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Dona do SCPC, a Boa Vista (BOAS3) recebeu no fim do ano passado uma oferta de compra de R$ 4,257 bilhões da Equifax, o equivalente a R$ 8 por ação
Dona do SCPC, um dos principais serviços de proteção ao crédito do mercado, a Boa Vista (BOAS3) recebeu no fim do ano passado uma oferta de compra de R$ 4,257 bilhões da Equifax, o equivalente a R$ 8 por ação.
Agora, a empresa norte-americana deu mais detalhes sobre como pretende pagar pela operação, que vai tirar a Boa Vista do pregão da B3.
A Equifax ofereceu quatro opções aos acionistas:
O "merger agreement" se refere à incorporação da Boa Vista pela EFX Brasil, prevista como uma das etapas do processo. Ou seja, quem escolher as opções 3 ou 4 permanecerá como acionista da Boa Vista, mas agora como uma subsidiária da Equifax.
Mas a empresa limitou a parcela das opções 3 e 4 a 20% do total de ações ordinárias da EFX Brasil em circulação após o fechamento da operação. Ou seja, se os pedidos ultrapassarem esse limite, os acionistas receberão uma parcela maior em dinheiro ou BDRs, dependendo da opção que escolheram.
A parcela em dinheiro aos acionistas da Boa Vista terá correção pelo IPCA a partir de 10 de maio até o dia útil imediatamente anterior ao fechamento da operação. A oferta ainda precisa aval em assembleia, que deve acontecer no dia 29 de junho.
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O período de escolha dos acionistas entre as opções que a Equifax ofereceu irá de 17 a 29 de julho. Ainda de acordo com o cronograma, o resultado da oferta deve sair em 3 de agosto.
Por fim, se tudo correr como previsto, o último dia de negociação das ações da Boa Vista será no dia 7 de agosto. No dia seguinte, começam os negócios com os BDRs da Equifax.
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