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Vital do Rêgo, ministro do TCU, deve pedir vista na sessão que discutiria hoje a privatização da Eletrobras (ELET3); ações perdem força
A tão aguardada privatização da Eletrobras (ELET3) deve demorar mais algum tempo: o ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União (TCU), confirmou que pedirá um prazo adicional de 60 dias para analisar o processo — o julgamento que decidirá os rumos da estatal está marcado para às 14h30 de hoje.
A declaração foi dada em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do grupo Estado. "É minha obrigação não deixar que o patrimônio público seja liquidado. Estão fazendo liquidação", disse o ministro.
Vital do Rêgo disse que cabe a ele, como ministro do TCU, "fiscalizar cada centavo" da privatização da estatal, a mais aguardada pelo governo Jair Bolsonaro. "Da forma como está, não estão privatizando, estão liquidando, e caberá ao TCU atestar ou não", repetiu.
As declarações foram recebidas de maneira pouco animada pelo mercado financeiro. As ações ON da Eletrobras (ELET3) operam em leve baixa de 0,20%, a R$ 40,52; mais cedo, os papéis chegaram a ser negociados a R$ 42,04. Os ativos PNB (ELET6) sobem 0,35% neste início de tarde, a R$ 40,55, também tendo perdido força desde a abertura — confira aqui o andamento do Ibovespa nesta quarta-feira (20).
Vital do Rêgo também afirmou que não está analisando o mérito da venda da Eletrobras (ELET3). "Essa é uma decisão de governo", disse. Na terça-feira, o Broadcast mostrou que, nos bastidores, um grupo de ministros da Corte recebeu informações de que, por trás da pressão para acelerar a análise da operação, há um movimento para baratear o preço da ação da companhia.
O governo alega que, para aproveitar a janela do mercado e realizar a operação no dia 13 de maio, será preciso que o sinal verde do TCU ocorra no máximo até o dia 27 de abril. Nesse caso, o tempo adicional para análise não poderia passar de sete dias.
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O pedido de vista de Vital será submetido a julgamento. Jorge Oliveira, indicado de Bolsonaro ao órgão, votará para reduzir o prazo para sete dias, mas não deve ser acompanhado pela maioria do órgão.
Apesar do aparente revés no fluxo da privatização nesta quarta-feira, as ações da Eletrobras (ELET3) acumulam ganhos de mais de 20% desde o começo do ano, embaladas pela percepção de que o processo tem avançado nas instâncias jurídicas, mesmo que aos trancos e barrancos.
A cotação atual de ELET3, superior a R$ 40,00, inclusive é bastante próxima das máximas históricas para o papel — em junho do ano passado, as ações chegaram a ser negociadas acima dos R$ 46,00. Ainda assim, o mercado segue otimista quanto aos rumos da estatal na bolsa.
Segundo dados compilados pelo TradeMap, as ações ELET3 têm cobertura de cinco casas de análise, e todas elas possuem recomendação de compra para o papel; o preço-alvo médio é de R$ 47,95, o que implica num potencial de alta de cerca de 18% em relação às cotações atuais.
Em termos de múltiplos, ELET3 é negociada com um EV/Ebitda estimado para 2022 de 6,8 vezes, em linha com a média de três anos para o papel.

*Com Estadão Conteúdo
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