O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para a XP, potencial de valorização da Eletrobras (ELET3) tem relação com forte geração de caixa e mudanças trazidas pela privatização
Aparentemente, a XP vê um caminho bastante iluminado para a Eletrobras (ELET3) nos próximos anos, iniciando a cobertura da empresa com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 71 — potencial de alta de 55% de acordo com o fechamento de sexta-feira (23).
Além disso, elegeu a Eletrobras como sua favorita no setor de energia.
Tudo isso de olho no potencial de crescimento que a empresa poderá ter conforme reduz custos e na forte geração de caixa típica de um segmento com receitas estáveis. Além disso, a XP ainda enxerga poucas ineficiências fiscais, que devem ser fáceis de resolver.
"A Eletrobras está barata e há vários upsides não mapeados", escrevem os analistas.
Entre os pontos favoráveis que podem impulsionar os papéis, a equipe aponta recente privatização da companhia e, por consequência, a busca mais intensa por eficiência.
Para eles, é raro encontrar uma companhia privada como a Eletrobras, que opera repetidamente abaixo dos níveis de eficiência por tantos anos e pronta para ser reestruturada.
Leia Também
O retorno de Wilson Ferreira Júnior ao cargo de CEO também é apontado entre os motivos que favorecem a companhia, já que sua gestão também deve ser focada nesses esforços.
Entre os poucos riscos mapeados pela XP para a Eletrobras está a possibilidade de que ela não seja capaz de alocar a energia descontratada derivada da migração do regime de cotas para o regime de produto independente a preços favoráveis.
Assim, é possível que a ex-estatal compre ou desenvolva uma comercializadora menor no curto prazo para resolver o problema, diz o relatório da XP.
Os analistas da XP não pouparam elogios ao retorno de Wilson Ferreira Júnior ao posto de CEO da Eletrobras (ELET3), que além de muito esperado pelo mercado também foi lido como um fechamento de ciclo.
Toda essa preferência para que ele retornasse ao posto tem razão: ele é um personagem importante na história da Eletrobras, empresa que comandou entre 2016 e 2021. Foi durante esse tempo que o executivo reestruturou a empresa de maneira que ela pudesse ser privatizada neste ano.
Entre seus feitos estão aumento de eficiência, corte de custos e redução de alavancagem.
Para muitos, seu retorno ao posto de presidente da Eletrobras é como o fechamento de um ciclo, concluindo um trabalho iniciado por ele há alguns anos e que demorou mais do que o planejado para sair do papel — o que o afastou do cargo no último ano.
A expectativa, a partir de agora, é que ele siga neste mesmo caminho de eficiência e reestruturação da companhia, beneficiado pela nova estrutura.
Até aqui, os papéis da companhia reagiram bem aos últimos acontecimentos: no ano, ELET3 tem alta de 40,11% e cai apenas 0,34% no mês. Já ELET6 avança 49,78% em 2022 e recua 0,68% em setembro.

De acordo com dados compilados pela plataforma TradeMap, das oito recomendações de compra existentes para o ativo, todas são de compra.
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4