🔴 ESTA CRIPTOMOEDA DISPAROU 4.200% EM 2 DIAS – VEJA SE VALE INVESTIR

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.
MOTORES AQUECIDOS

Você está pronto para o rali? Ações baratas e queda da Selic devem acelerar bolsa brasileira — mas exterior pode atuar como ‘âncora’ desse barco

Segundo analistas, historicamente falando, cada queda de 1% da taxa básica de juros corresponde, em média, a uma alta de 8% na bolsa brasileira

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
17 de setembro de 2023
11:00 - atualizado às 10:43
Gráficos da bolsa em tela de computador e de tablet
Gráficos da bolsa em tela de computador e de tablet -

O ciclo de queda da taxa básica de juros, a Selic, mesmo gradual, combinado com ativos domésticos ainda bastante descontados devem ser os principais propulsores do Ibovespa no curto prazo. O que poderia minar essa perspectiva, contudo, seria uma influência negativa vinda do exterior — tomada por um baixo apetite por risco dos investidores em bolsa, como ocorreu em agosto —, e uma política fiscal menos corroborativa no âmbito do Brasil.

"Se bolsa barata e afrouxamento da política monetária são aceleradores para o Ibovespa, o freio pode vir lá de fora e do fiscal brasileiro", resume Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial Investimentos.

Notícias sobre pressão nos gastos públicos e aumento de impostos, características do atual governo, segundo ele, podem desancorar as expectativas do mercado em torno da inflação.

Jerson Zanlorenzi, responsável pela mesa de ações do BTG Pactual, vê que há possibilidade de o Ibovespa ter uma "segunda pernada" de alta, caso o governo federal consiga fechar o gap do déficit zero, anunciando ideias para sustentá-lo.

Mas, neste momento, a preocupação prioritária parte mais do exterior (Estados Unidos, principalmente) do que do Brasil. O receio do estrategista da Genial é de um cenário de estagflação [inflação ainda persistente com uma economia cedendo] que, em sua opinião, seria bastante negativo para as ações globais, e o Brasil inclusive.

A DINHEIRISTA - Ajudei minha namorada a abrir um negócio e ela me deixou! Quero a grana de volta, o que fazer?

Bolsa em promoção e juros em queda: a receita perfeita

Além dos ativos ainda muito descontados, especialmente aqueles ligados à economia doméstica e de menor capitalização, a Selic também tem uma trajetória de efeito positivo sobre a bolsa.

Segundo Villegas, historicamente falando, cada queda de 1% da taxa básica de juros corresponde, em média, a uma alta de 8% na bolsa brasileira.

Esta temática está implícita na conduta do mercado. Em uma enquete promovida com investidores durante a 24ª Conferência Anual do Santander, 68% dos entrevistados apostaram que a queda dos juros será o principal catalisador para este segundo semestre.

É também por isso que o desempenho de agosto, apesar de encerrar no vermelho, não surpreendeu o estrategista de ações da Santander Corretora, Ricardo Peretti, para quem o mercado tende a voltar a se valorizar no médio e longo prazos.

"O mercado realizou muito em agosto. E muito mais por fatores externos (80% a 90%) do que domésticos", diz Peretti, lembrando que o movimento de baixa da bolsa no mês passado coincidiu historicamente com a realização de lucros do mercado.

Com os Treasuries, os títulos do Tesouro dos EUA, mais atrativos e temor da China, os estrangeiros retiraram R$ 13,205 bilhões da B3 em agosto.

Bolsa pode subir até 20%

Segundo Peretti, num horizonte de seis a 12 meses, sempre do mês seguinte em que o BC dá o pontapé inicial de um novo ciclo de baixa de juros, na média, a bolsa brasileira volta a se valorizar de 15% a 20%.

"A gente ainda realmente acha que isso vai acontecer, porque essa temática de queda de juros é muito forte no mercado", afirma, admitindo que não é nenhum absurdo imaginar um Ibovespa fechando o ano mais próximo dos 125 mil pontos.

É a mesma perspectiva traçada por Villegas. Hoje, seu alvo para o Ibovespa fica entre 122 mil e 125 mil. "Poderia ir até 131 mil pontos, mas precisaria ter uma convergência de fatores positivos, tanto externamente quanto internamente, cenário de menor probabilidade. Então, vejo um Ibovespa neutro daqui até o final do ano", afirma.

Bolsa a 125 mil é ‘fichinha’

Já Zanlorenzi, do BTG, parece um pouco mais otimista e estima uma média de 140 mil pontos para os próximos 12 meses, caso algumas premissas macroeconômicas sejam atingidas.

"Não achamos que a bolsa deixou de estar barata, nem que não reduzimos o risco Brasil com o arcabouço", afirma. Ele diz ainda que dois fatores importantes do exterior já parecem mais precificados: a China e a taxa de juros dos EUA.

Resultado vs Rentabilidade

Para a temporada de balanços do terceiro trimestre de 2023, Villegas, da Genial, aponta que as empresas, como reflexo do início de ciclo de cortes da Selic, devem mostrar melhores resultados financeiros, que estão mais relacionados ao custo das dívidas que elas têm, mas a rentabilidade do período ainda "não deve surpreender".

Peretti, da Santander Corretora, do ponto de vista dos juros, também não vê surpresas positivas nas performances que serão apresentadas no terceiro trimestre.

E até arrisca antecipar que a próxima safra de balanços, inclusive, será bem similar à última, encerrada em junho. No ano contra ano, ele acredita que os detratores ainda serão as commodities.

*Com informações do Estadão Conteúdo

Compartilhe

MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa cai 3% na semana com peso da política monetária dos EUA e Petrobras (PETR4); dólar sobe a R$ 5,16

24 de maio de 2024 - 17:38

RESUMO DO DIA: A semana que parecia não ter fim acabou, mas sem alívio nos mercados: o Ibovespa completou seis pregões consecutivos de queda. O principal índice terminou o dia com baixa de 0,34%, aos 124.305 pontos. Na semana, o recuo acumulado foi de 3%. Já o dólar à vista avançou 0,27% ante o real […]

DESTAQUES DA BOLSA

Os números do PagBank (PAGS34) que ‘brilharam’ os olhos dos analistas e fazem as ações subirem na B3 e em NY 

24 de maio de 2024 - 14:53

A companhia teve um lucro líquido recorrente de R$ 522 milhões no primeiro trimestre, um crescimento de 33% na base anual

FUNDOS IMOBILIÁRIOS HOJE

Alianza Trust (ALZR11) fecha compra de imóveis do Oba Hortifruti; veja se há impacto nos dividendos do fundo imobiliário

24 de maio de 2024 - 11:47

A operação foi realizada na modalidade de “sale & leaseback”. Ou seja, os ativos serão locados pelo próprio vendedor

COMO SE ESPERAVA

Conselho de administração aprova e Magda Chambriard assume a presidência da Petrobras (PETR4)

24 de maio de 2024 - 9:41

Reunião do conselho de administração da Petrobras ocorreu na manhã desta sexta-feira; Magda Chambriard sucede Jean Paul Prates à frente da empresa

MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Petrobras (PETR4) e mau humor de Nova York pesam e Ibovespa cai pela quinta vez consecutiva; dólar tem leve queda 

23 de maio de 2024 - 17:33

RESUMO DO DIA: O Ibovespa até tentou romper o ciclo de quedas, mas a aversão ao risco dominou os investidores após dados econômicos mais fortes que o esperado nos Estados Unidos. Pela quinta vez consecutiva, o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 0,74%, aos 124.729 pontos. O dólar fechou próximo da estabilidade […]

GRUPO DOS EXCLUÍDOS

B3 enquadra Infracommerce (IFCM3) para abandonar a condição de ‘penny stock’, mas solução ainda não foi encontrada  

23 de maio de 2024 - 10:35

Entre o período de 22 de março e 7 de maio deste ano, a dona da bolsa de valores acompanhou as cotações da companhia

MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa cai 1% e volta aos 125 mil pontos com NY após ata do Fed; dólar sobe a R$ 5,15

22 de maio de 2024 - 17:10

RESUMO DO DIA: Os olhos dos investidores ficaram concentrados no exterior com a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed). Por aqui, o Ibovespa acompanhou a deterioração das bolsas de Nova York, além da repercussão do noticiário corporativo local — que segue agitado com o fim da temporada de balanços. O índice terminou o […]

DESTAQUES DA BOLSA

Por que as ações da XP despencam 15% após o balanço do primeiro trimestre?

22 de maio de 2024 - 12:17

A corretora reportou lucro líquido de R$ 1 bilhão no período, alta de 29% ante os R$ 796 milhões registrados no início do ano passado

AÇÃO ESTÁ CARA?

XP tem apenas um motivo para rebaixar a recomendação das ações da Embraer (EMBR3) — e é por causa de uma assimetria

22 de maio de 2024 - 11:54

Para os analistas, a companhia deixou de atravessar os céus abertos e atingiu a ‘altitude de cruzeiro’ neste momento

EM BUSCA DE SALVAÇÃO

Unidas por Lemann? Americanas (AMER3) propõe grupamento de ações para deixar de ser ‘penny stock’ e abre espaço para aumento bilionário de capital

22 de maio de 2024 - 10:35

Na última terça-feira (21), as ações fecharam a R$ 0,53 na B3; veja o que muda para o acionista

Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Continuar e fechar