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EM BUSCA DE UNICÓRNIOS?

Ânima (ANIM3) cria fundo de R$ 150 milhões para investir em startups de educação e outros segmentos; saiba mais

Além das startups focadas no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a educação, a empresa também investirá em iniciativas que "permeiam" o segmento e "buscam soluções ágeis transformacionais"

Ânima Educação (ANIM3) startups
Imagem: Reprodução

A Ânima Educação (ANIM3) juntou-se à caçada aos unicórnios. Assim como a B3 (B3SA3), que anunciou recentemente o lançamento de um fundo voltado para o empreendedorismo e inovação, a holding do setor de educação reservou R$150 milhões para o investimento em startups.

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O dinheiro será utilizado para a criação de seu primeiro Corporate Venture Capital (CVC), como é chamado um fundo criado por uma empresa para investir em outros negócios. E, com essa quantia disponível, a empresa não restringirá sua busca apenas às edtechs.

Além das startups focadas no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a educação, a Ânima também investirá em iniciativas que "permeiam" o segmento e "buscam soluções ágeis transformacionais".

Ânima (ANIM3) restringe participação

Mas há uma restrição: para participar, as empresas terão de se enquadrar nas categorias de startups early stage e series A. Ou seja, os negócios devem estar em fases iniciais ou que pretendem escalar o modelo de negócios, clientes e receita.

O fundo permitirá a continuidade do propósito de transformar o Brasil pela educação, de maneira ainda mais dinâmica, olhando não somente o core business, mas tudo que contribua ao ecossistema", destaca, em nota enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Ânima.

Investimento em startup se espalha

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E não é só o setor de educação aposta em startups. Até segmentos menos convencionais como o de criptomoedas têm visto uma movimentação recente nesse sentido.

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Na sexta-feira (20) a Méliuz (CASH3) anunciou uma parceria com a startup Liqi, fintech de ativos digitais em blockchain.

Conhecida por popularizar cupons de descontos e cashback por aplicativo, a companhia lançou em janeiro deste ano uma conta digital para a negociação de bitcoins (BTC) e dinheiro de volta em moedas digitais.

A chegada da Liqi na Méliuz acontece em meio a entrada de criptomoedas, como moeda de negociação, em outras financeiras, como Nubank (NUBR33), BTG Pactual (BPAC3) e XP (XPBR31).

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