O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Sucesso de público e crítica, sequência do clássico Top Gun tem o debut de maior bilheteria doméstica dos 40 anos de carreira do astro de Hollywood, com estreia digna de filme de super-herói
Filmes clássicos que ganham sequências décadas depois, com os atores principais já grisalhos, não costumam empolgar e podem parecer um tanto toscos, mas este definitivamente não parece ser o caso de Top Gun: Maverick, sequência do clássico de 36 anos atrás estrelado por Tom Cruise.
Sucesso de público e crítica, a continuação de Top Gun - Ases Indomáveis, de 1986, alcançou uma bilheteria de US$ 124 milhões nos Estados Unidos no seu fim de semana de estreia, segundo a Paramount Pictures. Uma cifra digna de filmes de super-herói.
Desde a pandemia de covid-19, que impactou duramente os cinemas em todo o mundo, trata-se da quarta maior bilheteria de estreia nos EUA, atrás apenas de Homem-Aranha: sem volta para casa (US$ 260 milhões), Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (US$ 187 milhões) e The Batman (US$ 134 milhões).
"Esses resultados são ridiculamente, exageradamente fantásticos", disse Chris Aronson, presidente de distribuição doméstica da Paramount.
Assista ao trailer:
Para o ator Tom Cruise, que encarna novamente o piloto da Marinha americana Pete "Maverick" Mitchell, trata-se de um recorde pessoal.
Leia Também
Aos 59 anos de idade, 40 de carreira, é a primeira vez que um filme de Cruise atinge a marca dos US$ 100 milhões em bilheteria nos EUA em um fim de semana de estreia. Uma marca e tanto para ser atingida em plena era do streaming.
Até então, o melhor debut de um filme estrelado pelo astro havia sido o de Guerra dos Mundos, com uma bilheteria doméstica de US$ 64 milhões.
Em todo o mundo, Top Gun: Maverick arrecadou US$ 248 milhões no fim de semana de estreia, mesmo não tendo sido exibido em praças importantes, como Rússia e China.
Parece que o cinema não está morto afinal, e que não vive só de "filme de hominho". As acrobacias aéreas de Maverick vêm "tirando o fôlego" da plateia e dos críticos, inclusive do público que estava mais relutante em voltar às salas desde a pandemia: cerca de 55% dos pagantes nos Estados Unidos no fim de semana de estreia eram maiores de 40 anos, o alvo preferencial da Paramount com a empreitada.
*Com informações da BBC e da Variety.
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques