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Depois de abandonar os planos em janeiro deste ano, Meta dá novo passo para ter uma moeda virtual; será que agora vai?
Muitos motivos podem ter levado Mark Zuckerberg a mudar o nome de sua holding de Facebook (FBOK34) para Meta. E, certamente, um deles inclui o plano da empresa de mergulhar de cabeça no metaverso.
Embora alguns analistas ainda não saibam ao certo se esse novo mundo vai vingar, o fato é que Zuckerberg avança em seus planos para que a economia virtual impulsione a empresa em um futuro não tão distante.
Para isso, a Meta entrou com oito pedidos de marca registrada para seu logotipo, indicando que a gigante da mídia social planeja uma expansão para vários produtos e serviços virtuais, como negociações de criptomoedas, tokens e software blockchain.
Na quarta-feira (23), o advogado especialista em marcas registradas do metaverso, Michael Kondoudis, detalhou todos os itens que os aplicativos cobrem.
Quando Zuckerberg anunciou que o Facebook passaria a se chamar Meta ele deu uma clara demonstração dos novos caminhos que a empresa pretendia trilhar.
Embora tenha pesado nos resultados da Meta em 2021, a empresa anunciou que investiria US$ 10 bilhões em projetos ligados ao metaverso.
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O que se viu desde então foi uma corrida, com empresas como Heineken, Adidas e McDonald’s, lançando produtos no metaverso.
Há cerca de cinco meses, a Heineken postou no Twitter uma imagem indicando a entrada no metaverso, com a legenda “Disponível em todas as realidades”.
Não demorou para empresas como a Meta entrarem na brincadeira e questionarem a data do happy hour no universo paralelo. A dona do Facebook foi respondida pela cervejaria com um “devemos tornar isso oficial?”.
Em fevereiro foi a vez de o McDonald 's apresentar dez pedidos de marca na área de ativos virtuais e metaversos. Um dos pedidos, em particular, dizia respeito à gestão de um restaurante no mundo virtual. No mês seguinte foi a vez do Burger King fazer mesmo.
A primeira tentativa de Mark Zuckerberg para emplacar no universo da criptografia aconteceu com a tentativa do lançamento de uma criptomoeda própria.
Em janeiro deste ano, a Meta abandonou oficialmente a Diem, seu projeto de moeda digital que originalmente era chamado de Libra.
A decisão veio depois que o projeto sofreu muita pressão regulatória, o que fez muitos dos parceiros da Meta abandonarem o barco.
Existe uma diferença entre o ambiente digital criado pela empresa dona do Facebook, a Meta, e o metaverso do ponto de vista das criptomoedas.
A Meta se propõe a ser um ambiente debaixo do guarda-chuva de uma só empresa, no qual o usuário terá ali diversos serviços (mensagens, música, conta bancária etc.).
Em contrapartida, o ambiente digital metaverso, do ponto de vista do mundo cripto, é parecido no formato, mas muito diferente no desenho do projeto.
Enquanto o metaverso da Meta seria um espaço controlado por uma empresa oferecendo o serviço próprio ou de outras, o ambiente metaverso para as criptomoedas é um espaço totalmente descentralizado, em que os serviços são oferecidos por protocolos localizados naquela rede (blockchain).
Você pode ler mais sobre o metaverso na nossa matéria especial sobre o tema.
*Com informações do Finbold
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