Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
BILIONÁRIO POLÊMICO

Elon Musk quer colocar um chip no seu cérebro, mas acabou envolvido em um escândalo de maus-tratos dos macacos usados em experimentos da Neurolink

A Neurolink, empresa fundada por ele, trabalha para construir um dispositivo que poderia ser incorporado ao órgão humano para gravar a atividade cerebral

O bilionário Elon Musk, CEO da Tesla
Elon Musk, CEO da Tesla - Imagem: Wikimedia Commons

Com carros elétricos, satélites, foguetes espaciais e outros itens na lista, o portfólio de empresas de Elon Musk já é bem diversificado. Mas o bilionário quer mais e sua atual “aventura” corporativa é no campo da tecnologia de interface neural.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Neurolink, empresa fundada por ele e que veio a público em 2017, trabalha para construir um dispositivo que poderia ser incorporado ao cérebro para gravar a atividade do órgão e potencialmente estimulá-la.

O objetivo final, segundo declarações de Musk, é alcançar a "simbiose" entre o cérebro humano e a inteligência artificial. Mas outras aplicações práticas no campo da saúde têm chamado a atenção dos cientistas.

Como funciona o chip de Musk

O chip que a Neuralink está desenvolvendo tem o tamanho próximo ao de uma moeda e seria embutido no crânio dos pacientes. O equipamento é formado por uma série de pequenos “tentáculos”, cerca de 20 vezes mais finos que um fio de cabelo humano, que se espalham no cérebro.

Os fios são equipados com 1.024 eletrodos capazes de monitorar a atividade cerebral e, teoricamente, estimular eletricamente o cérebro. Os dados obtidos são transmitidos para computadores onde podem ser acessados por pesquisadores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a empresa também desenvolve um robô equipado com uma agulha rígida para perfurar os fios flexíveis e implantar o dispositivo.

Leia Também

BALANÇO

Lucro do Nubank (ROXO34) dispara 49% e bate US$ 1,1 bilhão pela primeira vez na história; ROE sobe a 33% no 2T26

AINDA PRECISA COMBINAR COM OS GREGOS

Birman abre o jogo após tombo de Azzas (AZZA3): sacrifício no 2T26 é salvação no longo prazo, diz o CEO — falta convencer o mercado

Esse último equipamento chama a atenção da comunidade médica, que aponta que um de seus recursos ajusta automaticamente a agulha para compensar o movimento do cérebro de um paciente. Isso solucionaria um obstáculo de neurocirurgias: o órgão se move durante o procedimento junto com a respiração e os batimentos cardíacos do paciente.

Polêmica com experimentos em macacos

Apesar do elogio, os pontos positivos da tecnologia de Elon Musk foram recentemente manchados por acusações de maus-tratos com os macacos utilizados nos experimentos.

Vale lembrar que o bilionário anunciou em 2019 que a empresa havia implantado com sucesso seu chip em primatas. "Um macaco foi capaz de controlar um computador com seu cérebro, apenas para sua informação", declarou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, segundo o Comitê de Médicos para a Medicina Responsável, a conquista teve um custo alto para os animais: documentos obtidos pelo grupo indicam que 23 macacos passaram por "sofrimento extremo como resultado de cuidados inadequados e implantes de cabeça experimentais altamente invasivos".

Os ativistas apresentaram uma queixa formal ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos com mais de 700 páginas de documentos - incluindo registros veterinários e laudos de necropsia - sobre os primatas utilizados na pesquisa Neuralink Universidade da Califórnia em Davis entre 2017 e 2020.

Procurada pela equipe do Business Insider, a UC Davis declarou que os protocolos de pesquisa foram revisados “e aprovados pelo Comitê Institucional de Cuidados e Uso de Animais” da instituição.

"Nós nos esforçamos para fornecer o melhor cuidado possível aos animais sob nossa responsabilidade. A pesquisa animal é estritamente regulamentada, e a UC Davis segue todas as leis e regulamentos aplicáveis, incluindo os do Departamento de Agricultura dos EUA", afirma a UC Davis.  A Neurolink não se manifestou sobre o assunto.

  • Os repórteres do Seu Dinheiro comentam toda semana sobre os temas que mexem com o seu bolso. Aperte o play e siga o nosso podcast:
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Business Insider

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Geovanne Tobias, diretor financeiro (CFO) do Banco do Brasil (BBAS3). 13 de agosto de 2026 - 14:52
Hapvida, operadora de saúde, sendo analisada por um médico 13 de agosto de 2026 - 13:22
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 13 de agosto de 2026 - 11:58
Logo da CSN e, ao fundo, trabalhadores em uma indústria siderúrgica 13 de agosto de 2026 - 11:06
Geovanne Tobias, vice-presidente de Gestão Financeira e RI do Banco do Brasil (BBAS3). 12 de agosto de 2026 - 20:39
Logo do banco do Banco do Brasil (BBAS3) 12 de agosto de 2026 - 20:29
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 12 de agosto de 2026 - 18:37
Neymar Jr. e Ronaldo 'Fenômeno' em campanha para o Mercado Livre. 12 de agosto de 2026 - 17:50
Banco do Brasil 12 de agosto de 2026 - 9:12
Renato Hermann Cohn, diretor financeiro do banco BTG Pactual. 11 de agosto de 2026 - 16:34
Imagem mostra funcionário com uniforme da Friboi colocando produtos em prateleira no supermercado 11 de agosto de 2026 - 12:35
Escritório do BTG Pactual 11 de agosto de 2026 - 10:48
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar