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RESUMO DO DIA: O feriado no Brasil manteve a bolsa por aqui fechada nesta quinta-feira (8), mas os mercados no exterior operaram normalmente.
Na Ásia-Pacífico, as bolsas fecharam em queda, depois que, no dia anterior, Wall Street viu uma pausa nos ganhos. Os investidores na região também avaliaram os dados econômicos divulgados esta semana.
Na Europa, as bolsas passaram o dia buscando uma direção comum, na sequência de uma sessão de negociação instável na quarta-feira (7), e da recessão da zona do euro no primeiro trimestre.
Em Wall Street, os principais índices de ações tiveram um abertura morna em meio a um vácuo de notícias que possam direcionar as negociações, mas se recuperaram ao longo do dia e encerram em campo positivo. Os investidores continuaram em compasso de espera da decisão do Federal Reserve (Fed) na próxima semana.
A quinta-feira (8) começou morna em Wall Street, mas logo os índices pegaram embalo e o fechamento foi de renovação de recordes: o S&P 500 bateu a máxima de 2023 no fim da sessão.
Os investidores seguiram na expectativa dos dados da inflação da próxima semana e da reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed).
Sinais sugerem que a inflação está desacelerando, ainda que permaneça acima da meta de 2% do banco central. Por isso, os mercados estão precificando cerca de 66% de chance de o Fed não mexer no juro na quarta-feira (14), de acordo com dados compilados pelo CME Group.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações dos EUA no fechamento:
A chance de um entendimento entre os EUA e o Irã assustou o mercado de petróleo e ajudou os preços dos contratos futuros de petróleo a encerrarem o dia em baixa. Tanto o WTI, usando como referência nos EUA, como o Brent, a referência internacional, amargaram perdas superiores a 1%.
Mais cedo, circulou a notícia de que a Casa Branca havia indicado que os EUA e o Irã podem estar se aproximando de um acordo sobre exportações de petróleo e uma possível redução do enriquecimento de urânio do Irã em troca do abrandamento de sanções.
Horas depois, a própria Casa Branca indicou que a notícia era falsa. Os futuros chegaram a reduzir as perdas depois disso, mas não o suficiente para reverter o cenário negativo.
Pesou sobre o mercado o aumento maior do que o esperado dos estoques norte-americanos de gasolina — levantando preocupações sobre a demanda.
Na tentativa de apoiar os preços, no domingo (3), a Arábia Saudita disse que reduziria a produção de petróleo em 1 milhão de barris por dia em julho, além de um acordo mais amplo para limitar a oferta até 2024.
Confira o fechamento dos contratos futuros de petróleo com vencimentos mais líquidos:
Os principais índices de ações dos EUA seguem embalados antes dos dados da inflação na próxima semana e da reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed), nos dias 13 e 14 de junho.
Depois de uma abertura morna, o Dow Jones avança 150 pontos. Já o S&P 500 sai de uma sessão de baixa — embora ainda esteja aquém do patamar chave de 4.300 pontos.
Já o Nasdaq pega carona no avanço de empresas como a Amazon, que lidera o avanço do setor de tecnologia após comentários otimistas de analistas. As ações da gigante da tecnologia sobem mais de 3%.
Confira a pontuação e a variação dos principais índices de ações dos EUA:
As bolsas europeias passaram o dia buscando uma direção comum, mas acabaram encerrando com uma tendência mista — a quinta-feira (8) foi marcadas pela recessão na zona do euro.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou estável, com setores espalhados por território positivo e negativo. As ações de telecomunicações lideraram as perdas, com uma queda de 1,1%, enquanto os ganhos foram guiados pela alta de 1,2% do setor automotivo.
Os mercados do Velho Continente foram abalados pelos números que mostrando que a zona do euro entrou em recessão técnica no primeiro trimestre, com uma contração de 0,1% no período.
Os investidores europeus também olharam para os EUA na espera da decisão do Federal Reserve (Fed) da semana que vem. Os sinais econômicos sugerem que a inflação está desacelerando lentamente, embora permaneça acima da meta de 2% do banco central norte-americano. Por isso, a expectativa é de pausa na elevação dos juros na reunião dos dias 13 e 14 de junho.
Confira o fechamento de alguns dos principais índices de ações da Europa. Os dados podem estar sujeitos a ajustes:
Depois de uma abertura morna, os principais índices de ações dos EUA pegam embalo e se firmam em alta, com Wall Street tentando aproveitar os ganhos recentes. Enquanto isso, os investidores aguardam dados da inflação na próxima semana e o anúncio da decisão do Federal Reserve (Fed).
Enquanto o Dow Jones reverte uma tendência mais negativa do início do dia, o S&P 500 sai de uma sessão de baixa —embora ainda esteja aquém do patamar chave de 4.300 pontos.
Já o Nasdaq pega carona no avanço de empresas como a Amazon, que lidera o avanço do setor de tecnologia após comentários otimistas de analistas. As ações da gigante da tecnologia sobem mais de 3%.
Confira a pontuação e a variação dos principais índices de ações dos EUA:
Toc toc toc — a contratação bateu duas vezes na porta da zona do euro. A Alemanha, acompanhada de alguns países europeus, abriu. A região entrou oficialmente em recessão técnica. Mas os dados do Produto Interno Bruto (PIB) desta quinta-feira (8) nos contam toda a história?
Dizem que contra números não há argumentos e os de hoje não são nada bons para a zona do euro. O bloco de 20 países viu seu PIB cair 0,1% no primeiro trimestre, de acordo com estimativas revisadas da Eurostat, a agência de estatísticas da região.
“A notícia de que o PIB contraiu no primeiro trimestre significa que a zona do euro já entrou em recessão técnica. Suspeitamos que a economia se contraia ainda mais ao longo deste ano”, disse Andrew Kenningham, economista-chefe da Capital Economics para a Europa.
A maior economia da região foi a anfitriã da recessão na zona do euro — mas não está sozinha.
Os preços do petróleo operam em queda em meio às notícias de oferta menor no mercado internacional. No domingo (4), a Arábia Saudita disse que reduzirá a produção em 1 milhão de barris por dia (bpd) em julho.
A tentativa da iniciativa é dar sustentação aos preços em queda do petróleo no mercado internacional. Esse novo corte saudita vai além de um acordo mais amplo para limitar a oferta da commodity até 2024.
A expectativa em torno da reunião do Federal Reserve (Fed) na próxima semana também influencia o comportamento do petróleo hoje. Os investidores acreditam que o banco central norte-americano fará uma possível pausa no aumento das dos juros na reunião de 13 e 14 de junho.
Os contratos futuros do petróleo tipo Brent, usado como referência internacional, operam em queda de 0,43%, cotados a US$ 76,62. Já o WTI, a referência para o mercado norte-americano de energia, recua 0,61%, a US$ 72,08.
Os estoques no atacado nos EUA caíram 0,1% em abril na comparação com março, para US$ 915,7 bilhões, de acordo com dados do Departamento do Comércio norte-americano. O dado veio ligeiramente melhor do que o esperado, já que as projeções indicavam queda de 0,2%.
Os principais índice do mercado de ações dos EUA abriram próximos da estabilidade, com os investidores esperando um catalisador do mercado.
Com a questão do teto da dívida resolvida e sem um indicador mais firme para a formação de preços, os investidores esperam a decisão do Federal Reserve (Fed), na próxima semana.
Sinais sugerem que a inflação está desacelerando, ainda que permaneça acima da meta de 2% do banco central. Por isso, os mercados estão precificando cerca de 66% de chance de o Fed não mexer no juro na quarta-feira (14), de acordo com dados compilados pelo CME Group.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações dos EUA na abertura:
Enquanto os investidores esperam pelo Federal Reserve (Fed), eles também acompanham dados de emprego e inflação mais de perto na busca de pistas sobre o que o banco central norte-americano pode fazer nos dias 13 e 14 de junho.
Um desses dados é o número de novos pedidos de auxílio-desemprego, publicado hoje. Essas solicitações subiram 28 mil nos EUA na semana encerrada , para um total de 261 mil, de acordo com o Departamento do Trabalho. A expectativa era de 240 mil. Os pedidos da semana anterior foram revistos, de 232 mil para 233 mil.
Os futuros de ações dos EUA operam próximos da estabilidade antes da abertura, com os investidores esperando um catalisador do mercado.
Os futuros vinculados ao S&P 500 operam em queda de 0,06%, enquanto os futuros do Nasdaq 100 caem 0,1%. Os futuros vinculados ao Dow Jones baixam 0,09%.
Com a questão do teto da dívida resolvida e sem um indicador mais firme para a formação de preços, os investidores esperam a decisão do Federal Reserve (Fed), na próxima semana.
Sinais sugerem que a inflação está desacelerando, ainda que permaneça acima da meta de 2% do banco central. Por isso, os mercados estão precificando cerca de 66% de chance de o Fed não mexer no juro na quarta-feira (14), de acordo com dados compilados pelo CME Group.
As bolsas europeias operam mistas, depois de uma sessão instável no dia anterior — marcada pelo sentimento negativo dos investidores.
Os mercados do Velho Continente parecem estar em ritmo de espera da decisão do Federal Reserve (Fed) da próxima semana. Diante dos sinais de arrefecimento da inflação, a expectativa da maioria é de pausa no ciclo de aperto monetário dos EUA, de acordo com a CME FedWatch Tool.
O índice pan-europeu Stoxx 600 opera estável. De um lado, as ações de tecnologia lideraram as perdas com uma queda de 0,9%, de outro, o setor automotivo sobe 1,7%.
Confira a variação e pontuação de algumas das principais bolsas na Europa:
Os mercados da Ásia caíram depois que Wall Street viu uma pausa nos ganhos. Os investidores na região também avaliaram os dados econômicos divulgados esta semana.
No Japão, o Nikkei 225 estendeu a queda de quarta-feira (7) em uma sessão volátil e caiu 0,85% para terminar em 31.641,27, enquanto o Topix caiu 0,67%, aos 2.191,5 pontos.
O Produto Interno Bruto (PIB) anualizado do Japão para o primeiro trimestre foi revisado para 2,7%, acima dos 1,9% projetados e dos 1,6% divulgados em seus números iniciais.
O Kospi da Coreia do Sul caiu 0,18%, aos 2.610,85 pontos, e conseguiu uma sequência de três altas seguidas, enquanto o Kosdaq caiu 0,52%, aos 876,13 pontos.
O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,12%, enquanto os mercados da China continental reverteram as perdas anteriores.
O Shanghai Composite avançou 0,49%, aos 3.213,59 pontos, e o Shenzhen Component teve um ganho menor, de 0,13%, para terminar o dia em 10.722,87 pontos.
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
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