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Além das startups focadas no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a educação, a empresa também investirá em iniciativas que “permeiam” o segmento e “buscam soluções ágeis transformacionais”
A Ânima Educação (ANIM3) juntou-se à caçada aos unicórnios. Assim como a B3 (B3SA3), que anunciou recentemente o lançamento de um fundo voltado para o empreendedorismo e inovação, a holding do setor de educação reservou R$150 milhões para o investimento em startups.
O dinheiro será utilizado para a criação de seu primeiro Corporate Venture Capital (CVC), como é chamado um fundo criado por uma empresa para investir em outros negócios. E, com essa quantia disponível, a empresa não restringirá sua busca apenas às edtechs.
Além das startups focadas no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a educação, a Ânima também investirá em iniciativas que "permeiam" o segmento e "buscam soluções ágeis transformacionais".
Mas há uma restrição: para participar, as empresas terão de se enquadrar nas categorias de startups early stage e series A. Ou seja, os negócios devem estar em fases iniciais ou que pretendem escalar o modelo de negócios, clientes e receita.
O fundo permitirá a continuidade do propósito de transformar o Brasil pela educação, de maneira ainda mais dinâmica, olhando não somente o core business, mas tudo que contribua ao ecossistema", destaca, em nota enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Ânima.
E não é só o setor de educação aposta em startups. Até segmentos menos convencionais como o de criptomoedas têm visto uma movimentação recente nesse sentido.
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