O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O resultado da companhia no primeiro trimestre mostra que o pior da pandemia ficou para trás, mas a expectativa de uma nova alta da Selic fala mais alto hoje
Em dia de decisão de política monetária no Brasil e nos EUA, é difícil fugir da expectativa quanto aos rumos da taxa Selic e dos juros norte-americanos — e essa ansiedade mexe com o apetite ao risco dos investidores. Nesse contexto, ações dos shoppings, como Iguatemi (IGTI11) e Multiplan (MULT3), são contaminadas por esse cenário.
O mercado precifica uma alta de 1 ponto na Selic, colocando-a no patamar de 12,75% ao ano — e, em linhas gerais, juros altos desestimulam o consumo. Portanto, estamos diante de um contexto que não é positivo para as administradoras de shoppings.
Esse desempenho negativo das ações ocorre a despeito do balanço da Iguatemi (IGTI11), divulgado ontem. O resultado da companhia no primeiro trimestre mostra que o pior da pandemia ficou para trás, e os números já superam o patamar pré-covid.
Ainda assim, por volta das 13h15, os papéis IGTI11 registram queda de 3,33%, a R$ 19,76. Veja como operam as outras administradoras de shoppings da B3:

O aumento na taxa básica de juros é o remédio receitado pelo Banco Central para conter o avanço da inflação.
Mas, para as administradoras de shoppings, tanto a “doença” quanto o tratamento são prejudiciais para o andamento dos negócios.
Leia Também
A alta nos preços encarece os produtos comercializados dentro dos empreendimentos e pode afastar os consumidores. Já o aperto nos juros encarece o que seria a solução para esse problema: a tomada de crédito.
Mas nem todas as empresas sofrem tanto com o desafio macroeconômico. Quem trabalha com os segmentos de alto e altíssimo padrão, como é o caso da Iguatemi (IGTI11), tem mais espaço para reajustar os preços sem afastar a clientela.
“A nosso ver, o setor tem bom desempenho e a Iguatemi está muito bem posicionada entre os consumidores de alta renda, com maior poder de compra”, diz, em relatório divulgado hoje, o BTG Pactual.
Os números apoiam a afirmação dos analistas do banco de investimentos: mesmo com a Selic já elevada no primeiro trimestre, as vendas totais saltaram 77,2%, na comparação com o mesmo período do ano passado, e chegaram a R$ 3,3 bilhões. A cifra é 14,8% superior à do início de 2019.
Além de engordar os cofres dos lojistas, o aumento nas vendas traz uma vantagem para a Iguatemi. A performance operacional forte permite que a empresa siga retirando os descontos no aluguel concedidos durante as fases mais agudas da pandemia.
E, com aluguéis maiores, cresce também a receita da companhia. O indicador líquido foi de R$ 228,4 milhões no período, alta de 34,3% em relação aos primeiros três meses de 2021 e de 31,6% quando comparado ao primeiro trimestre de 2019.
A XP destaca que a Iguatemi conseguiu equilibrar os custos mais salgados para os locatários, obtendo uma inadimplência líquida “saudável” de 5,3%.
“Adicionalmente, a Iguatemi aumentou sua taxa de ocupação para 92,7%, apesar do aumento nos preços de aluguel, indicando a resiliência do portfólio de alto padrão”, diz a corretora.
Com os elogios utilizados para classificar o balanço da Iguatemi (IGTI11), não é surpresa que BTG Pactual e XP tenham uma visão positiva para IGTI11.
Ambos recomendam compra para os papéis e esperam que eles se valorizem nos próximos meses. Com preço-alvo de R$ 27 por ação, o banco de investimentos projeta uma alta de 36,6%; a corretora é mais otimista e espera que IGTI11 suba 41,7%.
Mas a opinião não é unânime. A Genial Investimentos também estudou os números, e, apesar de considerar que eles tenham vindo bons, entende que, atualmente, “existem opções melhores dentro do setor de shoppings”.
Os analistas da corretora preferem a Multiplan (MULT3), por exemplo, por seus “resultados operacionais superiores e ainda a opcionalidade de projetos de desenvolvimento imobiliário já iniciados”.
brMalls e Aliansce Sonae, outras duas rivais, tem um “operacional mais fraco”, para a corretora. Contudo, estão “muito mais avançadas no processo de consolidação do setor”.
Por isso, a Genial mantém a recomendação de manutenção para os papéis da Iguatemi, com o menor preço-alvo entre as três casas consultadas: R$ 25. Ainda assim, a alta prevista é de 26,5%.
Pregão desta terça-feira (12) foi marcado por maior aversão ao risco nos mercados globais; guerra entre Estados Unidos e Irã segue no radar dos investidores
Sérgio Ribeiro afirmou ao Seu Dinheiro que a corrida das construtoras para antecipar compras em meio ao risco inflacionário ajudou os resultados da companhia no 1T26; veja os destaques do balanço
Após dois trimestres turbulentos, a companhia melhora sinistralidade e geração de caixa, enquanto nova gestão de Lucas Adib acena com venda de ativos, revisão geográfica e foco em desalavancagem e eficiência operacional
Recebíveis corrigidos pelo INCC, poder de reajuste nos preços e bilhões em estoque ajudam a construtora a se proteger de uma eventual disparada dos custos da construção após a alta do petróleo; CEO Ricardo Gontijo também comentou os resultados do 1T26 da companhia
A conclusão da compra ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim deste mês
A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora