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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa renova máxima histórica no fechamento com apoio de NY e do petróleo; dólar cai

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18 de dezembro de 2023
7:18 - atualizado às 14:44

RESUMO DO DIA: O ritmo de alta da semana passada foi mantido no pregão de hoje e o Ibovespa se aproximou, mais uma vez, da máxima intraday alcançada na última sexta-feira (15). O índice fechou no maior nível da história.  

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Mesmo diante da aproximação do fim do ano, o que comumente resulta em uma agenda mais fraca aqui e no exterior e a redução da liquidez, o Ibovespa foi impulsionado pelo forte avanço do petróleo no mercado internacional.

Por aqui, a reta final do ano deve ter Brasília como o foco de atenções da semana. Após a aprovação da Reforma Tributária no Congresso Nacional, a expectativa é de que a proposta seja promulgada ainda nesta semana.

Além disso, os esforços devem ser concentrados na negociação da Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO), também com a perspectiva de votação antes do recesso parlamentar.  

Amanhã (19), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central terá o desafio de explicar por que não pretende acelerar os cortes de juros mesmo com o avanço da pauta econômica nas discussões da última reunião.

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Lá fora, a dissonância entre as expectativas do mercado e as perspectivas do Federal Reserve (Fed) sobre o primeiro corte nos juros nos Estados Unidos deve seguir como o principal ponto de atenções, enquanto os investidores esperam o último dado de inflação, medido pelo PCE, do ano.

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Depois de o presidente da unidade do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, foi a vez do líder do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, afirmar que a queda dos juros deve ser mais tardia que o precificado pelos investidores. Até agora, o mercado espera a primeira redução na taxa em março.

O dólar encerrou o dia a R$ 4,9048, com queda de 0,66%, no mercado à vista.

O Ibovespa fechou o pregão aos 131.083,82 pontos, com avanço de 0,68%. Esse é o maior nível de fechamento da história, que havia sido renovado na última quinta-feira (14), quando o índice encerrou aos 130.842,09 pontos.

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Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (18):

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

O Ibovespa fechou no maior nível do fechamento na história, quatro dias depois de renovar o recorde.

Por aqui, as companhias ligadas ao petróleo e as mais sensíveis aos juros ganharam fôlego no principal índice da bolsa brasileira.

O contratos futuros para fevereiro do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, terminaram o dia com avanço de 1,83% e o barril negociado a US$ 77,95 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os juros futuros (DIs) estenderam o alívio em toda a curva, em meio ao enfraquecimento do dólar

Confira as maiores altas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,536,36%
BRKM5Braskem PNR$ 18,174,37%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 21,033,75%
CYRE3Cyrela ONR$ 24,383,31%
NTCO3Natura ONR$ 16,413,14%

Na ponta negativa, nem a notícia de que as ações da Casas Bahia (BHIA3) devem permanecer na carteira do Ibovespa, confirmado pela segunda prévia, animou os investidores e os papéis continuaram no campo negativo em temor às margens da companhia e avanço dos juros de longo prazo.

Klabin (KLBN11) recuou após o Goldman Sachs rebaixar a recomendação de neutra para venda dos papéis, com corte de preço-alvo para 2024.

Veja quais são as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
BHIA3Casas Bahia ONR$ 10,24-8,33%
RAIL3Rumo ONR$ 22,21-2,67%
KLBN11Klabin unitsR$ 21,06-2,32%
EMBR3Embraer ONR$ 23,38-2,05%
EGIE3Engie ONR$ 44,11-1,78%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

Quatro dias depois de renovar a máxima de fechamento histórica, o Ibovespa renovou a marca e fechou aos 131.083 pontos, com avanço de 0,68%.

Sem destaques relevantes no cenário local, o índice acompanhou o apetite ao risco do exterior e a forte valorização do petróleo em meio a temores sobre a demanda da commodity.

Por aqui, os investidores repercutiram a aprovação da Reforma Tributária no Congresso Nacional na última sexta-feira (15). A expectativa é que a proposta seja promulgada nesta semana, além da votação da  Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO).

O mercado também espera a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que será divulgada amanhã (19). A prévia do PIB, o IBC-Br, de outubro tem divulgação prevista para a quarta-feira (20).

FECHAMENTO DE NOVA YORK

À espera do Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE), indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed), que deve ser divulgado na próxima sexta-feira (22), os investidores seguiram com apetite ao risco.

Confira o fechamento das bolsas de Nova York:

  • S&P 500: +0,45%, aos 4.740,56 pontos;
  • Dow Jones: +0,00%, aos 37.306,02 pontos;
  • Nasdaq: +0,61%, aos 14.904,81 pontos.

Os ganhos, porém, foram limitados por novas declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed).

