🔴 TRÊS AÇÕES DE IA E O INVESTIMENTO QUE PODE MULTIPLICAR POR 42X EM 12 MESES – VEJA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Remédio no carrinho

Nimesulida, dipirona, tadalafila e outros remédios ao lado do leite, da carne e do café? Campeões de vendas nas farmácias agora chegam aos supermercados, mas com regras claras

Consumidor poderá comprar medicamentos no supermercado, desde que os remédios estejam dentro de farmácias estruturadas no estabelecimento

Imagem gerada por Inteligência Artifical -

Os medicamentos mais consumidos pelos brasileiros, como losartana, dipirona, hidroclorotiazida e tadalafila, estão prestes a ganhar um novo ponto de venda: os supermercados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A mudança vem com a sanção da Lei nº 15.357/2026 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela autoriza a instalação de farmácias e drogarias dentro das áreas de venda desses estabelecimentos. A norma altera a legislação sanitária vigente e tem como objetivo ampliar o acesso da população a medicamentos.

Na prática, isso significa que remédios de alto giro – como aqueles usados no tratamento de hipertensão, dores e outras condições comuns – poderão ser encontrados em locais de grande circulação, integrando o consumo cotidiano dos brasileiros.

Mas a liberação não transforma os supermercados em “farmácias abertas”. A lei estabelece uma série de exigências impostas com a intenção de manter o rigor sanitário e operacional do setor.

Farmácia dentro do mercado, mas como uma loja independente

O texto determina que as farmácias instaladas em supermercados devem funcionar em ambientes físicos totalmente separados, exclusivos e delimitados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É importante reforçar que a separação precisa ser total, garantindo que os medicamentos permaneçam restritos ao ambiente exclusivo da farmácia e não sejam tratados como itens de consumo comum.

Leia Também

CRIPTOMOEDAS

Mercado Pago restringe transferências de criptomoedas após incidente em fornecedor externo

CRIPTOMOEDAS

Nubank (ROXO34) suspende saques e depósitos de criptomoedas

Ou seja, nada de remédios espalhados por gôndolas ao lado de alimentos ou itens de higiene. A operação deve ter estrutura própria, com controle de temperatura, armazenamento adequado e rastreabilidade dos produtos, exatamente como em uma farmácia tradicional.

Além disso, a operação pode ocorrer de duas formas:

  • diretamente pelo supermercado, sob a mesma identidade fiscal
  • ou por meio de parceria com uma farmácia licenciada

Esse modelo abre espaço para redes como Raia Drogasil, Pague Menos e outras do setor expandirem suas presenças, aproveitando o fluxo já existente nos supermercados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Presença obrigatória e venda controlada

Outro ponto central da lei é a exigência de farmacêuticos presentes durante todo o horário de funcionamento da drogaria instalada nas dependências do supermercado. A regra reforça o entendimento de farmácia como estabelecimento de saúde, e não apenas de varejo.

Para medicamentos sujeitos a controle especial, como os de tarja preta, a legislação impõe um cuidado adicional, permitindo a entrega somente após o pagamento ou o produto deve ser transportado até o caixa em embalagem lacrada, inviolável e identificável.

Medicamentos mais acessíveis?

A medida surge em um contexto de alta demanda por medicamentos de uso contínuo no Brasil, com um padrão de consumo que revela muito mais do que hábitos de compra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Levantamentos de mercado mostram que os remédios mais vendidos no país são, majoritariamente, voltados ao tratamento de doenças crônicas e sintomas recorrentes.

A losartana, indicada para hipertensão, lidera o ranking com mais de 167 milhões de unidades vendidas em 2024, seguida pela dipirona, analgésico amplamente utilizado, com mais de 100 milhões.

Confira o ranking:

  • 1. Losartana — 167.292.878 unidades
  • 2. Dipirona sódica — 104.901.299 unidades
  • 3. Hidroclorotiazida — 72.358.006 unidades
  • 4. Nimesulida — 71.941.593 unidades
  • 5. Tadalafila — 61.278.499 unidades
  • 6. Simeticona — 48.683.333 unidades
  • 7. Enalapril — 47.738.686 unidades
  • 8. Sildenafila — 43.736.086 unidades
  • 9. Atenolol — 43.333.267 unidades
  • 10. Sinvastatina — 41.330.555 unidades
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fundo Garantidor de Crédito (FGC). 5 de novembro de 2026 - 11:08
Selic Copom Gabriel Galípolo 4 de novembro de 2026 - 18:48
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 4 de novembro de 2026 - 17:43
Luis Otavio Leal, economista-chefe e sócio da G5 Partners 4 de novembro de 2026 - 6:43
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). Divulgação/Giovanni Nobile 3 de novembro de 2026 - 12:30
Prédio do Banco Central. 3 de novembro de 2026 - 9:10
O economista André Lara Resende 2 de novembro de 2026 - 13:58
Gráfico de análise do mercado financeiro de ações com acumulações crescentes de moedas, uma sobreposição de gráfico em velas e um calendário. ID da foto: 2255662762 1 de novembro de 2026 - 15:04
Thumb do podcast Touros e Ursos edição 294 30 de outubro de 2026 - 19:39
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar