🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Alice Almeida

Alice Almeida

Formada em Jornalismo pela Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (ESAMC). É redatora nos portais Seu Dinheiro, Money Times e Empiricus.

QUEREM PARAR O RUSSO

Todos contra Putin: O assunto da vez da reunião dos líderes do G7? Impor limites à Rússia

Dessa vez, a ideia central é a de impor um “teto” no preço dos combustíveis russos — a proposta foi trazida à pauta pelo presidente americano, Joe Biden

Alice Almeida
Alice Almeida
4 de julho de 2022
16:33 - atualizado às 17:44
Chanceler alemão Olaf Scholz durante conferência do G7, na Alemanha. Os combustíveis da Rússia foram o tema central da reunião, em meio a Guerra na Ucrânia.
Imagem: Güngör/Governo da Alemanha

Não havia como esperar nada diferente: com a Guerra na Ucrânia e suas consequências econômicas — em particular, a inflação dos alimentos e o aumento dos combustíveis —, a reunião do G7 novamente teve como foco a Rússia de Vladimir Putin.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dessa vez, a ideia central é a de impor um “teto” no preço dos combustíveis russos — a proposta foi trazida à pauta pelo presidente americano, Joe Biden.

E, não à toa, os EUA são os maiores defensores de uma sanção adicional às exportações russas de petróleo e gás natural. Em maio, a secretária do Tesouro, Janet Yellen já havia tentado emplacar a mesma  ideia para os colegas europeus.

E como viabilizar essa medida? Bem, segundo as autoridades americanas, a meta é estabelecer uma espécie de tarifa ou teto a ser pago pelos combustíveis russos — segundo os EUA, isso ainda ajudaria a Europa a gastar menos.

Pela proposta, os europeus se recusariam a pagar acima de um preço fixo (ainda não especificado); os países do G7 disseram “concordar” em observar como isso pode ser feito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O objetivo é reduzir a receita de energia de Moscou e aumentar a pressão sobre a Rússia, mas sem aumentar a inflação já crescente em todo o mundo. 

Leia Também

A Alemanha é o país do G7 que mais se incomodou com os limites de preços, por temer que Putin possa ir adiante com o desligamento de gás para a Europa. O chanceler alemão Olaf Scholz disse que a ideia era muito ambiciosa e precisava de “muito trabalho” antes de se tornar realidade. 

A tarefa realmente não é nada fácil. Um corte agora deixaria a Europa vulnerável, visto que o continente está tentando aumentar as reservas de gás para o inverno deste ano. 

Apesar disso, um porta-voz da Comissão Europeia disse, em entrevista à CNBC, que a União Europeia compartilha as preocupações dos países do G7 sobre o peso dos aumentos dos combustíveis e a instabilidade do mercado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, ainda nesse panorama, a comissão continuará trabalhando com medidas para conter o aumento dos preços de energia, incluindo a avaliação da viabilidade de introduzir limites temporários de preços de importação, por se tratar de uma questão de urgência.

Além da bolha do G-7

Em entrevista à rede americana CNBC, alguns analistas do setor de energia disseram ver mais desvantagens do que vantagens nessa proposta. 

O questionamento é o de como isso poderia funcionar. Eles alertam que o plano tem grandes chances de não sair como o planejado, principalmente se os principais consumidores não estiverem envolvidos.

Falamos de  China e Índia, países que, na visão deles, se beneficiariam enormemente do “teto de preços” caso ele venha a ser adotado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O petróleo russo está sendo vendido com um forte desconto de US$ 30 ou mais quando comparado aos futuros de petróleo Brent de referência internacional a US$ 110 o barril — e China e Índia estão comprando.” disse Neil Atkinson, analista independente de petróleo em entrevista à CNBC. 

Ainda para Atikson, uma decisão dessas só faria com que a Rússia “mexesse com as cabeças do Grupão” — os russos poderiam cortar os suprimentos de petróleo e gás à Europa e aos países do G7, já que Putin não ficaria sem reagir. 

Outros analistas entrevistados também compartilharam do mesmo pensamento de que uma decisão como essa só daria certo na teoria, e não na prática —, e que algo assim só daria certo para países que estão na mesma página que o grupinho do G-7.

O presidente Vladimir Putin já mostrou sua disposição de reter o funcionamento de gás natural aos chamados “países hostis” que se recusarem a atender às suas exigências de pagamento de gás em rublos (a moeda russa).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rússia reagiu?

A Rússia alertou que qualquer tentativa de limitar o preço do petróleo russo pode causar estragos no mercado de energia e elevar ainda mais o preço das commodities. 

O vice-primeiro-ministro Alexander Novak descreveu na quarta-feira a decisão dos líderes ocidentais de considerar a imposição de um teto de preço como “outra tentativa de intervir nos mecanismos de mercado que só podem levar ao desequilíbrio”.

Novak disse estar confiante que a Rússia restaurará a produção de petróleo aos níveis pré-sanções nos próximos meses, em grande parte porque uma quantidade significativa de petróleo russo foi redirecionada para os mercados asiáticos.

*Com informações da CNBC

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DA ROÇA PARA A BOLSA

ROCA11: Ceres Investimentos semeia crédito do agronegócio entre investidores de varejo

2 de março de 2026 - 19:35

Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça

ATÉ QUANDO

Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) em alta com conflito no Oriente Médio; vale investir? Veja por que a resposta não é tão simples

2 de março de 2026 - 14:32

O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda

SUCESSOR DO ORÁCULO DE OMAHA

Novo CEO da Berkshire Hathaway destaca 4 ações favoritas na primeira carta pós era Warren Buffett

2 de março de 2026 - 13:10

Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

BALANÇO DESAPONTOU?

Ex-Eletrobras, Axia (AXIA3) cai no Ibovespa apesar de ter dobrado o lucro líquido ajustado no 4T25: o que desanimou o mercado?

27 de fevereiro de 2026 - 15:01

Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)

VEJA O QUE FALTA ATÉ LÁ

O maior IPO reverso da história da B3: quando a Bradsaúde vai começar a ser negociada na bolsa?

27 de fevereiro de 2026 - 13:55

Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM

EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar