Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
APOSTAS DO BANCO

O que esperar dos shoppings no primeiro trimestre? Inter revisa estimativas e elege suas ações favoritas no setor; veja quais são

As administradoras não têm mais de lidar com as restrições de horário e lotação, mas novos desafios surgem na fase mais branda da pandemia de covid-19

Consumidores andam em shoppings centers | brMalls, shoppings, Iguatemi, Aliansce Sonae
Imagem: Shutterstock

Vacinas no braço, máscaras quase aposentadas, desfiles de Carnaval: 2022 ainda está no início, mas já deu vários indícios de que pode ser considerado o ano da “volta à normalidade”. E a notícia é especialmente celebrada pelos shoppings centers.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque, ao longo da pandemia de covid-19, o setor enfrentou um risco até então inédito: o de ter que fechar as portas. Agora, com a população novamente circulando (e comprando) nos espaços, as administradoras de shoppings tentam levar as finanças de volta ao patamar pré-coronavírus.

O problema é que, mesmo que a pandemia esteja numa fase bem mais branda no Brasil, ela deixou para trás alguns rastros que ainda pressionam a economia. A inflação elevada, que diminui o poder de compra dos consumidores, e o ciclo de aperto nos juros, responsável por encarecer o crédito, são os principais algozes do segmento.

Recalculando a rota

Considerando esse cenário, o Inter revisou suas recomendações e estimativas para as principais empresas de shoppings brasileiras.

“Apesar de expectativas positivas para o setor, o atual prêmio de risco requerido pelo mercado trouxe uma revisão baixista para os principais papéis do setor”, escreve o analista Gustavo Caetano, da divisão de equity research do banco, em relatório divulgado nesta quarta-feira (27).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que o prêmio de risco mencionado é a relação entre as ameaças e o rendimento de um determinado investimento: quanto maior o prêmio, mais arriscado é o ativo.

Leia Também

REAÇÃO AO RESULTADO

Banco do Brasil (BBAS3): se pode piorar, vai piorar? Balanço acende alerta sobre crédito — e risco agora não está só no agro

BUSCA DE OPORTUNIDADES

Edge é arma secreta da Compass (PASS3) com alta de preços de combustíveis pela guerra

No caso dos shoppings, o indicador considera outros fatores além dos macroeconômicos. Um deles é o possível aumento na inadimplência com o fim dos descontos nos aluguéis oferecidos aos lojistas durante a pandemia.

Ainda assim, há administradoras que podem contornar esse cenário e entregar valorização aos acionistas. “Alguns ativos permanecem com significativo desconto frente ao valor intrínseco estimado e por isso são vistos como oportunidade em termos de upside”, diz o analista.

As favoritas no segmento de shoppings

Para o Inter, essas companhias são Iguatemi (IGTI11) e Aliansce Sonae (ALSO3). O banco recomenda compra para ambas as ações, com preços-alvo de R$ 27 e R$ 31 por papel, respectivamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As cotações definidas para os próximos 12 meses projetam um potencial de alta de 28%, no caso do Iguatemi, e de 47,5% para Aliansce. O cálculo considera a cotação atual das ações.

brMalls (BRML3) e Multiplan (MULT3) já estão melhor precificadas pelo mercado, na visão do banco. Por isso, a recomendação é neutra nestes casos.

Iguatemi (IGTI11) — o luxo nos shoppings contra a inflação

Dentro do segmento de shopping centers voltados para alta e altíssima renda, o Iguatemi (IGTI11) é o preferido do Inter. Para o banco, seu trabalho com marcas exclusivas e o nicho de atuação ajudam a driblar a alta dos preços.

O portfólio premium “lhe confere uma demanda diferenciada junto ao público de renda A e B, gerando maior resiliência em vendas e poder de repasse mesmo diante do cenário de alta inflacionária e contração monetária”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As vendas da companhia no primeiro trimestre somaram R$ 3,3 bilhões, de acordo com a prévia operacional, e vieram em linha com as expectativas do Inter, reforçando a tese de resiliência dos analistas.

Diante disso, o banco prevê que o Iguatemi reportará um crescimento de 72%, na comparação anual, na receita líquida do período, a R$ 244 milhões.

A projeção para o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) é ainda mais otimista e aponta uma alta de 99%, para R$ 151 bilhões. A empresa divulga os resultados em 3 de maio.

Aliansce Sonae (ALSO3) — alinhando as margens

A Aliansce Sonae (ALSO3), outra favorita do Inter no setor, já apresentou resultados próximos aos de 2019 no quarto trimestre do ano passado. Por isso, o banco espera que os números do início do ano superem o patamar pré-pandemia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A expectativa é que a receita líquida cresça 58% na base anual e chegue a R$ 249 milhões entre janeiro e março. Assim como no caso anterior, a previsão para o Ebitda é de um avanço ainda maior: alta de 87% e R$ 150 milhões, com margem de 61%. O balanço da empresa será divulgado no dia 11 do próximo mês.

E a melhora nos indicadores financeiros não deve ficar restrita ao primeiro trimestre: “Com a melhora da pandemia, a empresa deve apresentar um crescimento sólido de receita nos próximos anos, principalmente com a maturação de seu portfólio e aquisição estratégica de novos negócios”.

O banco espera que a administradora de shoppings apresente uma “melhora generalizada” no desempenho operacional e alinhe suas margens às concorrentes do setor.

Além disso, o Inter considera que, com um caixa robusto e baixa alavancagem, a Aliansce tem espaço para expandir sua Área Bruta Locável (ABL) organicamente ou via aquisições.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Lançamento da Azzas 2154 na B3 13 de maio de 2026 - 15:50
petrobras petr4 dividendos ações 13 de maio de 2026 - 15:01
Alexandre Birman (à esquerda) e Roberto Jatahy, principais acionistas e gestores da Azzas 2154 12 de maio de 2026 - 16:00
Magda Chambriard em primeiro plano com painel branco atrás, com os dizeres Petrobras 12 de maio de 2026 - 15:39
12 de maio de 2026 - 12:56
12 de maio de 2026 - 11:37
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia