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No mês passado, a firma de private equity anunciou a aquisição de 10% do capital social da empresa de energias renováveis e agora volta a comprar mais ações por meio do fundo Alpha Brazil
Há praticamente um mês, a firma de private equity Actis desembolsou mais de R$ 700 milhões para adquirir 10% do capital social da Omega Energia. Na ocasião, o acordo fez as ações MEGA3 dispararem 16%.
Pelo visto, o negócio era apenas um aperitivo para o que viria depois. Nesta segunda-feira (25), a Alpha Brazil, fundo de investimento detido por investidores sob gestão da Actis, anunciou a compra de mais ações da Omega. O valor do negócio não foi revelado.
Com a transação, a participação na companhia aumentou para 19,14%, após aquisição de 32 milhões de ações de emissão da Omega — elevando o total de papéis a 109.046.300.
A aquisição, segundo o fundo, tem propósito de investimento e não acarreta alteração do controle acionário da Omega Energia.
No dia 26 de junho, a Actis anunciou que iria adquirir 10% das ações da Omega no mercado secundário.
Com uma fatia de 34,8%, a Tarpon — que controla a empresa de energias renováveis em conjunto com o fundador, Antonio Bastos Filho — outorgou à firma de private equity opções para a aquisição dessa participação, ao preço de R$ 13,50.
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Na ocasião do fechamento do acordo, as ações MEGA3 eram negociadas a R$ 10,18, o que avaliava a empresa em R$ 5,8 bilhões.
Para adquirir a fatia na Omega, a Actis anunciou que gastaria cerca de R$ 770 milhões, o que daria à firma de private equity 56,9 milhões de ações, ou o equivalente a 10% do capital total.
Na ocasião da primeira aquisição da Actis, o Bank of America (BofA) manteve a recomendação de compra para os papéis da Omega, afirmando que vê um potencial muito atraente para MEGA3.
O BofA baseou sua visão em três pilares:
Na ocasião, o banco lembrou ainda que a Actis poderia nomear dois dos nove membros do conselho da Omega. Como em qualquer caso de investimento, o BofA acredita que um poder de voto mais fragmentado melhora a governança corporativa.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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