Mais cedo, o presidente da unidade do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, afirmou que há uma disparidade "muito grande" entre as expectativas de cortes nos juros pelo mercado em 2024 e as projeções de dirigentes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês).

O mercado segue precificando o primeiro corte nos juros em março de 2024, enquanto alguns dirigentes do Fed acreditam que a redução só ocorra no terceiro trimestre do ano que vem.

A visão de Goolsbee vai ao encontro às falas do presidente da unidade do Federal Reserve (Fed) de Atlanta. Raphael Bostic, na semana passada. O dirigente afirmou que o banco central norte-americano deve começar a reduzir os juros em "algum momento do terceiro trimestre" de 2024, se a inflação desacelerar conforme o esperado.

UM DOS SÍMBOLOS DO CAPITALISMO DOS EUA PODE CAIR NA MÃO DOS JAPONESES POR ‘APENAS’ R$ 73 BILHÕES

Um dos símbolos do capitalismo norte-americano está prestes a cair nas mãos dos japoneses. A Nippon Steel Company (NSC) pretende pagar aproximadamente US$ 14,9 bilhões (R$ 73 bilhões, nas cotações atuais) para adquirir a US Steel, uma das empresas mais tradicionais dos Estados Unidos.

O montante considera o valor patrimonial de aproximadamente US$ 14,1 bilhões somado à transferência de dívidas. O valor equivale a US$ 55 por ação, um prêmio de 40% em relação ao fechamento da produtora de aço estadunidense na sexta-feira (15). 

As ações da norte-americana operam em forte alta em Wall Street hoje em reação à oferta da Nippon. Por volta das 17h15, os papéis subiam 26,32% na bolsa de valores de Nova York (NYSE), negociados a US$ 49,68.

Se o negócio for adiante, esse será o maior acordo já realizado na história da Nippon Steel — e representará uma transferência de um dos maiores nomes norte-americanos para o controle japonês.

Leia mais.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar comercial encerrou as negociações no mercado à vista a R$ 4,9048, com queda de 0,66%.

Em dia de agenda esvaziada no cenário local e no exterior, a moeda foi pressionada pela aprovação da Reforma Tributária no Congresso Nacional na última sexta-feira (15) e novas declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.

Mais cedo, o presidente da unidade do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, afirmou que há uma disparidade "muito grande" entre as expectativas de cortes nos juros pelo mercado em 2024 e as projeções de dirigentes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês).

O mercado segue precificando o primeiro corte nos juros em março de 2024, enquanto alguns dirigentes do Fed acreditam que a redução só ocorra no terceiro trimestre do ano que vem.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos mais líquidos do petróleo encerraram a sessão em alta acima de 1%, após avançarem mais de 3% ao longo do dia.

Os futuros para fevereiro do petróleo Brent terminaram o dia com avanço de 1,83% e o barril negociado a US$ 77,95 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os futuros do WTI subiram 1,44%, a US$ 72,82 o barril, na New York Mercantile Exchange.

A commodity foi impulsionada pela expectativa de menor oferta em meio à escalada do conflito na região do Mar Vermelho, próximo ao Canal de Suez. O grupo Houthis, aliado do Irã, fez novos ataques a embarcações nesta segunda-feira.

ALPHAVILLE (AVLL3) DISPARA NA B3; VEJA POR QUÊ

O ano não foi muito bom para as ações da Alphaville (AVLL3), que recuam mais de 10% em 2023. Mas o resultado seria ainda pior não fosse o dia de glória que a urbanizadora vive na B3 nesta segunda-feira (18).

Os papéis chegaram a subir quase 30%, com a cotação tocando os R$ 7,14 na máxima do dia. Agora, por volta das 17h, o salto arrefeceu, mas a companhia ainda registra fortes ganhos de 22,7%, a R$ 6,27.

Por trás da alta está um anúncio de que a companhia que ganhou fama com os condomínios de alto padrão na década de 70, mas enfrentou dificuldades financeiras nos últimos anos fará um aumento de capital privado de, no mínimo, R$ 677 milhões e, no máximo, R$ 1,2 bilhão, de acordo com a demanda.

A operação será realizada para capitalizar cerca de R$ 537 milhões em dívidas da companhia. Haverá ainda um aporte de R$ 140 milhões para reduzir as obrigações com bancos e reforçar o caixa.

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GOL (GOLL4) E AZUL (AZUL4) SOBEM NA B3

O período de férias que se aproxima junto com as festas de fim de ano costuma ser o mais movimentado nos aeroportos. Enquanto isso, as ações das empresas aéreas como Gol (GOLL4) e Azul (AZUL4) também aparecem em destaque na bolsa.

Além da fraqueza do dólar em relação ao real — o que já é atrativo, em parte, para os viajantes de fim de ano e também para os custos das aéreas —, os investidores reagem ao anúncio de que as passagens aéreas podem ficar mais baratas. 

Hoje, o Ministério de Portos e Aeroportos anunciou as primeiras medidas para redução dos preços dos voos — e o maior volume de promoções nas principais companhias aéreas. A notícia foi divulgada em conjunto com os representantes da Azul, Gol e Latam. 

Durante o anúncio, os papéis da Gol (GOLL4) e da Azul (AZUL4) chegaram a avançar mais de 1%. 

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BALANÇA COMERCIAL

A balança comercial do Brasil registrou superávit de US$ 1,070 bilhão na terceira semana de dezembro, de acordo com dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

No período, as importações sobem US$ 5,053 bilhões e as exportações somam US$ 6,123 bilhões.

No acumulado do ano, o país ter superávit de US$ 94,179 bilhões.

O ATAQUE QUE FAZ O PETRÓLEO SUBIR FORTE HOJE

O petróleo ganhou impulso depois que, na semana passada, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) sinalizou pelo menos três cortes de juros em 2024. A euforia com o afrouxamento monetário nos EUA encontrou nesta segunda-feira (18) nos ataques a navios no Mar Vermelho o motivo para continuar a trajetória de forte alta.

Um navio de propriedade norueguesa foi atacado, várias gigantes da navegação e do petróleo suspenderam as atividades no mar Vermelho, indicando que evitariam a região pelo menos até o final da semana. 

Os preços do petróleo chegaram a subir 4% com a notícia do ataque, avançando quase US$ 2 por barril.

Por volta de 14h30, os futuros do Brent com vencimento em fevereiro avançavam 2,57%, a US$ 78,52 por barril, enquanto o WTI para janeiro tinha alta de 2,56%, a US$ 73.26 por barril.

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Ibovespa bate 131.437,99 pontos, com alta de 0,95%.

RECORDE DO RECORDE

O Ibovespa segue renovando máximas com forte avanço, impulsionado pelos ganhos de petróleo.

O índice alcançou os 131.404,32 pontos, com alta e 0,93%.

NOVA MÁXIMA

Poucos minutos após renovar a máxima histórica, o Ibovespa renovou novamente aos 131.347,76 pontos, com avanço de 0,88%.

IBOVESPA RECORDE HISTÓRICO

Após renovar a máxima histórica duas vezes na semana anterior, o Ibovespa seguiu acelerando os ganhos e renovou novamente a maior pontuação intradiária há pouco.

Às 14h24 (horário de Brasília), o Ibovespa alcançou os 131.278,96 pontos, com avanço de 0,83%.

IMPASSE NO COMANDO DA GESTORA DO DEVA11 DERRUBA COTAS DO FII NA B3

O impasse na diretoria da Devant, gestora do Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11), afeta as cotas do fundo imobiliário na B3 nesta segunda-feira (18). O FII, que chegou a cair mais de 4,5% na mínima do dia, operava com um recuo de 2,66%, a R$ 41,31, por volta das 13h55.

A queda ocorre em meio a dúvidas dos investidores a respeito de quem está no comando da gestora e, consequentemente, da condução do DEVA11. A RTSC, holding que é sócia majoritária da Devant, demitiu três dos principais executivos da empresa na última sexta-feira (15).

“A decisão foi tomada em benefício dos cotistas dos fundos e da própria empresa”, afirma a RTSC, que diz ter encontrado irregularidades na condução da gestora. Já a Devant diz que as destituições não são válidas pois a assembleia na qual elas foram deliberadas não tinha o quórum necessário para validar a decisão.

Enquanto isso, a Vórtx, administradora do DEVA11, informou que está em contato com a gestora, "a fim de obter maiores informações acerca dos fatos narrados em matérias jornalísticas".

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IBOVESPA RENOVA MÁXIMA

O Ibovespa renovou a máxima intradiária há pouco ao alcançar os 131.154 pontos, com avanço de 0,74%.

A alta é impulsionada pela aceleração dos ganhos do petróleo em reação ao conflito iniciada no região do Mar Vermelho, próximo ao Canal de Suez.

Com o forte avanço, o Ibovespa mira renovar o recorde intraday, alcançado na última quinta-feira (14), quando registrou os 131.259,81pontos.

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias encerraram o pregão majoritariamente em alta, em dia de agenda mais esvaziada.

As perdas foram limitadas na bolsa de Londres pelas companhias do setor de mineração, após o governo local anunciar de uma nova lei para taxação de carbono de importações de matéria-prima estrangeira a partir de 2027.

Confira o fechamento dos principais índices da Europa:

  • FTSE 100 (Londres): -0,50%, aos 7.614,48 pontos;
  • DAX (Frankfurt): -0,60%, aos 16.650,55 pontos;
  • CAC 40 (Paris): -0,37%, aos 7.568,86 pontos;
  • Stoxx 600: -0,27%, aos 475,30 pontos.
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Com a forte alta do petróleo, o Ibovespa sustenta os ganhos e tenta retomar os 131 mil pontos, em dia de agenda mais esvaziada.

Na ponta positiva, as petroleiras e as companhias de mineração e siderurgia avançam.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
RECV3PetroReconcavo ONR$ 21,144,29%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 10,823,34%
BRKM5Braskem PNR$ 17,932,99%
GGBR4Gerdau PNR$ 23,922,97%
SMTO3São MartinhoR$ 29,442,87%

Na ponta negativa, nem a notícia de que as ações da Casas Bahia (BHIA3) devem permanecer na carteira do Ibovespa, confirmado pela segunda prévia, animou os investidores e os papéis seguem realizando em temor às margens da companhia e avanço dos juros de longo prazo.

Klabin (KLBN11) recua após o Goldman Sachs rebaixar a recomendação de neutra para venda dos papéis, com corte de preço-alvo para 2024.

Veja quais são as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
BHIA3Casas Bahia ONR$ 10,41-6,80%
KLBN11Klabin unitsR$ 20,95-2,83%
EGIE3Engie ONR$ 43,94-2,16%
FLRY3Fleury ONR$ 17,96-2,15%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,64-1,92%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa sustenta o tom positivo da última semana, com apetite ao risco dos investidores em meio à redução de liquidez dos mercados com a proximidade das festividades de fim de ano.

O principal índice da bolsa brasileira sobe 0,60%, aos 130.978 pontos.

O dólar perde força. Na comparação com o real, a moeda norte-americana recua 0,02%, a R$ 4,9360. Já ante as divisas globais, o DXY opera com leve alta de 0,01%, aos 102.560 pontos.

Os juros futuros recuam na cauda mais curta com o dólar e avançam nos vencimentos mais longos na esteira dos rendimentos dos Treasurys.

Lá fora, a agenda é mais esvaziada. Os investidores internacionais aguardam o Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE), indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed).

XPIN11 E FECHA LOCAÇÃO E REDUZ VACÂNCIA

A semana começou com boas notícias para os mais de 47 mil cotistas do fundo imobiliário XP Industrial (XPIN11). O FII fechou uma nova locação que baixou o nível de vacância do portfólio para o menor patamar em mais de dois anos.

Segundo comunicado enviado ao mercado na última sexta-feira (15), uma empresa de transmissão energética alugará o módulo 03 do Edifício Brahms. O espaço totaliza 2,1 mil metros quadrados do imóvel localizado em Atibaia, no interior de São Paulo.

O contrato tem vigência de 48 meses contados a partir do dia 15. A receita bruta é estimada em R$ 0,0952 por cota nos primeiros 24 meses, sem considerar a atualização monetária prevista; após o período, o valor cai para R$ 0,0044 por cota.

"Cabe ressaltar que os valores acima não são garantia de rentabilidade e que o fundo poderá realizar uma retenção de até 5% dos lucros auferidos no semestre e apurados em base caixa", ressalta o comunicado.

Leia mais.

METÁLICAS SOBEM

As companhias de mineração e siderurgia avançam e figuram entre as maiores altas do Ibovespa, na contramão do desempenho do minério de ferro no mercado internacional.

Acompanhe a cotação das companhias do setor:

CÓDIGONOMEULTVAR
RECV3PetroReconcavo ONR$ 21,033,75%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 10,823,34%
CSNA3CSN ONR$ 18,573,00%
GGBR4Gerdau PNR$ 23,943,06%
CMIG4Cemig PNR$ 11,561,85%
VALE3Vale ONR$ 74,631,04%
JUROS FUTUROS

Apesar do avanço dos rendimentos dos Treasurys, os juros futuros tentam manter o alívio da última semana. Sobre a curva de juros repercute a aprovação da Reforma Tributária na última sexta-feira (15) e a fraqueza do dólar.

Mas, a cauda mais longa da curva, que são as taxas de Depósitos Intrabancários com vencimentos em janeiro de 2029 e 2030 avançam na esteira dos Treasurys.

Acompanhe:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F24DI Jan/2411,65%11,65%
DI1F25DI Jan/2510,07%10,09%
DI1F26DI Jan/269,69%9,72%
DI1F27DI Jan/279,80%9,80%
DI1F28DI Jan/2810,05%10,06%
DI1F29DI Jan/2910,22%10,21%
DI1F30DI Jan/3010,37%10,36%
TREASURYS VOLTAM A SUBIR

Após recuarem para o nível próximo a 4% em reação à decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), os rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, mais longos avançam.

O movimento para a retomada de alta dos yields acontece em repercussão das declarações do presidente da unidade do Fed de Chicago, Austan Goolsbee.

