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Divulgado na última segunda, o balanço do Magazine Luiza não é animador, mas, em meio ao cenário negativo (que pode piorar), ainda existe luz no fim do túnel: analista calcula potencial de MGLU3 subir 200% nos próximos 2 anos; entenda e veja os desafios
Depois de bater sua máxima histórica em novembro de 2020, com uma alta de 5.200% em 10 anos, o império de Luiza Trajano começou a ir ladeira abaixo na Bolsa. A ação (MGLU3) acumula uma queda de 78,97% em 12 meses, sendo 24,4% só em 2022.
O último balanço da companhia não nega: o Magalu está passando por um período de vacas magras. A companhia registrou um prejuízo de R$ 79 milhões nos últimos três meses de 2021, para você ter uma noção, esse valor representa uma queda de 70% em relação ao mesmo período de 2020, quando a empresa registrou lucro de R$ 232 milhões (clique aqui para saber mais detalhes sobre o balanço do Magalu) . Isso se explica por alguns motivos...
No vídeo a seguir, explicamos com detalhes tudo o que está por trás da recente derrocada das ações do Magalu, por que a situação tende a piorar - pelo menos por enquanto - e quais são as tendências para o futuro da ação. Dê o play abaixo ou continue lendo para entender por que, apesar da situação caótica, as ações ainda pode triplicar:
O Magalu pode até estar passando por um momento mais do complicado, mas, de acordo com o analista gráfico e trader Rogério Araújo, o jogo pode virar em 2 anos. Para ele, a ação do Magalu tem potencial para subir 200% no perído.
Ele explica que os papéis do Magalu vêm fazendo fundos inferiores ao pânico da pandemia em 2020. Gráficos assim, na análise técnica, indicam momentos que antecedem uma alta. Veja a análise completa no vídeo a seguir:
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
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Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
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