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Para evitar outros casos semelhantes, a Shein adotou medidas como limite de clientes dentro da loja, distribuição de senha e tempo máximo para saída
O que era para ser a "festa" de inauguração da primeira loja física em formato pop-up — ou seja, uma loja temporária — da Shein no Brasil se transformou em uma confusão no sábado (12) em São Paulo.
Em vídeos que circulam nas redes sociais, clientes do e-commerce chinês que esperavam para conhecer a unidade acabaram se estapeando por causa da desorganização das filas gigantescas que se formaram no Shopping Vila Olímpia, onde a loja temporária foi montada.
Questionada sobre o incidente, a varejista de moda informou que "devido ao grande sucesso" do seu primeiro dia de abertura da pop-up store, precisou atuar "rapidamente" para controlar o que chamou de "situações adversas".
Diante do problema envolvendo as brigas e filas, a Shein decidiu encerrar o expediente da loja temporária mais cedo, por volta das 17h30.
Para os próximos dias de atuação, a companhia determinou regras de entrada para garantir o funcionamento da unidade, como o limite de 500 senhas a serem distribuídas para o acesso à loja, máximo de peças por cliente dentro do provador e limite de tempo dentro da loja de até 20 minutos por cliente.
Nas redes sociais, os relatados dos usuários narravam as filas que rodeavam o shopping e a falta de organização para acessar a loja da varejista.
Nos últimos anos, a varejista de moda chinesa surfou a pandemia, viralizou na internet e caiu no gosto dos jovens com preços baixíssimos, entrega rápida e tendências de moda que surgem nas redes em um dia e já podem ser encontradas no site um ou dois dias depois.
Se até aqui isso tudo parece só uma coisa de febre adolescente, saiba que a coisa é bastante séria — a Shein já foi avaliada em mais de US$ 100 bilhões e possui investidores como General Atlantic, Tiger Global Management e Sequoia Capital China.
Isso significa que ela vale mais do que suas concorrentes que até pouco tempo dominavam o mercado de fast fashion, como a espanhola Inditex, que é dona de marcas famosas como Zara e Pull and Bear.
Entre os planos da Shein está o de provar o seu valor na principal vitrine do capitalismo global. A varejista tem planos de abrir o capital nas bolsas dos Estados Unidos até 2024. Uma possível oferta de ações deverá revelar parte da “mágica” da empresa, e se toda essa eficiência pode conviver com resultados para os acionistas.
* Com informações do Estadão Conteúdo
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