O dirigente afirmou que há uma disparidade "muito grande" entre as expectativas de cortes nos juros pelo mercado em 2024 e as projeções de dirigentes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês).

Os juros projetados para o título de dois anos, mais sensíveis à política monetária, avançam a 4,461%; os de dez anos sobem a 3,959% e os de 30 anos registram alta a R$ 4,078%.

PETRÓLEO DISPARA 3%

Os contratos mais líquidos do petróleo aceleram o ritmo de alta e avançam mais de 3% em reação a escalada de tensões no Oriente Médio, com ataques do grupo Houthi, aliado do Irã, no Mar Vemelho — e próximo ao canal de Suez.

Os futuros do Brent sobem 3,47%, a US$ 79,19 o barril.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York iniciam a semana em tom positivo, com a agenda mais esvaziada hoje. Ao longo da semana, os investidores aguardam o Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE), indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed).

Confira o desempenho de Wall Street após a abertura:

  • S&P 500: +0,30%, aos 4.733,45 pontos;
  • Dow Jones: +0,07%, aos 37.329,98 pontos;
  • Nasdaq: +0,20%, aos 14.844,06 pontos.
SABESP ANUNCIA PLANO DE INVESTIMENTO DE R$ 47,4 BILHÕES

Menos de duas semanas após a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovar o projeto de lei (PL) que permite a privatização da companhia de águas de São Paulo, a Sabesp (SBSP3) divulgou seu plano de investimentos para o quadriênio 2024 - 2028. 

Em comunicado ao mercado, o Conselho de Administração da Sabesp aprovou o plano de investimentos no valor de R$ 47,4 bilhões para o período. 

No entanto, os valores não consideraram os efeitos do processo de desestatização da empresa, que incluem a ampliação da área de concessão, população atendida e metas de universalização do atendimento. 

Todos esses fatores ainda estão em fase de detalhamento do Governo do Estado de São Paulo — que deterá uma participação de aproximadamente 15% após a conclusão do processo de desestatização da Sabesp. 

Leia mais.

KLABIN (KLBN11) CAI

Além da fraqueza do dólar, as ações da Klabin (KLBN11) figuram entre as maiores quedas do Ibovespa, após o Goldman Sachs rebaixar a recomendação dos papéis de neutra para a venda.

A revisão para baixo foi acompanhada do corte no preço-alvo das ações de R$ 23 para R$ 18.

Os papéis caem 2,92%, a R$ 20,92.

DÓLAR INVERTE SINAL

O dólar inverteu o sinal há pouco, com o fortalecimento do petróleo no mercado internacional.

A moeda norte-americana recua 0,03%, a R$ 4,9359.

O indicador DXY, que compara o dólar com uma cesta de seis moedas globais como euro e libra, recua 0,12%, aos 102.424 pontos.

SEGUNDA PRÉVIA DO IBOVESPA

Quando o Grupo Casas Bahia (BHIA3) aprovou um grupamento de ações, o objetivo da direção da varejista era claro: permanecer no Ibovespa.

Isso porque a ação da companhia amarga uma queda de mais de 70% no acumulado do ano.

Com isso, BHIA3 virou uma penny stock, como são chamadas as ações cotadas a menos de R$ 1.

No entanto, um dos critérios da B3 para a permanência de uma ação no Ibovespa é que ela não seja uma penny stock.

Leia mais.

SOBE E DESCE DA ABERTURA

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRVE3MRV ONR$ 11,223,41%
BRKM5Braskem PNR$ 17,862,58%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 10,712,29%
SMTO3São MartinhoR$ 29,212,06%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 11,882,24%

E as maiores quedas do Ibovespa após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
KLBN11Klabin unitsR$ 21,11-2,09%
PETZ3Petz ONR$ 3,86-1,78%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 11,09-0,72%
FLRY3Fleury ONR$ 18,23-0,68%
EMBR3Embraer ONR$ 23,76-0,46%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em alta de 0,515, aos 130.202 pontos.

O principal índice da bolsa brasileira acompanha o ritmo de apetite ao risco da semana anterior, impulsionado hoje pela valorização do petróleo. Na semana pré-Natal, a liquidez dos mercados tendem a ser reduzida.

Por aqui, os investidores devem seguir monitorando a tramitação de pautas econômicas no Congresso Nacional, com a expectativa de promulgação da Reforma Tributária e votação da Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO).

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias Vale e Petrobras operam em tom positivo, acompanhando o apetite ao risco na reta final de 2023.

  • Petrobras (PBR): +1,14%, a US$ 15,12
  • Vale (VALE): +0,40%, a US$ 15,03
MERCADO DE COMMODITIES

A semana pré-Natal iniciam com o mercado de commodities em tom misto.

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian com queda de 1,59%, a tonelada a US$ 130,37.

