O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investimento na fabricante de carros voadores da Embraer é a segunda grande alocação da companhia aérea no setor
A empresa aérea norte-americana United aumentou a aposta nos “carros voadores”, desta vez com um investimento na Eve, fabricante de eVTOLs da Embraer (EMBR3).
O acordo inclui um aporte de US$ 15 milhões (R$ 78,4 milhões) na Eve pelo United Airlines Ventures (UAV), o fundo de capital de risco da companhia aérea.
A United também fechou a compra condicional para 200 aeronaves elétricas de quatro lugares da empresa, além de outras 200 opções, com as primeiras entregas previstas para 2026.
As ações da Embraer operam em alta nesta quinta-feira (08). Por volta das 14h10, as ações EMBR3 avançavam 2,61% na bolsa brasileira, negociadas a R$ 13,39. No mesmo horário, os papéis da Eve, negociados em Nova York, subiam 0,30%.
A United já disse ter como objetivo zerar as emissões de carbono até 2050, e seus investimentos no setor de eVTOLs — nome técnico dos veículos elétricos de decolagem e pouso vertical — reforçam seu compromisso com tal meta.
O investimento de US$ 15 milhões na subsidiária da Embraer (EMBR3) é a segunda grande aposta da companhia aérea no setor. No mês passado, a empresa fez um aporte de US$ 10 milhões em uma companhia de eVTOLs da Califórnia para a compra de 100 aeronaves.
Leia Também
No caso dos carros voadores da Eve, as aeronaves são projetadas para utilizar motores elétricos no lugar dos tradicionais motores a combustão.
Desse modo, seria possível realizar os voos do ‘táxi aéreo' nos mercados urbanos sem emissão de carbono, segundo comunicado da empresa.
“Juntas, acreditamos que nosso conjunto de tecnologias de energia limpa revolucionará as viagens aéreas como as conhecemos e servirá como catalisador para a indústria da aviação se movimentar em direção a um futuro sustentável”, disse Michael Leskinen, presidente da United Airlines Ventures.
Segundo o acordo, a Eve e a United trabalharão juntas em projetos futuros, como estudos para o desenvolvimento e aplicação dos carros voadores e do ecossistema de mobilidade aérea urbana.
“Trabalhar com a United é uma oportunidade inigualável para avançarmos com o ecossistema de UAM nos EUA e estamos empolgados”, afirmou André Stein, co-CEO da Eve.
A companhia norte-americana entrou para o consórcio liderado pela Eve em Chicago, que deve iniciar a simulação de operações de mobilidade urbana a partir da próxima segunda-feira (12).
Além de visar as oportunidades desse mercado, a decisão da United em investir seus recursos na Eve foi impulsionada pelo relacionamento da fabricante de eVTOLs com sua controladora, a Embraer.
Isso porque a empresa possui acesso aos centros de serviços, depósitos de peças e técnicos de serviço em campo da Embraer.
De acordo com o comunicado à imprensa, após a entrada em serviço, a companhia aérea norte-americana também poderá ter toda a sua frota eVTOLs atendida pelos serviços independentes e operações de suporte da Eve.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas