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O maior apetite ao risco e a expectativa de manutenção no ritmo de alta no juro nos Estados Unidos ajudou o Ibovespa, que teve um dia de ganho
Quando o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, entrou em campo nesta tarde, o jogo já parecia estar ganho.
No primeiro tempo, ainda nas horas iniciais do dia, algumas cidades chinesas anunciaram a intensificação do retorno das atividades comerciais e industriais — uma ótima notícia para as produtoras de commodities.
Depois, a economia americana marcou dois golaços — as vendas no varejo e a produção industrial acima do esperado afastam a projeção de recessão e aliviam o humor do mercado em meio ao aperto monetário global.
Logo nos primeiros minutos de Powell em campo, a ameaça de gol contra sufocou a torcida. O presidente do Fed reforçou o seu compromisso com o controle da inflação e não descartou uma elevação de juros acima da taxa neutra.
As bolsas americanas reagiram pisando no freio e se afastando das máximas, enquanto o Ibovespa quase zerou os ganhos do dia. Mas não passou de um susto.
Powell evitou uma lambança e jogou para a torcida ao reforçar a crença de que a economia americana está forte o suficiente para absorver o impacto do aperto monetário.
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Além disso, voltou a driblar os adversários ao mostrar confiança de que os seus companheiros de equipe o seguirão com um aumento de “apenas” 0,50 ponto percentual na próxima reunião.
Afastado o perigo, as bolsas americanas aproveitaram a goleada, com altas superiores a 1%. O Nasdaq foi o principal destaque ao subir 2,76%.
O Ibovespa aproveitou para avançar 0,51%, aos 108.789 pontos, mas a verdadeira estrela foi o dólar à vista, que voltou a ser negociado abaixo dos R$ 5. A moeda americana teve queda de 2,15%, a R$ 4,9429.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
DESTAQUE NEGATIVO DO DIA
Hapvida (HAPV3) decepciona e tomba 17% hoje, mas analistas creem que o pior já passou — e que as ações podem subir mais de 100%. Os números do primeiro trimestre foram pressionados pela onda da variante ômicron, alta sinistralidade e baixo crescimento orgânico, mas especialistas seguem confiantes na HAPV3.
O PIOR FICOU PRA TRÁS?
Magazine Luiza (MGLU3) tropeça de novo no 1T22 e ações levam tombo na B3; ainda vale a pena comprar MGLU3? Inflação e juros altos foram barreiras ao desempenho da varejista no primeiro trimestre do ano, quando houve reversão de lucro para prejuízo de R$ 161,3 milhões.
VOO DE GALINHA
Nubank (NUBR33) empolgou? Nem tanto. Saiba por que as ações dispararam após o balanço, mas logo perderam a força. Inadimplência subiu mais que nos grandes bancos brasileiros no primeiro trimestre, mas analistas minimizaram a alta.
SEU DIA EM CRIPTO
Oscilando nos US$ 30 mil, bitcoin (BTC) mira novos patamares de preço após criar suporte; momento é positivo para comprar criptomoedas. Entenda por que a perda de paridade com o dólar é importante para a manutenção do preço das demais moedas digitais.
NÃO FOI DESSA VEZ
Não é só a Terra (LUNA): MiamiCoin, a criptomoeda de Miami, perdeu quase 100% do valor desde o lançamento. Depois de surgir como uma possibilidade de substituição dos impostos municipais como a principal fonte de financiamento do governo, a moeda digital MIA foi do céu ao inferno em apenas nove meses.
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