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RESUMO DO DIA: O Datafolha divulgou na noite desta sexta-feira (09) uma nova pesquisa sobre a corrida presidencial. No levantamento anterior, divulgado no dia 1 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve a liderança, com 45%, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 32%.
Pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira (09) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando a corrida de primeiro turno com 45%. Em seguida, aparece o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 34% das intenções de voto.
Na sondagem anterior, realizada na semana passada, Lula tinha os mesmos 45% e Bolsonaro, 32%.
De acordo com o novo levantamento, Ciro Gomes (PDT) caiu de 9% para 7%, e Simone Tebet (MDB), que continuou com os mesmos 5%. Ambos agora estão empatados tecnicamente.
A senadora e candidata à Presidência da República pelo MDB, Simone Tebet, prometeu zerar em até dois anos a fila de cirurgias eletivas, de exames e consultas e reajustar em 100% a Tabela SUS.
“Temos um passivo da pandemia que teremos que considerar para dar continuidade ao estado de calamidade. Estão fazendo isso para pagar o orçamento secreto”, disse Tebet durante uma visita ao Hospital de Base de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.
“A ideia é criar um crédito extraordinário e essas cirurgias que ficaram represadas nós teremos condições de colocar fundo a fundo nos municípios, nos Estados e para filantrópicas, santas casas. Executaram o serviço, entregam a nota, o recurso vai ser pago”, acrescentou.
Sobre a Tabela SUS, a proposta da senadora é reajustar os valores 25% a cada ano. Essa tabela é usada para definir as transferências de recursos entres os diversos entes do sistema de saúde nacional. Ela remunera por procedimento.
“Tem quase R$ 20 bilhões do orçamento secreto. Dá bem menos que isso”, disparou.
*Com informações do Estadão Conteúdo
O candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou que, se eleito, vai congelar o Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA) no seu primeiro mandato.
O ex-prefeito da capital paulista e ex-ministro da Educação afirmou que o valor do tributo poderá oscilar, mas somente para baixo.
“Meu compromisso é que, nos próximos quatro anos, a tabela de 2022 é teto. É dali para baixo. Não vamos aumentar nem o valor nominal do IPVA”, disse o candidato, durante um evento de campanha em Santo André, cidade do ABC paulista, nesta sexta-feira (09).
Segundo ele, o montante não fará falta para os cofres públicos. “O carro novo está fora disso e é o carro novo que eleva a arrecadação. Não tem cabimento que, por conta da falta de peça no mercado de carro novo, o usado sofra uma inflação artificial e isso fique nas costas do contribuinte”, acrescentou. (Estadão Conteúdo)
A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu nesta sexta-feira (9) da decisão do ministro Alexandre de Moraes que autorizou busca e apreensão, quebra de sigilos bancário e telemático e bloqueio de todas as contas bancárias de empresários que compartilharam mensagens pregando ruptura democrática em um grupo no Whatsapp.
A PGR pediu o encerramento da investigação e a anulação dos procedimentos realizados.
A PGR pontuou que os elementos da operação foram embasados apenas em notícia da imprensa e defendeu a liberdade de expressão em mensagens de aplicativos.
Outro argumento é que os fatos não têm conexão com o inquérito que apura a atuação de uma milícia digital contra a democracia e as instituições.
*Com informações do G1
Uma nova pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial será divulgada nesta sexta-feira (09). A previsão é de que o levantamento saia às 20h.
A sondagem começou a ser feita na quinta-feira (08), com entrevistados em todas as regiões do país, e pode indicar se as manifestações de 7 de setembro favoreceram ou prejudicaram o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição.
Na pesquisa anterior, divulgada no dia 1 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve a liderança, com 45%, seguido por Bolsonaro, com 32%; Ciro Gomes (PDT), com 9%; e Simone Tebet (MDB), com 5%.
O prazo para os candidatos entregarem o relatório parcial de prestação de contas de campanha ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa nesta sexta-feira (9) e segue até 13 de setembro.
