O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa brasileira fecha a compra da Australian Lamb Company, uma das principais processadoras de ovinos da Austrália, por US$ 260 milhões
Para muita gente, contar carneiros é uma técnica infalível contra a insônia. Mas no caso da Minerva (BEEF3), aumentar o rebanho é sinônimo de mais negócios.
A empresa brasileira acaba de fechar a compra da Australian Lamb Company, uma das principais processadoras de ovinos da Austrália, por US$ 260 milhões (R$ 1,36 bilhão, no câmbio atual).
A Minerva terá 65% do negócio em uma associação (joint venture) com a Salic. Desta forma, fará um aporte equivalente a essa participação na Australian Lamb Company — ou seja, US$ 169 milhões.
A empresa vai usar o dinheiro novo na aquisição de novos ativos e em investimentos para melhoria das estruturas produtivas.
Com a aquisição, a Minerva contará com bem mais carneiros no rebanho. A Australian Lamb Company possui uma capacidade de abate de ovinos de 3.780.000 cabeças por ano.
Isso significa que, somadas às unidades frigoríficas da Minerva, Shark Lake e Great Eastern Abattoir, o grupo terá uma capacidade nominal de 4.780.000 cabeças por ano.
Leia Também
Esse total representa aproximadamente 15% do abate total de ovinos do mercado australiano, de acordo com a companhia.
Atualmente, a Austrália é a maior exportadora global de ovinos processados, com aproximadamente 42,6% do mercado global.
Com mais de 30 anos no mercado, a Australian Lamb Company atende o mercado local, mas tem como grande trunfo as exportações.
Cerca de 93% das vendas são dedicadas ao exterior, incluindo mais de 70 destinos internacionais, como Estados Unidos (40% das exportações), Japão, Coreia do Sul e países da Europa e Oriente Médio, de acordo com a Minerva.
Nos últimos 12 meses até junho, a Australian Lamb Company registrou receita líquida de US$ 448,5 milhões. Já o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização) foi de US$ 53,950 milhões.
“A companhia espera que com a aquisição aperfeiçoará sua penetração em mercados de nicho e ampliará seu portfólio de produtos com maior valor agregado, capturando oportunidades tanto na exportação como também em mercados de alta capacidade de renda e consumo, como o australiano”, acrescentou a Minerva, em comunicado.
Para a XP, a aquisição é positiva para a Minerva. Isso porque a companhia vai aumentar a presença em uma indústria mais voltada à exportação e com margens geralmente maiores.
Mas é preciso cuidado para não contar carneiros demais e não dormir no ponto. Em um cenário de alta de juros, o aumento do endividamento com esse tipo de negócio é um fator de atenção, de acordo com a XP.
A aquisição, no entanto, não deve representar um grande impacto para a companhia, nas contas dos analistas da XP, que têm recomendação de compra para as ações da Minerva (BEEF3).
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4