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A recompra costuma ser interpretada pelo mercado como um sinal de que as ações de uma empresa estão baratas
As ações da Dexco (DXCO3) chegaram a liderar os ganhos na bolsa na manhã desta quinta-feira (13). A alta aconteceu na sequência do anúncio de um programa de recompra de até 20 milhões de ações ordinárias da fabricante de painéis de madeira, revestimentos e louças sanitárias controlada pela Itaúsa (ITSA4).
O valor representa cerca de 6,76% do total de papéis da empresa em circulação. O programa foi anunciado na noite de ontem e poderá se estender por até 18 meses.
Vale lembrar que quando uma companhia adquire seus ativos em uma recompra, eles saem de circulação na bolsa e passam a ser mantidos em tesouraria.
Os papéis da Dexco fecharam o dia com ganho de 1,47%, cotados a R$ 13,41. Mas as ações da empresa chegaram a avançar 4,19%, cotadas a R$ 14,18 - a maior alta da B3 durante a manhã.
Segundo comunicado, a aquisição visa maximizar a geração de valor para o acionista, por meio da administração eficiente da estrutura de capital.
“[A recompra deve] maximizar a geração de valor para o acionista, por meio da administração da estrutura de capital, com a aquisição das ações ordinárias de sua própria emissão".
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A recompra costuma ser interpretada pelo mercado como um sinal de que as ações de uma empresa estão baratas. Com a queda da maioria das ações na B3, várias empresas aproveitaram para usar parte do caixa na aquisição dos próprios papéis.
Nesta semana, o banco BTG Pactual (BPAC 11) aprovou um programa de recompra de ações de até R$ 1 bilhão. Assim como no caso da Dexco, o programa poderá se estender por até 18 meses.
O montante pode alcançar a 4,64% do total de certificados de depósitos de ações do BTG atualmente em circulação.
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
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