Desde o início da campanha eleitoral todas as candidaturas são obrigadas a enviar relatórios financeiros, com os dados de arrecadação de campanha, a cada 72 horas à Justiça Eleitoral.
Na prestação de contas parcial, os candidatos devem compilar em um só relatório todas as informações disponíveis sobre gastos e receitas, incluindo o que foi recebido em doação de pessoas físicas, com o Cadastro de Pessoa Física (CPF) de todos os doadores, bem como todas as transferências do Fundo Eleitoral.
Em 15 de setembro, o TSE divulgará a prestação de contas parcial de campanha de candidatos e partidos políticos com a indicação dos nomes, do CPF dos doadores e dos respectivos valores doados. Também deverá constar nas informações o CNPJ de todos os fornecedores. (Agência Brasil)
A prestação de contas final da campanha de cada candidato deverá ser feita até 30 dias após a realização das eleições. A regra vale tanto para o primeiro turno, em 2 de outubro, como para eventual segundo turno, em 30 de outubro.
O candidato do PT à presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu a ampliação de direitos trabalhistas, a criação de empregos e a retomada de programas sociais que marcaram a sua gestão, como o Minha Casa, Minha Vida e o Bolsa Família, em comício com evangélicos Em São Gonçalo (RJ).
“Colocamos o Bolsa Família no nome da mulher porque elas têm mais responsabilidade que homens (…) A carteira verde amarela cortou direito a férias, Natal e Ano Novo. O povo precisa de garantias. Vamos voltar a ter aumento de salário mínimo todo ano”, disse Lula.
Não é novela, mas poderia ser. O encontro pouco amistoso entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) na posse do ministro Alexandre de Moraes, no início de agosto, como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode se repetir
Desta vez, a saia-justa pode acontecer no Supremo Tribunal Federal (STF), onde a ministra Rosa Weber toma posse como presidente na próxima segunda-feira (12).
A equipe que cuida do cerimonial do STF ainda não confirmou qual será o protocolo de acomodação dos convidados. Existe, portanto, a possibilidade de vermos novamente a situação gerada na posse de Moraes no TSE, quando Bolsonaro e Lula ficaram posicionados frente a frente durante todo o evento.
Além dos dois principais candidatos na disputa pela vaga no Palácio do Planalto, Weber convidou todos os ex-presidentes.
*Com informações do Estadão Conteúdo
A comemoração do Sete de Setembro segue dando o que falar. Após os polêmicos discursos de Jair Bolsonaro, Lula intensificou as críticas contra o atual presidente.
Em comício em Nova Iguaçu na quinta-feira (08), o petista comparou os atos bolsonaristas realizados na quarta-feira à “reunião da Ku Klux Klan”, um grupo norte-americano de supremacia racial.
“[Bolsonaro] roubou o direito do povo brasileiro de comemorar o dia da independência. Fez de uma festa do país, uma festa pessoal. O ato de Bolsonaro parecia uma reunião da Ku Klux Klan. Só faltou o capuz. Não tinha negro, pardo, pobre, trabalhador…”, afirmou Lula.
Em resposta, Jair Bolsonaro (PL) criticou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e chamou o petista de “ex-presidiário”.
Ironizando a situação, Bolsonaro disse que o candidato deve ter se sentido “excluído” da data cívica.
O presidente ainda publicou um vídeo em resposta a Lula, em que um manifestante negro aparece.
Ciro Gomes (PDT) utilizou as redes sociais para criticar a declaração de Lula.
“Chamar indistintamente uma plateia, mesmo que de seguidores frenéticos, de membros da Ku Klux Klan, é tão grave e desrespeitoso quanto chamar alguém de nazista”, disse o cadidato, no Twitter.
Na série de tweets, Ciro ainda destaca que a população acostumou-se a ouvir “absurdos ditos diariamente” por Lula e Bolsonaro.
“Depois dos ‘imbrocháveis’ do dia 7, agora é a falsa divindade da esquerda que chama os bolsonaristas de membros da Ku Klux Klan”, disse o pedetista.
