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Holding lucrou R$ 3 bilhões no segundo trimestre e vai distribuir juros sobre capital próprio no fim de agosto

A Itaúsa (ITSA4) esperou até o último dia da temporada de balanços para revelar os números do segundo trimestre. E a paciência dos investidores não foi recompensada: a companhia lucrou R$ 3 bilhões, uma queda de 12,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.
O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROE) recuou 5 pontos percentuais na mesma base de comparação, para 18,5%. O indicador aponta o retorno financeiro entregue por uma empresa a partir de seu PL.
Vale lembrar que, como é uma holding, a principal atividade (e fonte de receita) da Itaúsa é deter participações acionárias em outras companhias. E a mais importante a compor o portfólio é o Itaú Unibanco (ITUB4).
O banco registrou um lucro líquido gerencial de R$ 7,679 bilhões entre abril e junho, um crescimento de 17,4% ante o 2T21. Além do bancão, a empresa ainda detém participações na Alpargatas, Dexco, Aegea, Copa Energia, NTS e XP, esta última herdada do Itaú.
Já o lucro líquido recorrente somou R$ 3,018 bilhões no segundo trimestre deste ano, resultado 5,5% maior que o do mesmo período do ano passado.
O resultado da Itaúsa (ITSA4) foi impulsionado pela resiliência das empresas investidas, mesmo em um cenário macroeconômico adverso.
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A holding destaca o avanço no lucro do Itaú, o crescimento das receitas da Alpargatas e da Dexco, bem como os bons indicadores operacionais da Copa Energia, da Aegea e da XP.
A Itaúsa destaca ainda duas movimentações que ocorreram após o final do segundo trimestre: a assinatura dos contratos para a compra, em conjunto com a Votorantim, da fatia da Andrade Gutierrez na empresa de infraestrutura CCR; e a venda de 1,26% do capital da XP, para ajudar a financiar a entrada na CCR.
A maior parte do resultado da Itaúsa entre abril e junho veio das participações no setor financeiro, sendo que o Itaú contribuiu com a maior parcela, de R$ 2,704 bilhões, e a XP, com R$ 121 milhões.
No setor não financeiro, a maior contribuição veio da NTS, que conferiu lucro de R$ 364 milhões à holding.
Em junho, a Itaúsa tinha endividamento líquido de R$ 3,478 bilhões, 10,1% abaixo do registrado no mesmo intervalo de 2021. Segundo a empresa, isso representava uma alavancagem de 4,6%.
A Itaúsa, que é conhecida por ser uma boa pagadora de proventos, divulgou também novos pagamentos aos acionistas hoje.
De acordo com a empresa, a primeira distribuição será na forma de juros sobre capital próprio (JCP) no valor de R$ 0,12367 por ação, com retenção de 15% de imposto de renda, o que resultará na distribuição líquida de R$ 0,1051195 por ação.
Já o JCP adicional, anunciado hoje, equivale a R$ 0,04199 por ação. Confira abaixo a data de referência para a base acionária e de pagamento para cada um dos proventos:
| Data de corte | Valor líquido por ação | Data de pagamento |
| 24/03/2022 | R$ 0,0963645 | 30/08/2022 |
| 18/08/2022 | R$ 0,0087550 | 30/08/2022 |
| 18/08/2022 | R$ 0,04199 | Até 29/12/2023 |
Vale lembrar que, após a data de corte, as ações serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados.
Então você pode optar por comprar a ação agora e ter direito ao pagamento ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito ao JCP.
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