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Diversas personalidades do entretenimento anunciaram que deixariam a rede social, incluindo a autora da série “Grey’s Anatomy”, Shonda Rhimes, e o escritor Stephen King
Aos que esperavam que a compra do Twitter por Elon Musk enfim colocasse um ponto final na enroscada história do bilionário com a plataforma, a decepção foi certa. Pouco mais de uma semana após o CEO da Tesla fechar a aquisição do passarinho azul, o novo e caótico capítulo da novela começou — e o executivo já começou a virar a rede social de cabeça para baixo.
Isso incluiu uma sequência de demissões, mudanças na política de trabalho, uma debandada de celebridades do site e reativações de contas antes aparentemente banidas.
A começar pela revogação da suspensão da conta do rapper Kanye West, banido temporariamente desde o começo de outubro por publicações consideradas antissemitas e que violavam as regras da plataforma.
Após menos de um mês após a suspensão, o cantor anunciou o retorno à rede social com a publicação de uma foto do jogador de basquete do Brooklyn Nets, Kyrie Irving, também engajado em declarações preconceituosas contra os judeus.
Ao mesmo passo em que West retornou à plataforma depois do início do reinado de Elon Musk no Twitter, diversas personalidades conhecidas no universo do entretenimento anunciaram que deixariam a rede social, incluindo a autora da série médica “Grey’s Anatomy”, Shonda Rhimes, e o escritor de terror Stephen King.
“Não vou ficar por perto de qualquer coisa que Elon Musk tenha planejado. Tchau”, disse Rhimes, em tweet, em 29 de outubro.
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Enquanto isso, o celebrado autor de livros de suspense e terror como “O Iluminado”, “A Torre Negra” e “It: a coisa” engajou-se numa discussão com Elon Musk após os rumores de que o novo dono da rede social passaria a cobrar uma taxa mensal pelo símbolo azul de verificado na rede social.
“US$ 20 por mês para manter o meu símbolo azul? Dane-se, eles deveriam me pagar. Se isso for instituído, eu vou embora como a Enron”, escreveu King, numa referência à empresa de geração de energia elétrica envolvida numa fraude contábil que resultou em sua falência há pouco mais de duas décadas.
A lista de celebridades que abandonou o Twitter após Elon Musk se apossar da rede social vai além de Shonda Rhimes e Stephen King, porém.
Logo que o CEO da Tesla fechou a compra da plataforma do passarinho azul, Erik Larsen, o artista de quadrinhos como Homem Aranha, excluiu o próprio perfil no Twitter.
A conta da ex-namorada de Musk, a atriz Amber Heard, foi desativada também depois que o bilionário tornou-se dono da plataforma. Não se sabe, porém, se o perfil de Heard foi excluído do site ou se a artista decidiu desativar a própria conta.
O CEO da Tesla e a atriz namoraram por cerca de um ano, em 2017. Segundo entrevista de Musk a Rolling Stones, a dor emocional do término o fez perder a vontade e capacidade de realizar o evento de lançamento de seu veículo elétrico sem parecer “o cara mais deprimido do mundo”. “Eu estava realmente apaixonado, e doeu muito.”
A atriz Jameela Jamil, que participou de séries como “The Good Place” e “She-Hulk”, havia sinalizado que deixaria o Twitter logo em abril.
“Uma coisa boa sobre Elon comprar o Twitter é que eu *FINALMENTE* vou sair e parar de ser uma completa ameaça à sociedade aqui. Então, é uma vitória para todos vocês, na verdade”, disse a atriz na época.
A última publicação de Jamil foi feita na quinta-feira, logo depois de Elon Musk anunciar a compra da rede social. Não se sabe, porém, se a atriz voltará à plataforma enquanto ela estiver sob o controle do bilionário.
Na sexta-feira passada, a cantora e atriz norte-americana Toni Braxton disse estar chocada com algumas das “liberdades de expressão” vistas no site desde a aquisição por Musk.
“Discurso de ódio sob o véu de ‘liberdade de expressão’ é inaceitável; portanto, estou optando por ficar fora do Twitter, uma vez que não é mais um espaço seguro para mim mesma e meus filhos e outros”, destacou Braxton.
No mesmo dia, o diretor Ken Olin, que dirigiu a série “This is Us”, comunicou sobre sua retirada da plataforma. Porém, antes de efetivamente abandonar o Twitter, Olin havia twittado que usaria o “Tribel Social” como alternativa à rede social.
“Oi, todo mundo. Estou fora daqui. Sem julgamentos. Vamos manter a fé. Vamos proteger a nossa democracia. Vamos tentar ser mais gentis. Vamos tentar salvar o planeta. Vamos tentar ser mais generosos.Vamos procurar encontrar a paz no mundo”, publicou o diretor.
Apesar de não ter deixado a plataforma ainda, o ator Josh Gad informou estar cogitando a saída da rede social na sexta-feira. “Um grande êxodo está acontecendo nesta plataforma. Não sei se vou ficar ou não.”