*Com informações de Estadão Conteúdo
A 23 dias do primeiro turno das eleições para 2022, o governo federal vai irrigar ainda mais os palanques regionais com a liberação do pagamento de R$ 1,7 bilhão em emendas do chamado orçamento secreto.
As verbas estavam bloqueadas desde o início de agosto.
De lá para cá, o presidente assinou duas medidas provisórias (MP) prorrogando repasses que estava obrigado por lei a fazer ainda em 2022, relativos ao setor cultural e ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
No total, a manobra libera R$ 5,6 bilhões ainda neste ano para irrigar o orçamento secreto, conforme o Estadão revelou em 31 de agosto.
As RP9, como são chamadas as emendas do relator, estão no campo de despesas do governo que não precisam ser discriminadas.
Entenda como esse montante pode afetar as eleições deste ano.
O discurso do presidente Jair Bolsonaro (PL) durante as comemorações pelo Bicentenário da Independência do Brasil na quarta-feira (7), em Brasília, deu o que falar mundo afora.
Enquanto o presidente parava o discurso para aplausos, seus apoiadores iniciaram um coro de “imbrochável”, ecoado aos gritos por Bolsonaro. O que leva à dúvida: o que o chefe de Estado quis dizer com essa afirmação?
A troca de farpas entre os candidatos à presidência da República agora parecem mais uma disputa de lanças. Nesta sexta-feira, os pretendentes à cadeira no Planalto arregaçaram as mangas e colocaram as garras de fora para esquentar ainda mais o clima eleitoral.
Começando pelo candidato à frente nas pesquisas, o ex-presidente Lula (PT) manteve o tom de “união nacional” em suas primeiras publicações no Twitter nesta manhã.
Precisamos de alguém sério, um presidente que trabalhe e fale em cuidado, em crescimento econômico. Juntos nós podemos reconstruir o Brasil, com harmonia, geração de empregos e dignidade para o povo. Bom dia pra nós!
— Lula (@LulaOficial) September 9, 2022
Já o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), não poupou palavras para atacar o ex-presidente. Bolsonaro referiu-se à Lula como “ex presidiário” e exaltou as manifestações do 7 de setembro.
– Parece que o ex-presidiário se sentiu excluído após esse vídeo. Em resposta, chamou o povo de "cuscuz clã", talvez porque assistiu a milhões de brasileiros vestindo amarelo. pic.twitter.com/DVSomDrRl7
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 9, 2022
O candidato Ciro Gomes (PDT) também voltou suas armas virtuais para Bolsonaro. O ex-ministro exigiu que a “desmoralização” do 7 de setembro não ficasse impune e compartiulhou um vídeo de sua campanha.
Não podemos aceitar os absurdos que Bolsonaro cometeu no dia 7 de Setembro. Alô Justiça brasileira! Não podemos deixar tanta desmoralização ficar impune! pic.twitter.com/Lgk3kQm4pG
— Ciro Gomes (@cirogomes) September 9, 2022
Por fim, a senadora Simone Tebet (MDB) reagiu à notícia divulgada ontem (09) sobre a liberação de R$ 5,6 bilhões em emendas do relator (RP-9, principal mecanismo do chamado “orçamento secreto”).
Não bastasse a falta de transparência, agora o orçamento secreto terá seus valores liberados antes das eleições. Fica o mistério: o que motiva o presidente a liberar verba com tanta rapidez a poucos dias das eleições?https://t.co/L1ZhBwC4v8
— Simone Tebet (@simonetebetbr) September 8, 2022
A campanha eleitoral do presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) passou a fazer promessas de um Auxílio Brasil a R$ 800 a quem conseguir emprego.
Vale ressaltar que nem mesmo o benefício a R$ 600 está no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para o ano que vem.
Mesmo assim, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu o cumprimento do teto de gastos em um eventual novo mandato.
Analistas do mercado, porém, entendem que o auxílio no valor máximo de R$ 800 seria uma “nova bomba fiscal” para o país, sabendo que o PLOA já prevê déficit para 2023.
Para o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, a ideia sugere irresponsabilidade fiscal do governo.
