O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa alega que aumento é motivado por expansão dos benefícios na assinatura do Amazon Prime e aumento de custos operacionais gerais
Manter assinaturas de streaming está cada vez mais caro. A Amazon anunciou nesta terça-feira que a mensalidade do Amazon Prime, seu programa de benefícios, sofrerá reajuste de 50,5% a partir do dia 20 de maio, passando de R$ 9,90 para R$ 14,90 mensais.
É a primeira vez que a Amazon aumenta os preços do serviço desde o lançamento no Brasil, em 2019.
Em comunicado, a Amazon ressalta que, para quem já assina o Prime, os preços só valerão a partir de 24 de junho de 2022, na data da renovação da assinatura mensal ou anual.
Quem optar pelo plano anual também pagará mais caro a partir de 20 de maio. A modalidade sofreu reajuste de 33,7%, de R$ 89 para R$ 119.
Até 19 de maio, todos os novos clientes que assinarem o plano anual ou membros mensais que converterem para anual poderão aproveitar o preço atual de R$ 89/ano pelos próximos 12 meses.
De acordo com a gigante varejista, o reajuste acontece devido à expansão dos benefícios e aumento de custos operacionais gerais.
Leia Também
O Amazon Prime oferece, hoje, frete grátis para milhões de produtos e entretenimento digital, como filmes, séries, música, jogos e e-books.
Fora do Brasil, a Netflix reajustou em 11% os preços de suas assinaturas nos Estados Unidos e no Canadá em janeiro. O aumento provocou especulações de nova alta nos preços do streaming por aqui.
A última vez que a Netflix aumentou o valor das assinaturas no Brasil foi em julho do ano passado. Hoje, o plano mais básico custa R$ 25,90.
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast