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Nesta segunda-feira, a liquidez reduzida pela semana mais curta e o desempenho negativo das bolsas de Nova York atrapalharam por aqui
Não é sempre que a Páscoa cai perto da data que relembra a memória de Tiradentes. Mas, em algumas ocasiões, os dois feriados são separados por poucos dias úteis. Neste ano, por exemplo, os mais sortudos poderão até erguer uma “ponte” e garantir miniférias.
Já quem tem patrões menos flexíveis ou trabalha em serviços essenciais precisará encontrar disposição para vencer a combinação de preguiça pós e pré-feriado e chegar ao final de mais uma semana.
Esse é o caso do Ibovespa, que não emendou as datas comemorativas e voltou às negociações nesta segunda-feira (18). E o dia não foi fácil para o principal índice acionário brasileiro: ele firmou-se em queda logo após a abertura.
A liquidez reduzida pela semana mais curta e o desempenho negativo das bolsas de Nova York não ajudaram nas cotações. Outras rasteiras vieram da alta das commodities — o petróleo subiu, levando o preço do barril para perto dos maiores níveis em três semanas — e da greve dos servidores do Banco Central.
Com isso, o Ibovespa terminou a sessão com um recuo de 0,43% e desceu mais um degrau na linha de pontuações. O patamar de encerramento, aos 115.687,25 pontos, é o menor desde 18 de março, quando o índice também ficou abaixo dos 116 mil pontos.
O dólar seguiu a trajetória de queda e fechou o dia com um recuo de 1,02%, cotado em R$ 4,6482. Para quem já se pergunta se “vai ter Disney”, temos uma boa notícia: especialistas apostam em uma baixa ainda maior.
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Benjamin Mandel, ex-JP Morgan e Citi e atualmente gestor da Itaú Asset, calcula que a moeda norte-americana estaria 15% mais cara do que o normal. Para o economista, o dólar deve chegar a R$ 4,00 no longo prazo.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
BOAS NOVAS
Inter (BIDI11) dispara na bolsa após retomada dos planos de migrar suas ações para os Estados Unidos. "No feriado da Sexta-Feira Santa, o banco comunicou o envio de um aditivo ao regulador do mercado financeiro americano, a SEC, com novos termos para seguir com uma reorganização societária que objetiva levar seus papéis para a Nasdaq.
REFORMULAÇÃO
A SLC (SLCE3) vem aí: empresa é mantida na 2ª prévia do novo Ibovespa; nenhuma ação foi excluída. A produtora agrícola focada em algodão, soja e milho segue entre as mais cotadas para integrar o principal índice da bolsa brasileira entre maio e agosto.
VOCÊ NÃO VÊ A TORRE
Como a Tupy (TUPY3) aposta na ‘descarbonização’ comprando uma fabricante de motores… a diesel; ação dispara na B3. Em negócio de R$ 865 milhões, empresa fecha acordo com a Navistar para a aquisição da MWM do Brasil; transação ainda precisa ser aprovada pelos acionistas e pelo Cade.
DEPOIS DAQUELE VEXAME
Ex-diretor do IRB (IRBR3) entra na mira da xerife do mercado dos EUA por “fake news” sobre Warren Buffett. A SEC decidiu acusar formalmente o ex-diretor Fernando Passos por plantar a história na imprensa e divulgar documentos falsos sobre investimento do megainvestidor na empresa.
EXILE ON WALL STREET
Por que o dono da empresa é tão importante na hora de investir em ações na bolsa brasileira? Uma das lições mais valiosas de governança corporativa: se você comprar um papel e ele for mal, há quem cobrar naquela companhia? Sem a figura do dono, as coisas ficam bem mais complicadas.
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