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Retorno parcial das operações coincide com trégua nos temporais que deixaram dezenas de mortos e milhares de desabrigados no Estado
Uma trégua nas fortes chuvas que assolaram Minas Gerais nas últimas semanas permite a retomada paulatina das operações de grandes mineradoras listadas no Estado.
Depois de a Usiminas (USIM5) ter anunciado no fim de semana a volta gradual de suas atividades de mineração, hoje a Vale (VALE3) confirmou o retorno parcial de suas operações em MG.
De acordo com a Vale, a retomada gradual das operações ocorre depois do restabelecimento das condições adequadas de segurança ao término do período de chuvas intensas na região.
O mais recente boletim da agência Climatempo aponta para uma semana de forte calor e redução das chuvas na região Sudeste neste início de quinzena.
“A circulação de trens na Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) foi retomada no trecho Rio Piracicaba-João Monlevade, permitindo, portanto, a expedição gradual da produção de Brucutu e Mariana, não havendo mais produção da Vale paralisada nesse sistema em decorrência das chuvas”, informa a empresa.
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Entretanto, o ramal de Belo Horizonte, responsável pelo transporte de carga geral, continua paralisado. A Vale estuda alternativas logísticas para o retorno definitivo do ramal.
Enquanto isso, a Vale voltou a operar parcialmente as usinas de Abóboras, Vargem Grande, Fábrica e Viga, que representam cerca de metade da capacidade atual do chamado Sistema Sul. “As demais usinas deverão ser retomadas nos próximos dias”, diz a mineradora.
O impacto das paralisações é estimado pela Vale em aproximadamente 1,5 Mt na produção e compra de minério de ferro. Apesar disso, a empresa mantém o guidance de produção de 320 Mt a 335Mt de minério de ferro para 2022.
A Vale também elevou o protocolo de emergência na barragem Área IX para nível 2 devido a alterações em uma das ombreiras da estrutura. No dique Elefante, a mineradora implementou protocolo de emergência em nível 1 após erosão na ombreira direita da estrutura.
Em ambos os casos, porém, não haveria necessidade de ordem de retirada devido à ausência de ocupações permanentes nas proximidades.
No fim de semana, a Usiminas anunciou a retomada gradual das atividades do seu negócio de mineração (Musa). No entanto, segundo o grupo, problemas ainda afetam empresas responsáveis pela cadeia de escoamento de minério.
Além da Vale e da Usiminas, as fortes chuvas em MG paralisaram atividades também da Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3), da CSN Mineração (CMIN3) e da Vallourec.
As fortes chuvas que assolaram Minas Gerais entre o fim de 2021 e o início de 2022 deflagraram uma tragédia em grande escala no Estado.
Pelo menos 25 pessoas morreram em deslizamentos e desabamentos provocados pelos temporais. O mais grave incidente ocorreu em Capitólio, onde o desabamento de uma rocha sobre lanchas turísticas matou ao menos dez pessoas.
Dezenas de milhares de mineiros perderam suas casas e mais da metade e quase 400 municípios do Estado declararam situação de emergência.
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