Já os contratos mais líquidos do petróleo operam com alta acima de 1%. Os futuros do WTI sobem 1,23%, com o barril a US$ US$ 72,64. Já os futuros do Brent avançam 1,20%, com o barril a US$ 77,47.

MATHEUS SPIES: MERCADO EM 5 MINUTOS

A RETA FINAL DO ANO QUE PODE NOS TRAZER ALGUMA ALEGRIA

Os últimos dias de 2023 são caracterizados pelos acontecimentos que sucedem a mudança para uma postura mais "dovish" por parte do Federal Reserve nos EUA.

A tão aguardada indicação de futuros cortes nas taxas de juros surgiu com o gráfico de pontos do banco central americano e a declaração de Jerome Powell, revelando que os diretores começaram a debater o momento adequado para a flexibilização.

Até o momento, a resposta tem sido positiva, com discursos de outros membros do Fed convergindo na mesma direção, embora de maneira mais moderada.

Acompanhando o comportamento dos mercados asiáticos, que enfrentaram um início de semana desafiador, os europeus iniciaram o dia com uma tendência negativa, após o Banco Central Europeu (BCE) da Zona do Euro e o Banco da Inglaterra (BoE) do Reino Unido adotarem uma postura relativamente mais rígida em comparação com o Fed.

Aliás, na Ásia, os investidores estão aguardando a reunião do Banco do Japão (BoJ) na terça-feira, que delineará a política monetária japonesa (o BoJ faz parte do G4 dos bancos centrais, junto com o Fed, BCE e BoE).

A China também anunciará sua política monetária amanhã.

A ver…

00:43 — Depois de 40 anos…

No Brasil, o centro das discussões no mercado gira em torno da agenda econômica no Congresso, que teve avanços significativos na semana passada, apesar das quedas dos vetos presidenciais, podendo acarretar um custo de R$ 20 bilhões para a União.

Durante esse período, a Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, a tão aguardada Reforma Tributária, com previsão de promulgação na quarta-feira.

Esta reforma introduz o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituirá o ICMS estadual e o ISS municipal, além da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substituirá tributos federais como PIS e Cofins.

Muitas das alterações inseridas pelo Senado foram agora rejeitadas. Embora esteja distante de ser a Reforma Ideal, há consenso de que representa um passo na direção correta.

Os grupos de trabalho encarregados de debater as leis complementares que darão forma à reforma tributária devem ser estabelecidos apenas em 2024.

Para a última semana de atividades no Congresso, o governo busca a aprovação da MP da subvenção no Senado, após a aprovação na Câmara na semana anterior.

Além disso, há a finalização da votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias e a regulamentação das apostas esportivas, um componente do pacote de Haddad para aumentar a arrecadação.

A medida mais relevante, relacionada às subvenções, tem o potencial de agregar R$ 35 bilhões aos cofres públicos.

Além dos debates em Brasília, aguardamos a divulgação da ata da reunião do Copom, que, na terça-feira, fornecerá detalhes adicionais sobre a decisão do Banco Central.

01:31 — Os próximos passos do Fed

Nos Estados Unidos, a expectativa desta semana gira em torno do aguardado índice de preços de despesas de consumo pessoal, conhecido como PCE (a métrica preferida de inflação pelo Fed), que será divulgado na sexta-feira.

Este evento deve consolidar as especulações dos investidores sobre a trajetória das taxas de juros no próximo ano, prevendo-se um aumento de 3,3% na comparação anual para o indicador de inflação.

Além disso, discursos de autoridades monetárias estão programados para acontecer ao longo da semana.

Na sexta-feira, era praticamente inevitável que os representantes do Fed reagissem à celebração exuberante do mercado nesta semana.

John Williams, presidente do Federal Reserve de Nova York, destacou-se como um dos membros da autoridade monetária americana que buscou manter expectativas mais moderadas.

No entanto, mesmo diante desse esforço, o mercado continua precificando a possibilidade de seis cortes nas taxas de 25 pontos-base ao longo de 2024.

Diante desse cenário, embora o S&P 500 não apresente uma avaliação barata, negociando a 19 vezes os lucros esperados para o próximo ano, e considerando a incerteza em torno do momento e do ritmo dos cortes nas taxas, as ações americanas parecem estar se preparando para mais um ano robusto.

As perspectivas para 2024 são promissoras.

02:26 — O que esperar do ano que vem

À medida que nos aproximamos rapidamente de 2024, os investidores em ações têm diversos motivos para expressar gratidão durante a temporada festiva de final de ano.

Principalmente, destaca-se a significativa mudança de postura do Federal Reserve na semana passada, afastando-se dos aumentos nas taxas de juros e sinalizando uma inclinação para cortes.

Essa mudança impulsionou as ações, enquanto os rendimentos dos títulos e as taxas hipotecárias experimentaram quedas acentuadas, proporcionando excelentes notícias.