A atriz Téa Leoni, que participou de filmes como “Bad Boys” e “Jurassic Park III”, informou no sábado (29) que estava deixando o Twitter — e realmente deixou: logo após a publicação na rede social, a artista excluiu a conta da plataforma.
A cantora e compositora norte-americana Sara Bareilles informou no último domingo (30) que deixaria a plataforma de mídia social. “É. Foi um divertido Twitter. Estou fora. Vejo vocês em outras plataformas, pessoal. Desculpa, essa aqui só não é para mim.”
O ator britânico Alex Winter, conhecido por sua participação no filme “Bill & Ted”, deletou o próprio perfil no Twitter após publicar um meme sobre Elon Musk ter assumido a plataforma.
O roteirista da série “Billions”, Brian Koppelman, twittou que “ia dar uma pausa” do Twitter e privou a conta na rede social, além de ter recomendado que os fãs o procurassem no TikTok e Instagram, segundo informações do The Hollywood Reporter.
Já o lutador profissional Mick Foley abriu esta semana com o desligamento da conta no Twitter. Isso porque, em abril, Foley já havia informado que estava pensando em deixar a rede social.
“Eu vou pensar seriamente em deixar o Twitter em um futuro próximo. Eu não tenho um bom pressentimento sobre aonde essa plataforma está indo”, comentou o lutador há alguns meses.
Depois de ser banido do Instagram no começo de outubro por acusar o rapper Sean Combs de ser controlado por judeus, a presença de Kanye West no Twitter também não durou muito tempo.
Ainda no final de semana de seu retorno à rede social, Ye expressou sua indignação com o bloqueio no Instagram, e logo voltou aos comentários antissemitas, com o tweet: “I’m a bit sleepy tonight but when I wake up I’m going death con 3 On JEWISH PEOPLE.”
Aqui, a tradução é controversa. Não se sabe se Ye pretendia escrever “defcon” na frase ou se a intenção era realmente digitar “death con”. A expressão “defcon” é utilizada por militares para caracterizar ameaças à segurança nacional, em que o nível 5 seria o mais baixo e 1, o mais alto.
Isto é, caso a intenção de Kanye fosse escrever “defcon”, o tweet indicaria que o cantor estava se preparando para algum tipo de ameaça do povo judeu; se fosse a segunda hipótese, porém, sugeriria que ele mesmo iria infligir algum tipo de violência à população judaica.
Apesar de ter negado que a publicação fosse de teor antissemita, não demorou muito para que a postagem de Ye fosse removida da rede social por violação das regras da plataforma e a sua conta, suspensa temporariamente.
Após a compra do Twitter, Elon Musk afirmou na última quarta-feira (02) que a rede social não permitiria que ninguém que tenha sido removido do serviço por violar suas regras voltasse à plataforma até que a empresa tenha um processo claro para coordenar o problema em vigor — o que, segundo ele, levaria pelo menos algumas semanas.
O CEO da Tesla inclusive decidiu criar um conselho de moderação de conteúdo para combater o discurso de ódio e o assédio no ambiente digital.
"O conselho de moderação de conteúdo do Twitter incluirá representantes com visões amplamente divergentes, o que certamente incluirá a comunidade de direitos civis e grupos que enfrentam violência alimentada pelo ódio", disse Musk.
Porém, ao que parece, o período de exílio do rapper Kanye West após a violação das normas do Twitter teria terminado no dia 03 de novembro, quando sua conta foi reativada.
Isso porque, como o artista havia sido somente restrito na plataforma, e não completamente banido, a conta do rapper ainda não estava sob a vigia do “conselho de moderação” do Twitter. E, agora que o perfil voltou à ativa, West pode comentar à vontade na rede social.
A primeira coisa que Kanye West fez após ser reinstaurado no Twitter por publicações antissemitas e que violavam as normas da plataforma foi publicar uma foto do atleta Kyrie Irving em sua defesa.
Isso porque Irving está envolto em uma polêmica após ter ido à rede social do passarinho na semana passada recomendar um filme e livro, “Hebreus to Negroes”, conhecido por seu caráter antissemita.
No mesmo dia, o Nets suspendeu Irving por cinco jogos, sem remuneração por “não negar o antissemitismo” quando o atleta foi questionado por jornalistas se possuía crenças antissemitas.
À imprensa, o jogador apenas respondeu que “não é possível ser antissemita se souber de onde eu venho”.
Depois das críticas do Brooklyn Nets e da própria NBA, Irving aceitou doar US$ 500 mil para fundações dedicadas ao combate à intolerância, além de se comprometer a trabalhar junto à ONG Liga Antidiscriminação.
No Twitter, Kanye West defendeu Irving afirmando que “você não pode ser antissemita se você sabe que você é semita”, em resposta a uma publicação no Instagram sobre ele e o jogador.
*Com informações de NBC e Hollywood Reporter
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