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A campanha do ex-presidente aposta em quatro frentes para atrair o eleitor indeciso antes do primeiro turno: ampliação da frente ampla pró-Lula, mobilizações de rua no sudeste, ato com artistas e entrevistas para fora da bolha petista
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) faz, na reta final da campanha, um forte apelo ao voto útil contra o presidente Jair Bolsonaro, na tentativa de desidratar os demais candidatos e resolver a disputa eleitoral já no dia 2 de outubro.
A campanha do ex-presidente aposta em quatro frentes para atrair o eleitor indeciso nos últimos dias antes do primeiro turno: ampliação da frente ampla pró-Lula, mobilizações de rua no sudeste, ato com artistas e entrevistas para fora da bolha petista.
O evento desta segunda-feira (19), com ex-candidatos à Presidência, é considerado pelos petistas como um dos movimentos em busca dos eleitores que hoje ainda preferem Simone Tebet (MDB) e Ciro Gomes (PDT).
A tentativa é mostrar que há uma frente ampla contra Bolsonaro, em torno do nome de Lula.
O agregador de pesquisas eleitorais do Estadão Dados apontou nesta segunda-feira (19) que Lula tem 50% dos votos válidos, reflexo do que pode ser o primeiro movimento de migração de votos dos candidatos de terceira via para Lula.
A ferramenta foi atualizada hoje, com a pesquisa FSB que mostra crescimento de Lula, que passou a 44% das intenções de voto, ante oscilação para baixo de Simone e Ciro.
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Na rodada anterior, em 12 de setembro, o ex-governador do Ceará tinha 9% e foi a 7%; a senadora tinha 7%, agora tem 5%. Bolsonaro se manteve estacionado em 35%.
Diante de oito ex-candidatos à Presidência, Lula reforçou a intenção de ganhar no primeiro turno.
"Obviamente é uma eleição atípica, porque todos os candidatos estão numa briga mais forte contra mim do que contra o próprio presidente, porque eles não querem que eu ganhe no primeiro turno", declarou Lula.
Tebet afirmou hoje que esta "não pode ser uma eleição do voto útil".
"Tem que ser uma eleição de votarmos no primeiro turno, como a própria constituição determina, naquele ou naquela que nós achamos que seja o melhor para o Brasil e deixar o segundo turno para ser discutido no momento oportuno", disse a senadora.
Já Ciro atacou no sábado (17) a campanha de Lula pelo voto útil e disse que o petista "passa a se achar todo poderoso e deixa de ouvir o povo".
"Quem mais perde é o país e seu povo porque perdem a oportunidade de debater novas ideias e de avaliar novos caminhos", afirmou o pedetista.
Uma ala formada por integrantes e ex-integrantes do seu próprio partido, no entanto, já defendem o voto útil em Lula no primeiro turno.
O argumento central dos petistas para atrair mais personalidades políticas para a campanha de Lula é de que a fatura precisa ser liquidada agora para evitar acirramento da violência política no período de um eventual segundo turno, com a temperatura da polarização elevada.
"Continuamos buscando pessoas que com certeza entrarão nessa foto", afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), um dos coordenadores da campanha.
Nesta segunda-feira, a novidade foi a presença de Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central no evento do PT. A presença de Meirelles, o pai do teto de gastos que agora Lula pretende revogar, é também um aceno dos petistas ao mercado financeiro e ao empresariado.
A campanha petista espera ter o apoio de tucanos históricos na disputa contra Bolsonaro, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o ex-governador José Serra.
No entanto, a avaliação corrente é que a candidatura de Simone Tebet, apoiada pelo PSDB, impede um movimento público em nome de Lula por parte dos principais quadros do partido ainda no primeiro turno.
Serra foi procurado para o evento de hoje, segundo integrantes da campanha petista, mas afirmou que não poderia anunciar apoio a Lula enquanto Simone for candidata.
Os petistas acreditam que a própria senadora Simone Tebet engrossará a lista dos apoiadores de Lula em eventual segundo turno.
Ainda no primeiro turno, a campanha espera conseguir declaração de voto de personalidades da vida política como o ex-ministro Gilberto Kassab.
A bancada dos ex-candidatos que apoiaram Lula nesta segunda-feira foi composta por:
A ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que também apoia Lula, não participou do ato.
Lula dará entrevistas ao Programa do Ratinho, no SBT, e ao Canal Rural, nesta semana, para falar a públicos que ainda não o apoiam.
No tête-à-tête com eleitores, fará atos em Minas Gerais na sexta-feira (23), na zona leste de São Paulo, no sábado (24), e no Rio de Janeiro, no domingo (25). O último ato de campanha, na véspera da eleição, será também na capital paulista.
Os aliados do petista cogitam fazer um evento na Avenida Paulista, que tem sido palco de atos de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, como uma demonstração de força antes da ida às urnas.
Antes disso, a campanha articula um ato com artistas para ampliar a ofensiva pelo voto útil já no primeiro turno.
Liderada pela esposa de Lula, a socióloga Rosângela da Silva, conhecida como Janja, a iniciativa é planejada para o dia 26, próxima segunda-feira, na semana da ida às urnas, em formato híbrido — ou seja, alguns artistas in loco, provavelmente no Complexo do Anhembi, em São Paulo, e parte remotamente.
O sonho do PT é ter a cantora Anitta de cabo eleitoral, seja no ato, seja em vídeos de campanha.
A ideia é trazer às eleições presidenciais um clima "We Are The World pela democracia", segundo um integrante da campanha.
A referência é a famosa canção de Lionel Richie e Michael Jackson gravada em 1985 por 45 cantores americanos para arrecadar recursos para o combate à fome no continente africano.
Para evitar a configuração de showmício, os artistas, no entanto, não poderão cantar suas próprias músicas. Além de Anitta, serão convidados artistas com ligações históricas com a esquerda, como Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Lula tem recebido forte apoio da classe artística.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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