apertada após a pandemia. Agora, elevar os juros sem parar para avaliar os danos e sem reconhecer que os dados são substancialmente menos confiáveis foram movimentos imprudentes.

A atual volatilidade do sistema bancário foi refém do aumento implacável das taxas. O Fed agora tem restrições de empréstimos bancários que não controla em uma economia que não entende adequadamente.

Claro, a inflação tem sido extremamente incomum, mas a comunicação da autoridade monetária não facilitou o trabalho. Várias vezes o Fed não só se movimentou equivocadamente, como também se comunicou mal.

A primeira onda de inflação impulsionada pela demanda pós-pandêmica está agora em desinflação. A segunda onda de inflação impulsionada pela oferta de energia está agora em desinflação (os preços do petróleo caíram ainda mais ontem).

Resta avaliar a inflação de serviços e o mercado de trabalho, mas as coisas parecem convergir para um tom mais ameno. Faz sentido o fim do ciclo. Pelo menos isso o Fed não pode errar.

04:41 — E o risco de estagflação?

A resiliência da inflação, contudo, pode ser um desafio para o Fed ficar satisfeito ao realizar um último ajuste nos juros hoje.

Caso os serviços e os núcleos continuem elevados e sem desacelerar tanto quanto esperado, podemos provocar a autoridade monetária a querer mais juros, principalmente se continuarmos a observar crescimento salarial em termos reais, ainda que marginalmente. A consequência? Estagflação.

Depois que um resultado fraco do PIB americano na semana passada mostrou que a economia dos EUA estava desacelerando mesmo antes da crise bancária, a tese de estagflação voltou a ganhar força, onde a economia cai enquanto a inflação mantém um ritmo bem acima da meta de 2% do Fed.

É o pior cenário, no qual os juros poderiam permanecer elevados por ainda mais tempo, prejudicando os ativos.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Com expectativas sobre as decisões de juros nos EUA e no Brasil, somado a perda de força do dólar ante o real, os juros futuros (DIs) abriram com viés de queda em toda a curva.

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,25%13,27%
DI1F25DI Jan/2511,96%11,99%
DI1F26DI Jan/2611,68%11,72%
DI1F27DI Jan/2711,76%11,81%
DI1F28DI Jan/2811,93%11,93%
EUA: EMPREGOS NO SETOR PRIVADO

Os EUA criaram 296 mil empregos no setor privado em abril, informou há pouco o relatório ADP, considerado uma prévia do payroll. O dado veio acima do esperado pelos analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal, que projetavam a abertura de 133 mil postos de trabalho no mês.

BALANÇO TRIMESTRAL

A Klabin (KLBN4) informou nesta quarta-feira (3) seu resultado referente ao primeiro trimestre neste ano, quando obteve lucro líquido de R$ 1,26 bilhão. O dado representa uma alta de 44% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O número veio acima do esperado pelo consenso Refinitiv, que estimavam um lucro de R$ 698 milhões para a fabricante de papel e embalagens.

O Ebitda ajustado da companhia, que dá dimensão de como vai a geração de caixa da Klabin, foi de R$ 1,94 bilhão no 1T23, uma alta de 13% em relação a 2022.

A margem Ebitda ajustada chegou a 40% no primeiro trimeste, um avanço de 1 ponto percentual quando comparado com 2022.

Leia mais.

O dólar à vista reduziu a queda da abertura e voltou a casa de R$ 5,00, na máxima do dia há pouco. A moeda americana cai 0,32%, a R$ 5,0304.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abriu a R$ 5,0169, em queda de 0,59%, com expectativa de manutenção da Selic e alta em 25 pontos-base nos EUA.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,24%, aos 103.145 pontos e acompanha a leve recuperação dos índices futuros americanos antes das decisões sobre os juros no Brasil e nos EUA.

BOLSONARO SOFRE BUSCAS DA PF EM SUA CASA; EX-AUXILIAR DO PRESIDENTE É PRESO

A Polícia Federal saiu às ruas nesta quarta-feira (03) na primeira etapa da Operação Venire, que investiga a inserção de dados falsos nos sistemas do Ministério da Saúde sobre a vacinação contra a covid-19. A casa do ex-presidente Jair Bolsonaro é um dos alvos dos 16 mandados de busca e apreensão.

A PF deve apreender materiais durante a investigação, além de colher depoimentos. Além da busca e apreensão, a ofensiva cumpre cinco mandados de prisão preventiva — e o ex-ajudante de ordens e auxiliar de Bolsonaro à época da presidência, Mauro Cid, foi um dos que já foram presos. 

As ordens foram expedidas no bojo do inquérito das milícias digitais, que tramita sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF).

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O que diz a Polícia Federal

Segundo a PF, as inserções falsas sob suspeita se deram, entre novembro de 2021 e dezembro de 2022, e "tiveram como consequência a alteração da verdade sobre fato juridicamente relevante, qual seja, a condição de imunizado contra a covid-19 dos beneficiários".

Leia mais.

COMMODITIES EM QUEDA

Na expectativa da decisão do Fed e a cautela sobre os bancos regionais americanos, o petróleo tipo Brent segue com desempenho negativo nesta quarta-feira (3), na contramão dos índices futuros de NY no pré-mercado.

A commodity é negociada em baixa próxima a 3%, com o barril a US$ 73,14.