Além disso, a manutenção dos custos de energia em níveis mais baixos contribui para o cenário positivo. As preocupações iniciais no ano giravam em torno da capacidade dos preços do petróleo de continuar alimentando a inflação após atingir o pico em 2022.

No entanto, mesmo com a limitação da produção pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo, os preços estão encerrando o ano com uma queda superior a 10%.

Adicionalmente, o crescimento econômico permanece robusto, e os gastos dos consumidores continuam resilientes, mesmo com a redução das economias acumuladas durante a pandemia e o aumento das taxas de juros ao longo deste ano.

Diante de toda essa positividade, torna-se evidente por que o S&P 500 está a um passo de alcançar seu recorde máximo estabelecido no início de 2022.

O índice se recuperou quase totalmente das quedas do ano anterior, e os ganhos são liderados pelas grandes empresas que desempenharam um papel crucial na recuperação.

Naturalmente, é importante reconhecer que esses aspectos positivos podem evoluir para preocupações no próximo ano, especialmente se houver indícios de um "hard landing". No entanto, por enquanto, conseguimos evitar essa percepção.

03:32 — O futuro incerto do gigante asiático

Os investidores expressam preocupações sobre o enfraquecimento do crescimento na segunda maior economia global.

A boa notícia é que a China continua sendo uma economia altamente competitiva, destacando-se pela mão de obra qualificada, infraestruturas de classe mundial e liderança em setores como indústria transformadora, energia renovável, veículos elétricos e inovação em campos avançados como computação, inteligência artificial e biotecnologia.

A China também mantém estabilidade política, conferindo ao Presidente Xi Jinping a capacidade de evitar retornar a um crescimento insustentável impulsionado pela dívida, se assim desejar (considerando a natureza ditatorial do regime).

A menos que ocorra um contágio financeiro sistêmico ou protestos em massa, cenários improváveis em 2024, Xi Jinping poderá adotar estímulos moderados e instar a população a perseverar enquanto busca transições para novos motores de crescimento.

Entretanto, a má notícia é que isso implica em um crescimento chinês mais lento por um período prolongado, afetando o crescimento global.

As escolhas políticas também podem resultar em desafios, deixando a economia chinesa sujeita a um cenário de deflação prolongada, crescimento estagnado e alto endividamento, assemelhando-se à experiência japonesa na década de 1990, embora em um estágio de desenvolvimento muito inferior.

Isso representaria um desafio significativo para a economia global, dada a importância fundamental da China nesse contexto.

04:45 — E o Oriente Médio?

Os dois principais líderes militares dos EUA estiveram em Tel Aviv para aconselhar o governo de Israel a evitar uma guerra regional mais ampla.

Os militares americanos buscam persuadir Israel a abandonar grandes operações e adotar campanhas de menor escala em Gaza, considerando que o conflito, que já se estende por dois meses desde os ataques terroristas de 7 de outubro, está se expandindo.

O Hamas é responsável pelo assassinato de 1.200 cidadãos israelenses, mais de 90% dos quais civis, e continua a reivindicar o direito de matar mais israelenses no futuro.

Em resposta, o governo de Israel sente-se legitimamente no direito de erradicar o Hamas, mas as autoridades internacionais temem pelos mais de dois milhões de civis palestinos que não conseguem escapar da linha de fogo.

Os Estados Unidos têm alguma influência sobre seu aliado Israel e têm tentado influenciar a condução da guerra e a escala de sua carnificina.

Trabalhando com o Qatar e as Nações Unidas, a administração Biden ajudou a levar ajuda humanitária aos palestinos presos em Gaza, bem como a garantir a libertação de alguns reféns israelenses sob custódia do grupo terrorista.

Contudo, para grande parte do mundo, essas medidas são consideradas tardias.

Não estamos hoje mais próximos de uma resolução desta guerra do que estávamos há seis semanas. Na verdade, a guerra deverá aumentar ainda mais, e não existem mecanismos para impedir que isso aconteça.

AMERICANAS (AMER3) CONSEGUE MAIORIA PARA APROVAR PLANO

A aguardada assembleia geral de credores que vai discutir o plano de recuperação da Americanas (AMER3) acontece amanhã (19). Mas as chances de aprovação aumentaram muito nos últimos dias.

Isso porque a varejista já conseguiu a adesão formal de credores que representam 57% da dívida, sem considerar os créditos intercompany, de acordo com a companhia.

Ou seja, em termos de volume de créditos, a Americanas já tem a maioria necessária para aprovar o plano de recuperação. Mas a companhia também precisa obter o aval da maioria simples dos credores presentes na Assembleia Geral de Credores (AGC) — para esse critério, cada credor tem direito a um voto no cômputo geral.

