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Companhia de papel e celulose diz que programa visa a gerar valor para o acionista e sinalizar confiança da administração na performance da empresa
A Suzano (SUZB3) anunciou, na noite desta quinta-feira (27), os resultados do terceiro trimestre e um programa de recompra de até 20 milhões das ações da companhia em circulação na B3, com o objetivo de maximizar o retorno aos acionistas e sinalizar ao mercado a confiança da administração na performance da empresa.
No terceiro trimestre, a Suzano apurou um lucro líquido de R$ 5,5 bilhões, revertendo um prejuízo de quase R$ 1 bilhão no mesmo período do ano passado. A receita líquida totalizou R$ 14,2 bilhões, alta de 32% na comparação anual e 23% na trimestral.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado totalizou R$ 8,6 bilhões, crescimento de 36% tanto na comparação anual quanto na trimestral.
Já a margem Ebitda ajustada subiu de 55% no segundo trimestre para 61% no terceiro trimestre, uma alta de 6 pontos percentuais. Em relação ao mesmo período do ano passado, o indicador subiu 2 pontos percentuais.
A Suzano também teve uma geração de caixa operacional de R$ 7,2 bilhões, alta de 37% na base anual e 42% na trimestral.
A alavancagem em dólar (dívida líquida/Ebitda ajustado) caiu de 2,3 para 2,1 vezes do segundo para o terceiro trimestre.
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Também na noite de hoje, a Suzano anunciou um programa de recompra de até 20 milhões de ações ordinárias SUZB3, o que representa cerca de 2,9% do total de ações da companhia em circulação em 30 de setembro deste ano. O programa pode durar até 18 meses, podendo encerrar-se, no máximo, em 27 de abril de 2024.
O objetivo do programa é maximizar a geração de valor para os acionistas, permitindo que a companhia "faça alocação de capital eficiente considerando o potencial de rentabilidade de suas ações, de forma a proporcionar maiores retornos futuros para seus acionistas."
Em fato relevante, a Suzano afirmou ainda que "a recompra sinaliza ao mercado a confiança da administração na performance da companhia."
Para realizar as aquisições, a companhia utilizará recursos das suas reservas de lucros e de capital, bem como do resultado do exercício em curso.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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