BALANÇOS DO DIA

Além do dia cheio no ambiente macroeconômico, o cenário corporativo segue agitado nesta quarta-feira (3). Confira os balanços do primeiro trimestre programados para hoje:

ANTES DA ABERTURA

  • Gerdau;
  • Metalúrgica Gerdau;
  • Klabin

DEPOIS DO FECHAMENTO

  • CSN;
  • CSN MineraçãO;
  • Dexco;
  • EDP - Energias do Brasil;
  • Eletromidia;
  • Grupo Pão de Açúcar (GPA);
  • Lojas Quero-Quero;
  • Lojas Renner;
  • Neogrid;
  • PRIO;
  • SIMPAR;
  • Taesa;
  • Tegma Gestão Logística;
  • Tenda;
  • Ultrapar.

EXTERIOR

  • Mercado Libre;
  • Qualcomm;
  • Airbus.

AGENDA DO DIA

Hoje é a 'Super Quarta', dia de decisão sobre a política monetária no Brasil, pelo Banco Central, e nos EUA, pelo Federal Reserve (Fed).

Por aqui, a expectativa é de manutenção da Selic, a taxa básica de juros, em 13,75% ao ano, apesar das críticas do atual governo.

Nos EUA, os investidores apostam na alta de 25 pontos-base nos juros, elevando-os à faixa de 5,00% a 5,25% ao ano, devido aos dados econômicos ainda fortes e inflação acima da meta de 2%. Por outro lado, os mercados ficam atentos à repercussão de uma nova alta de olho na crise dos bancos regionais.

Em março. o Silicon Valley Bank e o Signature Bank decretaram falência. Na última semana foi a vez do First Republic Bank, que sofreu intervenção do Fed e teve os ativos adquiridos pelo JP Morgan na última segunda-feira (1º).

Além das decisões sobre os juros, os mercados internacionais concentram as atenções em dados econômicos na zona do euro, China e EUA.

Confira a agenda do dia:

HorárioPaís / RegiãoEvento
--ChinaFeriado do Dia do Trabalho (mercados fechados)
6hZona do EuroTaxa de desemprego em março
9h15Estados UnidosRelatório de empregos privados ADP em abril
10h45Estados UnidosPMI Composto e de serviços em abril
11h30Estados UnidosEstoques de petróleo bruto na semana
15hEstados UnidosDecisão de juros do Federal Reserve
15h30Estados UnidosColetiva de imprensa do Fed sobre decisão de juros
Depois do fechamentoBrasilDecisão de juros do Copom
22h45ChinaPMI Industrial Caixin em abril
Fonte: Investing.com
POLÍCIA FEDERAL FAZ OPERAÇÃO DE BUSCAS NA CASA DE BOLSONARO

A Polícia Federal está nas ruas em uma operação para investigar um grupo suspeito de inserir dados falsos de vacinação contra a covid-19 no sistema do Ministério da Saúde.

Ao todo, são 16 mandatos de busca e apreensão — e um deles na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, no bairro do Jardim Botânico, em Brasília.

O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid, foi um dos primeiros a ser presos na manhã desta quarta-feira (03).

A autorização para a ação de hoje é do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e ocorre dentro do inquérito que apura a atuação das “milícias digitais".

*Com informações do O Globo e do Jornal Metrópole

O QUE ACONTECEU NOS MERCADOS ONTEM?

O Ibovespa encerrou o dia em queda de 2,40%, aos 101.926 pontos. Já o dólar à vista encerrou o dia em alta de 1,19%, a R$ 5,0467.

Confira tudo que movimentou os mercados ontem.

CAÇADOR DE TENDÊNCIAS

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Hapvida (HAPV3).

HAPV3: [Entrada] R$ 2.81; [Alvo parcial] R$ 2.90; [Alvo] R$ 3.03; [Stop] R$ 2.66

Recomendo a entrada na operação em R$ 2.81, um alvo parcial em R$ 2.90 e o alvo principal em R$ 3.03, objetivando ganhos de 7.8%.

O stop deve ser colocado em R$ 2.66 evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

FUTUROS DE NOVA YORK ABREM EM ALTA

Os índices futuros de Nova York apontam para uma abertura em alta nesta quarta-feira.

Os investidores voltam as atenções para a decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos). No entanto, o comunicado após o anúncio da política monetária é o mais importante neste momento.

Os operadores buscarão sinais de um possível alívio nas taxas de juros dos EUA nas falas de Jerome Powell. A ausência de um vislumbre pode minar o bom sentimento das primeiras horas do dia.

Confira:

  • S&P 500 futuro: +0,18%
  • Dow Jones futuro: +0,12%
  • Nasdaq futuro: +0,17%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM ALTA

Os principais índices europeus amanheceram em alta hoje.

A expectativa com o comunicado após a decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) mantém o otimismo dos investidores.

Além disso, os investidores digerem os números de balanços locais e dados regionais da Zona do Euro.

Confira:

  • DAX: 0,74%
  • FTSE 100: +0,26%
  • CAC 40: +0,72%
BOLSAS ASIÁTICAS FECHAM EM BAIXA

Os principais índices asiáticos fecharam em baixa nesta quarta-feira.

Os investidores por lá estenderam as perdas de Nova York da sessão anterior. Nas próximas horas, o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) divulga a decisão de política monetária dos EUA.

As expectativas apontam para uma alta de 0,25 ponto percentual, o que elevaria a banda para o intervalo entre 5,0% e 5,25%.

Assim, o Hang Seng caiu 1,18% em Hong Kong, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 0,91%. Já a bolsa de Taiwan fechou com perdas de 0,53%. Os índices da China e do Japão não abriram hoje.

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