“É uma proposta fiscalmente infactível, que vai estourar em muito o Orçamento do ano que vem e ainda vai emparedar o Lula para entregar algo parecido”, diz o economista. “O governo Bolsonaro está se mostrando irresponsável no fiscal em um grau parecido com o da Dilma (Rousseff)”.
A engorda desse benefício social é vista como uma manobra eleitoral do presidente Bolsonaro para conquistar a reeleição.
Mas se essa e outras bondades não surtem efeito no desempenho do candidato nas pesquisas eleitorais, certamente os reflexos nas contas públicas serão vistos.
De acordo com a mais recente pesquisa de intenção de voto do Ipec (ex-Ibope), o ex-presidente Lula segue à frente da corrida eleitoral com 44%. Bolsonaro, por sua vez, oscilou dentro da mergem de erro para 34%.
O Auxílio Brasil a R$ 600 começou a ser pago já em agosto deste ano.
A expectativa era de um salto do presidente nas intenções de voto com o benefício mais alto, mas o efeito não teve a magnitude esperada.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Confira as agendas dos candidatos à Presidência da República nesta sexta-feira (09):

Lula (PT): participa do encontro Evangélicos com Lula e Alckmin, às 10h, no Centro Cultural Seven Music, em São Gonçalo (RJ).
Jair Bolsonaro (PL): tem agenda com um candidato ao governo do Tocantins, no Bico do Papagaio, no extremo norte do estado. Está prevista uma motociata no trajeto, com desembarque em Imperatriz (MA), às 11h. De lá, segue para Axixá (MA), onde haverá discursos breves. Depois, a comitiva segue para Araguatins (TO), cidade que receberá um ato dos dois candidatos, no Parque de Exposições.
Ciro Gomes (PDT): em Londrina (PR), tem encontro com candidatos locais, na Praça Getúlio Vargas, às 10h30. Em Maringá (PR), visita o comitê de seu partido, às 14h. Já em Campo Grande (MS), se encontra com o governador, no aeroporto, às 15h15, e inaugura o comitê de seu partido, às 19h.
Simone Tebet (MDB): tem agenda no estado de São Paulo. Em São José do Rio Preto (SP), visita o Hospital de Base, às 9h30, e o mercadão municipal, às 11h. À tarde, concede entrevista à Rede Vida de Televisão, às 12h. Em Franca (SP), visita uma fábrica de calçados do Polo Atacadista, às 14h30, faz uma caminhada na Praça Nossa Senhora da Conceição, às 16h, e visita a Associação Comercial e Industrial da cidade, às 17h. O último compromisso é uma entrevista, às 18h, com a Rádio Difusora.
Felipe D’Ávila (Novo): não tem compromissos públicos.
Soraya Thronicke (União): Em São Paulo (SP), grava propaganda eleitoral, às 9h, concede entrevista online ao vivo para o grupo O Liberal, do Pará, e um pool de veículos de comunicação do Amapá, do Maranhão, do Mato Grosso, de Tocantins, do Amazonas, de Rondônia, de Roraima e do Acre, às 12h30. Tem reunião com equipe da assessoria de comunicação da campanha em seu comitê, às 14h, e concede entrevista ao vivo ao Portal Conexão Poder, do estado de Mato Grosso, às 17h.
Léo Péricles (UP): terá agendas internas de campanha.
Sofia Manzano (PCB): concede entrevista para Agência Estado/Estadão, às 8h; participa de Ato Nacional da Enfermagem contra a suspensão do piso, no COREN-SP, às 10h; concede entrevista à rádio e TV Diamantina, às 15h30; faz panfletagem no Largo da Batata, próximo ao metrô Faria Lima, às 18h; e concede entrevista para Jovens Cronistas, às 19h30.
Vera Lucia (PSTU): participa de uma entrevista, na TV Onix, em São Carlos (SP), às 11h15. Em Descalvado (SP), reúne-se com agricultores no assentamento 21 de Dezembro, às 14h30. Em Jaú (SP), participa de plenária, às 19h30.
Constituinte Eymael (DC): não divulgou sua agenda.
Padre Kelmon (PTB): não divulgou sua agenda.
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