O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A possibilidade de que o Federal Reserve seja obrigado a manter o ritmo do aperto monetário ajudaram os ativos de risco nesta quinta-feira
A economia dos Estados Unidos recuou 1,5% nos primeiros três meses do ano, mais do que os analistas esperavam e do que a primeira leitura do PIB indicava. Mas calma! Ao contrário do que você pode pensar à primeira vista, essa foi a razão pela qual as bolsas globais acumularam fortes ganhos.
Em Wall Street, o Nasdaq subiu quase 3%, enquanto o S&P 500 e o Dow Jones avançaram 1,99% e 1,61%, respectivamente. O Ibovespa acompanhou o apetite por risco visto no exterior e fechou o dia em alta de 1,18%, aos 111.889 pontos.
A razão para a ida às compras é a mesma que movimentou o mercado ontem – a possibilidade de que o Federal Reserve não suba a taxa de juros de forma intensa e acelerada. Para boa parte dos investidores, os números do PIB conhecidos hoje só comprovaram o que a ata do Fed já havia dado a entender.
De concreto mesmo, pouco se sabe, mas o mercado espera que sinais de fraqueza econômica impeçam que o BC americano leve os juros para um patamar restritivo.
A proposta aprovada pela Câmara dos Deputados e que propõe um teto para a alíquota do ICMS ficou no radar dos investidores locais – de um lado, a preocupação fiscal; do outro, o alívio inflacionário. Os sinais que vieram de fora, no entanto, falaram mais alto, e o dólar à vista encerrou o dia em queda de 1,23%, aos R$ 4,7614, puxando também o mercado de juros.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
Leia Também
O PIOR JÁ PASSOU?
De volta ao céu? JP Morgan recomenda compra de Cielo (CIEL3) e ações disparam na bolsa. Para os analistas do banco americano, a empresa tem se mostrado eficiente em conter custos e no repasse aos seus clientes.
DESTAQUES DA BOLSA
Incorporadoras da B3 sobem forte com novidades no programa Casa Verde e Amarela; veja quais ações mais ganham com as atualizações. As mudanças já anunciadas e outras ainda em discussão no Ministério do Desenvolvimento Regional trazem alívio ao segmento.
DE VOLTA À MESA
Privatização da Petrobras (PETR4) vai acontecer? Para Guedes, se Bolsonaro for reeleito, sim; confira o que ele disse em Davos. O ministro da Economia ainda afirmou que o Brasil está saindo da crise “na frente da curva” e que a inflação no país poderia ter atingido o pico e logo começaria a recuar.
ATERRISSAGEM
Com lançamento agendado para amanhã, corretoras de criptomoeda se preparam para listagem de Terra 2.0 — mas isso não quer dizer nada. Os analistas estão pouco otimistas com o projeto, ainda que haja uma corrida das exchanges pela LUNA.
SISTEMA BITCOIN?
Pivô das sanções da guerra na Ucrânia, mecanismo de transferências Swift pode deixar de existir em cinco anos, diz CEO da Mastercard. Michael Miebach afirmou que a plataforma atual deve evoluir na esteira das criptomoedas; vários países, inclusive Brasil, correm para regularizar bitcoin.
Mudaram as estações e, do pré-Carnaval brasileiro, miramos nosso foco nas baixas temperaturas dos Alpes italianos, que recebem os Jogos Olímpicos de Inverno
Veja como distinguir quais ações valem o seu investimento; investidores também reagem a novos resultados de empresas e dados macroeconômicos
Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.
As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês
Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?
Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje
Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje
Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente
As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar
Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora
Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]
Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros
O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora
Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro
A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores
Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana