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Decisão acontece após 57,5% dos eleitores de uma enquete promovida pelo bilionário na rede social votarem a favor da sua saída do controle da empresa
O povo falou: a maioria quer Elon Musk fora do comando do Twitter — e o bilionário, que também é CEO da Tesla, afirmou que vai cumprir sua promessa de respeitar a decisão popular.
O anúncio acontece logo após Musk ter promovido uma enquete na plataforma questionando se deveria, enfim, deixar a posição de Chief Twit — e, após mais de 17,5 milhões de votos, 57,5% dos eleitores votaram a favor da saída do executivo do posto mais alto da empresa.
Na noite de ontem, o bilionário anunciou em tweet que renunciará ao cargo de CEO da rede do passarinho azul e permanecerá apenas na chefia das equipes de software e servidores.
Na publicação, ele ainda determinou a principal qualidade que busca em seu próximo sucessor: deverá ser “alguém tolo o suficiente para aceitar o cargo!”.
Horas depois de lançar a enquete, Musk chegou a dizer na plataforma no domingo que “ninguém queria o trabalho que poderia realmente manter o Twitter vivo”. “Não há sucessor.”
Após o anúncio de sua futura renúncia, as ações da Tesla passaram a subir na bolsa de tecnologia norte-americana Nasdaq. Por volta das 12h40, os papéis avançavam 1,47%, a US$ 139,82.
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Apesar da singela recuperação, os papéis da fabricante de veículos elétricos recuaram 39,1% desde a compra do Twitter por Elon Musk, acumulando desvalorização de 60,9% no ano.
Além de ter colecionado uma extensa lista de críticas acerca de seu comando no Twitter, Elon Musk ainda lida com as preocupações sobre como a administração da rede social pode ter atingido em cheio suas outras empresas, incluindo a Tesla.
Isso porque, inicialmente, Musk desovou ações da fabricante de veículos elétricos para levantar dinheiro para pagar a conta da compra bilionária do Twitter.
Em seguida, para ajudá-lo a comandar a empresa, o empresário também convocou talentos de seus outros empreendimentos, como SpaceX, Boring.Co e a própria fabricante de veículos elétricos. A busca por ajuda incluiu a contratação de executivos, engenheiros e advogados.
Desde que o bilionário ocupou o trono na rede do passarinho azul, os investidores da Tesla também passaram a reclamar do tempo passado por Musk na sede da empresa de mídia social.
“Elon abandonou a Tesla e a Tesla não tem nenhum CEO ativo”, escreveu o terceiro maior acionista individual da Tesla, KoGuan Leo, no Twitter.
Autoproclamado “nanogestor”, o executivo afirmou em um tweet em novembro — agora apagado — que trabalharia e dormiria no escritório do Twitter "até que a organização seja consertada".
Alguns ex-funcionários da empresa relataram a jornais estrangeiros que o bilionário tem ficado e dormido regularmente na sede do Twitter, em São Francisco, desde que comprou a empresa.
Exagero ou não, recentemente o bilionário adaptou o escritório para incluir camas e guarda-roupas próximos às escrivaninhas do prédio. “Parece um quarto de hotel", disse um ex-trabalhador do Twitter à BBC.
A gestão de tempo de Elon Musk em cada um de seus empreendimentos preocupa os analistas de Wall Street — e, segundo relatórios, a Tesla pode sofrer o impacto do excesso de tempo passado pelo bilionário no Twitter.
A casa de análise Oppenheimer &Co afirmou que a chefia de Musk no Twitter “prejudicou gravemente” o sentimento do mercado sobre a fabricante de carros elétricos do bilionário.
A preocupação envolvendo o futuro da Tesla é tamanha que a casa rebaixou a avaliação das ações na bolsa norte-americana de “compra” para “neutro”.
“Acreditamos que o Sr. Musk está cada vez mais isolado como administrador das finanças do Twitter com seu gerenciamento de usuários na plataforma. Vemos potencial para um ciclo de feedback negativo com a saída de anunciantes e usuários do Twitter”, escreveu Colin Rusch, analista da Oppenheimer.
Na visão dos analistas, agora, a empresa corre o risco de uma reação negativa de anunciantes e consumidores que causem uma saída em massa destes grupos. Tudo por conta dos riscos causados pela gestão do Twitter por Elon Musk.
Além dos analistas financeiros, políticos norte-americanos também expressaram preocupação com a administração da Tesla.
Na segunda-feira, a senadora Elizabeth Warren escreveu à presidente do conselho da Tesla, Robyn Denholm, alertando que Musk e o conselho poderiam ter violado suas obrigações legais com os acionistas da montadora de veículos.
Warren solicitou ao conselho respostas sobre a suposta apropriação indevida de recursos da Tesla e conflitos de interesse resultantes da compra do Twitter por Elon Musk.
Nada contente com a política, o bilionário foi à rede social escrever que “os Estados Unidos foram definitivamente prejudicados” por ter Elizabeth Warren como senadora.
*Com informações de CNBC e Reuters.
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