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Laços estreitos com o líder russo assombram a candidata de extrema-direita Marine Le Pen às vésperas do segundo turno das eleições francesas
O vencedor das eleições presidenciais de domingo na França pode ser definido pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Não, o demonizado líder da invasão da Ucrânia não está sendo acusado de interferir nas eleições francesas.
Entretanto, o discurso anti-União Europeia da candidata de extrema-direita aliado a sua propalada proximidade com Putin parece estar pendendo em favor do presidente Emmanuel Macron, que busca um novo mandato de cinco anos.
Le Pen obteve 23,1% dos votos no primeiro turno das eleições na França, realizado em 10 de abril. Ela ficou em segundo lugar em uma disputa apertada, tirando do páreo o candidato da extrema-esquerda, Jean-Luc Mélenchon. Macron foi o candidato mais votado na ocasião, com 27,8% dos votos válidos.
O confronto entre Macron e Le Pen é uma repetição da eleição de 2017. Desta vez, as pesquisas de intenção de voto vinham sugerindo que ela teria mais chances agora do que no pleito anterior.
Nas últimas semanas, porém, o centrista Macron manteve a dianteira. Uma sondagem divulgada ontem indica que o atual presidente deve ser reeleito com 55% dos votos no domingo, contra 45% de Le Pen.
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O avanço dos candidatos de pólos extremos na França vêm alimentando temores sobre o crescimento do sentimento anti-UE no país.
Nesse sentido, o surgimento do fator Putin como potencialmente decisivo emerge como um alívio para os defensores de posições mais moderadas.
Não é de hoje que Le Pen se diz próxima do presidente russo. Em 2017, numa entrevista à BBC, Le Pen enfatizou que suas políticas para a França eram as mesmas do ex-presidente dos EUA, Donald Trump. E de Putin.
No início de 2022, enquanto a Rússia posicionava suas forças armadas perto da fronteira com a Ucrânia, Le Pen disse que via Moscou como uma aliada da França e que não acreditava que a Rússia quisesse invadir a Ucrânia.
Entretanto, a invasão ocorreu, com ela vieram as sanções, Macron emergiu como um incansável negociador e Le Pen tentou fingir que não era com ela.
A campanha de Le Pen chegou a imprimir - e posteriormente jogar no lixo - milhares de panfletos com uma foto da candidata cumprimentando Putin. A direção de campanha assegura que um erro tipográfico foi a causa do descarte, não a foto em si.
Anteontem, porém, o assunto voltou à tona no decisivo debate entre Macron e Le Pen às vésperas da eleição na França.
“Quando você fala com a Rússia, está falando com quem paga suas contas”, disparou Macron no debate de duas horas de duração.
Em 2014, o partido de Le Pen levantou empréstimos junto a bancos russos.
“Sou uma mulher completamente livre”, rebateu Le Pen. Segundo ela, os empréstimos ainda estão sendo pagos e foram tomados de bancos russos porque nenhum credor francês quis emprestar dinheiro a seu partido na ocasião.
Para analistas políticos, entretanto, a resposta de Le Pen foi insuficiente para distanciá-la de Putin e pode ter fortalecido a posição de Macron.
Isto às vésperas da votação - e em um momento no qual qualquer proximidade com o líder russo vem sendo repudiada pela maior parte dos líderes ocidentais.
*Com informações da CNBC.
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