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João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
O dólar vai perder o protagonismo no ambiente global? Esse é um debate que tem rondado o mercado com a queda recente do valor da moeda norte-americana. Mas para João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, para isso acontecer, seria necessário existir uma alternativa com a mesma profundidade de mercado, o que "hoje não há".
Em participação no evento VTEX Day, que acontece em São Paulo entre os dias 16 e 17 de abril, Scandiuzzi explicou que a permanência da moeda norte-americana no centro do sistema financeiro internacional está diretamente ligada à resiliência da economia dos Estados Unidos, que continua atraindo capital global mesmo em cenários adversos.
“O mercado chegou a precificar uma recessão em diferentes momentos — seja com a alta rápida de juros ou com choques recentes —, mas a economia dos Estados Unidos seguiu crescendo bem. Isso mantém o fluxo de capital concentrado lá fora”, afirmou.
Na leitura do estrategista, esse movimento é reforçado por um novo ciclo de investimentos, especialmente em inteligência artificial, que tem mobilizado centenas de bilhões de dólares e ampliado ainda mais a atratividade dos ativos americanos.
Esse fluxo ajuda a sustentar o dólar em patamar elevado e reduz o espaço para uma mudança estrutural no sistema financeiro global no curto prazo.
“Mesmo com discussões sobre diversificação de reservas e tensões geopolíticas, o que a gente vê na prática é o capital continuando nos Estados Unidos”, disse. “O dólar continua sendo a principal referência global de valor e liquidez. Para mudar isso, precisaria haver uma alternativa com a mesma profundidade de mercado, o que hoje não existe.”
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Para Scandiuzzi, esse cenário mantém as condições financeiras globais mais apertadas e impõe desafios adicionais para países emergentes, como o Brasil, que acabam pressionados por um ambiente de dólar forte e juros elevados no exterior.
Apesar do debate sobre uma eventual perda de protagonismo da moeda norte-americana, a avaliação do BTG é de que não há, no horizonte próximo, sinais concretos de ruptura.
Em abril, o índice DXY, que mede a força do dólar em relação a outras divisas, acumula desvalorização de 1,89%. Em relação à moeda brasileira, a queda é de 3,9%, a R$ 4,9902.
Na frente de investimentos, o estrategista destacou que o ambiente global ainda favorece os ativos americanos, impulsionados pelo ciclo de tecnologia e pelo volume elevado de aportes, mas apontou que há oportunidades táticas em outros mercados.
Após a recente correção, especialmente em empresas de tecnologia, Scandiuzzi avalia que os múltiplos ficaram mais atrativos, o que pode abrir espaço para novas alocações. “A gente viu uma compressão importante e, em alguns casos, empresas de crescimento negociando próximo a setores mais tradicionais, o que não parece fazer sentido no longo prazo”, disse.
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