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A unidade da CSN pretende usar os recursos para financiar a expansão do Terminal Portuário de Granéis Sólidos, no Porto de Itaguaí; veja o quanto a empresa pode pagar ao investidor
Está em busca de um investimento para turbinar a sua carteira de renda fixa? Pois a CSN Mineração (CMIN3) anunciou que pretende captar R$ 1,4 bilhão em recursos no mercado por meio da emissão de debêntures — títulos de crédito emitidos por empresas.
A emissão da CSN Mineração conta com um atrativo adicional: os papéis possuem isenção de imposto de renda para o investidor pessoa física. Isso porque as emissões de debêntures para financiar projetos de infraestrutura contam com benefício fiscal.
Investir em uma debênture equivale a emprestar dinheiro para a companhia que emitiu os papéis. Ou seja, o principal risco é o de um eventual calote. No caso da CSN Mineração, essa possibilidade é muito baixa, de acordo com a Fitch Ratings, que atribuiu nota AAA, a melhor na escala da agência de classificação de risco.
A empresa pretende usar os recursos para financiar a expansão do Terminal Portuário de Granéis Sólidos, no Porto de Itaguaí.
A CSN Mineração vai emitir as debêntures em duas séries. Ambas possuem correção pela inflação medida pelo IPCA. Confira a seguir as principais condições:
A XP coordena a oferta de debêntures da CSN Mineração, ao lado dos bancos BTG Pactual, UBS BB e Safra. O prazo de reserva para o investimento vai de 20 a 27 de julho. A remuneração das debêntures pode ser menor do que a indicada, dependendo da demanda dos investidores pelas debêntures na oferta.
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Uma vez definida, a taxa só é fixa para quem segurar os papéis até o vencimento, assim como acontece com os títulos do Tesouro Direto. Por fim, quem optar por vender os papéis da CSN Mineração antes poderá ter um ganho ou perda de capital, dependendo das condições do mercado.
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