As últimas instituições que aderiram ao plano foram o BTG Pactual Asset, a Oliveira Trust — que representa os investidores da 17ª emissão de debêntures da Americanas — e o Banco Safra.

Leia mais.

IBOVESPA FUTURO ABRE EM LEVE ALTA

O Ibovespa futuro abriu em leve alta nesta segunda-feira.

O índice subia 0,04% em seus primeiros movimentos, aos 132.370 pontos.

O dólar à vista também abriu em leve alta, subindo 0,04%, na faixa de R$ 4,93.

PESQUISA FOCUS

O Banco Central (BC) divulgou nesta segunda-feira (18) a penúltima edição do boletim Focus em 2023.

A pesquisa semanal com economistas de mercado mostra leves ajustes para baixo nas estimativas para a inflação e o dólar.

Confira a seguir como ficaram as projeções.

  • IPCA: A expectativa dos economistas para a inflação oficial caiu pela segunda semana seguida. Eles agora projetam o IPCA de 2023 em 4,49%, de 4,51% na semana anterior. Para 2024, a expectativa é de que a inflação feche o ano em 3,93%.
  • PIB: A projeção para a expansão do PIB deste ano permaneceu em 2,92%. Para o ano que vem, os economistas esperam um crescimento econômico de 1,51%.
  • Dólar: Os economistas de mercado revisaram para baixo, pela terceira semana seguida, a projeção para a taxa de câmbio na virada do ano. A expectativa é de que o dólar encerre 2023 a R$ 4,93, de R$ 4,95 na semana passada. Para o fim de 2024, eles projetam a taxa de câmbio em R$ 5,00.
  • Selic: A taxa Selic vai encerrar o ano de 11,75% ao ano. Isso foi estabelecido na última reunião de política monetária do BC. Para o fim de 2024, os economistas projetam a taxa básica de juros em 9,25% ao ano. A estimativa encontra-se neste nível há sete semanas.
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Europa fecharam em queda nesta segunda-feira.

Em Xangai, o mercado de ações recuou em 0,40%.

A queda em Tóquio foi de 0,64%, motivada por uma realização de lucros.

As bolsas de Hong Kong e Taiwan recuaram 0,97% e 0,12%, respectivamente.

A exceção do dia foi a bolsa de Seul, que subiu 0,13%.

BOLSAS DA EUROPA ABREM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais bolsas de valores da Europa abriram sem direção única nesta segunda-feira.

Os investidores aguardam declarações de dirigentes do Banco da Inglaterra e do Banco Central Europeu em eventos públicos programados para hoje.

Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h40:

  • Londres: +0,44%
  • Frankfurt: -0,15%
  • Paris: -0,26%
FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO AZUL

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no azul nesta segunda-feira (18).

O movimento sugere uma continuidade dos ganhos da semana passada, quando Wall Street subiu cerca de 2%.

Para o restante do dia, porém, a agenda fraca e a extensa sequência de ganhos limitam o fôlego.

Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h30:

  • Dow Jones: +0,19%
  • S&P-500: +0,23%
  • Nasdaq: +0,14%
CONGRESSO FINALMENTE APROVA A REFORMA TRIBUTÁRIA

Falta apenas um passo para que a reforma tributária sobre o consumo no Brasil entre em vigor.

No fim da noite de sexta-feira (15), a Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno o texto-base da reforma. Foram 365 votos a favor, 116 contra e uma abstenção.

Logo em seguida, os parlamentares votaram dois destaques antes do encerramento da sessão, no fim da noite de sexta-feira.

Veja quando ela será promulgada.

IBOVESPA PERTO DAS MÁXIMAS HISTÓRICAS

O Ibovespa começa a semana a 130.197 pontos, perto de sua máxima histórica.

No decorrer da semana passada, o principal índice da B3 estabeleceu um novo recorde de fechamento e renovou suas máximas intraday.

Na sexta-feira, porém, a bolsa fechou em queda de 0,49%.

O dólar, por sua vez, subiu 0,45%, fechando na faixa de R$ 4,93.

AGENDA ECONÔMICA DA SEMANA

A metade de dezembro já ficou para trás e os investidores aguardam o breve recesso de final de ano. Mas a agenda econômica das últimas semanas do ano não tira férias, a começar pelo importante dado de inflação dos Estados Unidos.

O índice de gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês) é o indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) para balizar a decisão sobre os juros por lá.

Em outras palavras, é ele que os investidores observam para calibrar suas apostas sobre as futuras decisões de política monetária. E o próprio Fed já deu sinais de que deve aliviar o aperto nos juros ainda no primeiro semestre de 2024.

Contudo, o PCE só deve ser divulgado na sexta-feira (22). Até lá, outro destaque no exterior é o PIB dos Estados Unidos, na quinta-feira (21).

Leia mais.

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