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Ex-presidente do Banco Central e ex-ministro da Fazenda de Michel Temer, Meirelles é visto como um aceno positivo de que um eventual novo governo petista respeitará as regras fiscais
Apesar da proximidade das eleições presidenciais, marcadas para o próximo dia 2 de outubro, o mercado financeiro local vinha deixando de lado as idas e vindas das pesquisas eleitorais, mas parece que as coisas começam a mudar
Nesta segunda-feira (19), os ativos brasileiros até iniciaram o dia repercutindo a cautela das bolsas globais com a próxima alta de juros que deve ser promovida pelo Federal Reserve (Fed) na próxima quarta-feira (21), mas passaram a refletir um cenário muito mais otimista no começo desta tarde.
Isso porque a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato que lidera as pesquisas até o momento, realizou um ato para marcar o apoio público ao petista de oito ex-candidatos a presidente — incluindo Henrique Meirelles, ministro da Fazenda sob Michel Temer e presidente do Banco Central durante os anos Lula (2003-2010).
Meirelles é um nome bem visto pelo mercado financeiro e é considerado como o pai do teto de gastos — âncora fiscal criada durante o governo de Temer e que tem sido frequentemente questionada pela campanha petista.
A preocupação com as contas públicas, aliás, é uma das grandes preocupações dos economistas e analistas. Com a proximidade de Meirelles ao coração da campanha do ex-presidente, é como se uma nuvem negra tivesse se afastado dos céus da Faria Lima.
O anúncio foi feito próximo ao meio-dia, momento em que o Ibovespa operava instável, acompanhando o ritmo de Nova York. Mas a partir dali, o principal índice da bolsa brasileira passou a operar na contramão de Wall Street, registrando ganhos na casa dos 2%. Acompanhe o que movimenta os mercados hoje.
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Segundo Regis Chinchila, da Terra Investimentos, como Meirelles tem um histórico positivo, a sinalização foi vista como pró-mercado pelos investidores. Outro analista aponta que crescem as apostas de que Meirelles possa vir a assumir um cargo em um eventual governo petista.
O juros futuros também reagiram, desacelerando o movimento de alta visto mais cedo. O dólar à vista também passou a renovar mínimas.
Apesar das expectativas do mercado sobre uma participação mais atuante de Meirelles na campanha petista, ainda trata-se de especulação.
Durante o evento, que também contou com a anúncio de apoio por parte do ex-candidato Cristovam Buarque, do Cidadania, Meirelles falou sobre as experiências do passado e também na confiança em um eventual novo mandato de Lula.
“Quero me ater a fatos específicos e que mostram a comparação brutal. Quando trabalhamos juntos no governo, trabalhamos oito anos. Nesse período, mais de dez milhões de empregos foram criados, isso é um fato, não é questionável”, disse Meirelles, que seguiu elencando dados sobre crescimento médio do PIB e retirada das pessoas da pobreza.
“Vamos fazer uma comparação. Está havendo uma injeção eleitoreira de dinheiro, que é possível de resolver mas é uma coisa que vai dar trabalho”, afirmou Meirelles.
“Durante aquele período, além de um crescimento forte, inflação na meta”, ressaltou Meirelles, antes de criticar o cenário inflacionário atual que, disse ele, “corrói todo o padrão de vida da população”.
“Isto é, na minha opinião, o que interessa. Eu olho e vejo o resultado do seu governo, isso nos faz estar aqui. Estou aqui com tranquilidade, com confiança, porque eu sei o que funciona e o que pode funcionar no Brasil”, disse Meirelles.
O ex-presidente do BC também se pronunciou em suas redes sociais.
Nome conhecido e querido pelo mercado, Meirelles é hoje filiado ao União Brasil, mas chegou a concorrer à presidência pelo MDB, em 2018.
Durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, foi presidente do Banco Central de 2003 a 2011. Depois, foi ministro da Fazenda de Michel Temer, de 2016 a 2018, sendo considerado o pai do teto de gastos.
Meirelles também atuou como secretário Estadual da Fazendo no governo de João Doria, a quem veio prestar consultoria econômica durante a curta campanha do tucano ao Planalto.
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
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