O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco também reduziu o preço-alvo de CVC Brasil (CVCB3) de R$ 21 para R$ 10; há preocupações com o capital de giro e recuperação da empresa de turismo no pós-pandemia
O JP Morgan reduziu a recomendação dos papéis da CVC Brasil (CVCB3) de compra para neutro, com o preço-alvo passando de R$ 21 para R$ 10 em dezembro de 2023 — potencial de valorização de 26% se considerado o fechamento de ontem.
O banco informou estar mais conservador em relação à CVC, já que a recuperação da empresa de turismo no pós-pandemia não acontece no ritmo esperado, o que pode levar a uma necessidade ainda maior de dinheiro para bancar suas operações. A inflação também é apontada como um problema.
Ao citar o aumento de capital recente feito pela CVC, os analistas classificam a medida "como um pequeno paliativo que não exclui novas injeções de capital".
O JP Morgan acredita que as reservas devem alcançar os níveis de 2019 até o último trimestre de 2022, diante da recuperação melhor do que o esperado nos últimos meses.
"A CVC é intensiva em capital de giro e atualmente enfrenta uma combinação de alto crescimento de reservas em meio à baixa geração de EBITDA e altas taxas de juros", dizem os analistas.
Assim, a equipe acredita que a CVC continuará com seus resultados pressionados por mais tempo enquanto a visibilidade for baixa, especialmente se considerado o ambiente macroeconômico global.
Leia Também
O valuation atual das ações, calculado pelo múltiplo preço/lucro, está em 16 vezes, considerado "pouco atraente" pelo JP Morgan.
O relatório também afirma que, ainda que o mercado esteja se recuperando em um ritmo mais rápido que o esperado, a taxa de crescimento anual da CVC preocupa, já que o mix de curto prazo não está ajudando tanto quanto o esperado.
No pregão de hoje, os investidores correram para se desfazer dos papéis da CVC. Às 13h09, as ações recuavam 9,57%, cotadas a R$ 7,18 — valores semelhantes aos que eram vistos em março de 2020, quando o início da pandemia fez todo o mercado derreter, especialmente as ações ligadas ao turismo.
Ao longo da sessão, os papéis aceleraram as perdas e encerraram o dia com queda de 10,96%, cotadas a R$ 7,07.
No ano, a baixa passa de 40%, enquanto a queda nos últimos 12 meses é de mais de 60%.

De acordo com dados da plataforma Trade Map, das seis recomendações feitas para CVC, duas são de compra e quatro são de manutenção.
A CVC divulga seu balanço nesta terça-feira (9).
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro