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A mistura de inflação alta e “dinheiro mais caro” com as taxas de juros mais altas podem explicar o pico de procura pelo bitcoin

Não é novidade para os leitores do Seu Dinheiro que a libra e o euro vivem dias difíceis. Mas a migração das chamadas “moedas fortes” para as criptomoedas — em especial o bitcoin (BTC) — é um movimento que não se pode desprezar.
De acordo com números compilados pela plataforma Messari, houve uma explosão de compra de bitcoin em euro e libra na última quinta-feira (22). Nesse mesmo dia, o euro atingiu os US$ 0,98 e a libra também dava sinais de fraqueza a US$ 1,13.
Entretanto, a maior criptomoeda do mundo não sentiu uma variação tão grande nas cotações, diferentemente do que seria esperado de um aumento de volume de negociação.
O dia começou no vermelho para as criptomoedas, mas o bitcoin conseguiu reverter as perdas e sobe 2,39%, aos US$ 19.503,10, de acordo com o Coin Market Cap.
A alta no volume negociado em euros e libras não é suficiente para impulsionar as cotações além da pequena alta registrada hoje. Isso acontece porque o cenário macroeconômico exerce pressão sobre as criptomoedas e impede a busca por novos patamares de preço.
Além disso, o BTC tem uma correlação extremamente forte com os ativos em bolsa — em outras palavras, quando as bolsas sobem, as criptomoedas tendem a ver o preço aumentar seguindo o desempenho do bitcoin.
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Nesta quarta-feira (28), as bolsas encaram uma alta volatilidade. Do mesmo modo, as criptomoedas também começaram o dia em queda e tentam emplacar alta ao longo da tarde.
A maior criptomoeda do mundo nasceu como uma proteção para a população contra os abusos de Bancos Centrais e governos. Assim, migrar seus recursos para o bitcoin seria uma alternativa para o pequeno investidor fugir do cenário macroeconômico desfavorável.
A Europa convive com a pior inflação em décadas. A Zona do Euro acumula alta de preços na casa dos 9,1% ao ano, de acordo com a última leitura; no Reino Unido, a alta é de 10,1%.
Dessa forma, o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra (BoE, em inglês), prometeram elevar os juros para as próximas reuniões. A mistura de inflação alta e “dinheiro mais caro” com as taxas mais altas podem explicar o pico de procura pelo bitcoin.
E não foi a teoria libertária que incentivou esse cenário: desde o início do mês, analistas acreditavam que o dólar teria uma tendência natural a ganhar força frente a outras moedas em um cenário de incertezas e juros elevados.
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