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Depois de muitas idas e vindas e ameaças de bloqueio, a rede do passarinho azul aceitou a oferta do bilionário Elon Musk; ações na Europa não tiveram o mesmo desempenho
O S&P 500 conseguiu apagar as perdas e terminar a segunda-feira (25) no azul, levando com ele o Nasdaq e o Dow Jones. Os três principais índices de Nova York superaram as preocupações com uma desaceleração econômica global graças às grandes empresas de tecnologia.
Alphabet e Microsoft lideraram os ganhos entre as chamadas big techs, deixando para trás seus piores níveis no dia. A recuperação aconteceu antes de uma semana crucial de resultados trimestrais para grandes empresas do setor.
As ações do Twitter chegaram a subir mais de 6% em Nova York, enquanto as BDRS avançaram mais de 10% na B3, depois que a empresa de mídia social anunciou que aceitou a proposta de compra do bilionário Elon Musk. O negócio está avaliado em cerca de US$ 44 bilhões.
A movimentação no setor de tecnologia ajudou a compensar as preocupações com uma desaceleração econômica global em meio a surtos de covid-19 na China.
Os juros projetados pelos títulos do Tesouro dos EUA de dez anos — usados como referência pelo mercado — recuaram para o nível de 2,8%.
Confira a variação e a pontuação dos três principais índices dos EUA no fechamento:
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Diferente do S&P 500, as bolsas europeias fecharam em forte queda nesta segunda-feira, com as preocupações com a covid-19 na China ofuscando a reeleição de Emmanuel Macron como presidente da França.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 1,8% com quase todos os setores em território negativo. As ações de recursos básicos — com forte exposição à China — tiveram os piores desempenhos no índice, caindo 5,9%.
Os investidores na Europa digeriram o resultado da eleição presidencial francesa e monitoraram os últimos acontecimentos na Ucrânia.
O francês Emmanuel Macron venceu a rival Marine Le Pen na eleição de domingo (24), garantindo um segundo mandato sua agenda pró-empresas e pró-União Europeia.
Os resultados oficiais mostraram que o centrista Macron, do partido La Republique En Marche, obteve 58,5% dos votos no segundo turno. Le Pen, do partido nacionalista e de extrema-direita Rally Nacional, teve quase 42% dos votos.
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
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