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Quando a comparação é com o primeiro trimestre de 2022, o desempenho perde o brilho: o volume de mercadorias vendidas pela Méliuz encolheu 10%
As ações da Méliuz estão apanhando na bolsa e não é de hoje. Os papéis CASH3 acumulam perda de 89% no ano — e a performance também é negativa na semana e no mês.
A plataforma, que já foi uma das queridinhas entre os investidores, apresentou nesta quinta-feira (14) a prévia operacional do segundo trimestre.
De acordo com os números, a Méliuz viu as vendas totais crescerem 24% ante o mesmo período do ano anterior.
O volume bruto de mercadorias (GMV) da empresa, incluindo Promobit Picodi, totalizou R$ 1,41 bilhão entre abril e junho, contra R$ 1,14 bilhão de um ano antes.
Mas, quando a comparação é com o primeiro trimestre de 2022, o desempenho perde o brilho: o volume de mercadorias vendidas pela Méliuz encolheu 10%.
A Méliuz (CASH3) encerrou o segundo trimestre com 25,8 milhões de contas, o que representa um crescimento de 37% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o primeiro trimestre, a alta foi de 8%.
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A plataforma explica o aumento com a estratégia de testes dos diferentes canais de aquisição de usuários ao longo dos últimos trimestres.
Já o número de usuários ativos alcançou 7,7 milhões nos 12 meses encerrados em junho, uma queda de 13% em relação ao mesmo período do ano passado.
O fim do contrato referente ao cartão de crédito co-branded com o Banco Pan (BPAN4) e o fim das campanhas de aquisição de usuários focada nesse produto ajudaram na perda de usuários ativos, segundo a Méliuz.
Nas operações do Bankly — plataforma de Banking as a Service que permite que qualquer empresa possa criar e escalar a oferta de serviços financeiros — a Méliuz (CASH3) atingiu 3,3 milhões de clientes ativos nos 12 meses encerrados em junho.
O volume total de pagamentos pelo Bankly subiu 16% entre abril e junho na comparação com um ano antes.
Além disso, a Méliuz registrou 1,2 milhão de contas digitais criadas. No cartão de crédito, a Méliuz atingiu um volume total de pagamentos (TPV) de R$ 7,6 milhões.
No final do segundo trimestre, a plataforma somava 199 parceiros B2B, alta de 32% no comparativo anual, e 42 clientes em fase de negociação.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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