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A maior cifra está envolvida na transação do FII BTLG11, que receberá R$ 105 milhões por dois de seus imóveis

Com a aceleração do e-commerce durante a pandemia de covid-19, a logística é um dos segmentos que mais movimentaram o mercado de fundos imobiliários nos últimos anos. E, mesmo com o arrefecimento do crescimento do varejo digital após o fim das restrições sociais, os FIIs seguem girando a carteira dos ativos.
As movimentações mais recentes foram anunciadas na última terça-feira (27) por dois dos maiores representantes do setor, os fundos BTG Pactual Logística (BTGL11) e CSHG Logística (HGLG11).
O primeiro assinou um contrato para a venda de dois de seus galpões, enquanto o segundo adquiriu um terreno para a construção de novos empreendimentos.
A maior cifra está envolvida na transação do BTLG11, que receberá R$ 105 milhões pelos imóveis BTLG Dutra — avaliado acima do valor de recompra — e BTLG Ambev Santa Luiza, que entrou na carteira após a incorporação do fundo V2 Properties (VVPR11).
O nome do comprador não foi revelado, mas o FII estima um lucro de cerca de R$ 0,92 por cota com o negócio, que será pago em três parcelas. A primeira, de R$ 25,6 milhões, já foi recebida, enquanto a última deve entrar no caixa do fundo em até 18 meses.
"Esses valores são uma estimativa, caso sejam recebidos em sua integralidade, serão distribuídos aos cotistas conforme regulamentação aplicável", destaca o BTLG11 no comunicado enviado ao mercado.
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Já a negociação do CSHG Logística visou à compra da fatia de 79,3% de um terreno de cerca de 173 mil metros quadrados localizado em Cabo de Santo Agostinho, munícipio de Pernambuco.
O fundo pagará R$ 32,5 milhões pela participação no ativo, que já integra um condomínio logístico. Mas o valor total desembolsado deve ultrapassar os R$ 124 milhões nos próximos anos, pois o fundo arcará com os custos da construção de dois galpões que serão erguidos no local.
O primeiro deles terá 41 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL). A obra já está em andamento, e a estimativa de custos, de acordo com a fração ideal do HGLG11, é de R$ 63 milhões.
Já o segundo galpão terá cerca de 26,5 mil m², custará R$ 29,1 milhões para o FII, e o início das obras se dará apenas após a locação de, no mínimo, 80% do primeiro imóvel.
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